Thursday, April 16, 2015

Paulo Pena e suas namoradas

Conto de João Palmadas


Quem vê o Paulo Pena de cara amarrada, já sabe: foi a Sônia, ou a Rita, ou ambas.

Paulo é um rapaz moderno, bem humorado, que acredita em liberalização de costumes, respeitando, é claro, os direitos dos outros, e sempre foi muito mulherengo. Ele sempre teve três, quatro namoradas de uma vez. Mas justiça seja feita: nunca enganou nenhuma.

- Eu sempre disse para elas: quero apenas me divertir, sexo pra mim é a melhor diversão que existe, não quero compromisso sério, vou sempre procurar outras mulheres e vou sempre transar com toda mulher que quiser dar pra mim. Se quiser sair comigo mesmo assim, sairemos. Se quiser me namorar mesmo assim, namoraremos. Não espere me mudar. Pode ter outro homem também enquanto estiver comigo, não me importo. Mas não queira me controlar nem me crie problemas, quero só diversão. Disse isso para Rita e para a Sônia. Elas toparam. Portanto não têm nada que ter ciúmes uma da outra, e muito menos me criarem problemas.
- Bom, e o que tem?
- Tem que elas toparam mas parece que foi só da boca pra fora...

De fato, elas tentavam mudar o Paulo, tentaram ser as únicas da vida dele, ficavam desesperadas por não conseguirem, não queriam largar o Paulo e pior, tinham o maior ciúme uma da outra. Tinham ciúmes de outras garotas também, mas como Paulo saia mais com essas duas, as duas, Rita e Sônia, tinham mais ciúmes uma da outra que das demais. Viviam querendo quebrar a cara uma da outra e cada uma provocava o maior escândalo toda vez que Paulo ficava com a outra.

- Então, termina com uma, ou com ambas!
- E pensa que é fácil?

O Paulo muitas vezes quis terminar com as duas. Uma vez, a Rita tinha feito a maior cena por causa da Sônia, que tinha ela viu com o Paulo numa lanchonete. Ela foi até a casa de Paulo, esperou ele lá e quando ele chegou teve um ataque, xingando e chorando, reclamando fidelidade...

- Mas eu não sou fiel, não quero ser fiel, e não serei fiel por causa de crise sua. Então, vamos terminar?

Ai a Rita se desmanchou, chorou, e pediu mil perdões, e disse que isso não ia acontecer de novo. Até que por uns dias ela conseguiu manter a promessa.

Outra vez foi a Sônia que apareceu na casa de Paulo, xingando meio mundo, querendo briga, e Paulo disse-lhe bem asperamente que ia terminar. A Sônia então disse que não, que se comportaria, que não podia ficar sem o Paulo, etc.

- Bem, continuou contigo - disse Paulo para Sônia - mas veja lá, eu sempre disse que sairia com outras garotas e cê sempre teve o direito de sair com outros garotos, e não é porque te disseram que eu estava com a Rita no cinema que cê tem o direito de fazer esse escândalo todo...
- Estava ou não estava?
- Estava sim, e daí?

Daí que as duas prometiam se comportar, ficavam uns dias sossegadas e depois eram umas pestes de novo...

- E as famílias delas?
- Uma vez terminei com a Rita. O pai da Rita primeiro ficou feliz porque a Rita não saia mais comigo, o velho me detesta, mas depois veio atrás de mim para reclamar que ela ficava o dia todo chorando e tentava se matar, e uma vez teve que se atendida por um médico, e me pediu: "volta pra ela, Paulo, ela tá sofrendo muito, ela jura que agora vai se comportar..."
- E cê voltou?
- Voltei sim, ela se comportou bem melhor, e até saia com outros rapazes. Sabe, eu acredito em relacionamento aberto, se estou com uma garota eu saio com outras garotas e minha garota pode sair com outros rapazes, mas essas duas foram criadas muito rigidamente por suas famílias, e então não são capazes de entender que estamos no século 21, que o mundo mudou... mas parecia que ela tinha se emendado, e então...
- Então o quê?
- A Rita e a Sônia arrumam uma briga, e na minha casa, na frente da minha família... nova crise, eu digo que vou terminar, mais promessas e juras, e eu não termino...
- E com a Sônia, cê já tentou terminar também, né?
- É, tentei... terminei, e ela continuou no meu pé. Como não tinha pai para pedir por ela, preferiu ficar se atirando na frente do meu carro, dizia que ia se matar pra me incriminar, que ia me arrumar mil problemas com a policia, vinha no meu local de trabalho arrumar escândalo...
- E cê acabou voltando...
- É...
- E agüenta as duas...
- É...
- É ruim?
- Já foi ruim...
- E não é mais?
- Ficou bom... deixa eu contar:

"Foi numa ocasião em que um amigo meu me convidou para passar uns dias com ele na fazenda da família. Eu na época procurei a Rita e depois a Sônia e disse a ambas:

- Vou viajar com um amigo meu. Não vou leva nenhuma das duas porque se fizer isso a outra vai querer ir, vai aparecer por lá para arrumar confusão e eu quero sossego. Por isso, me esperem e se comportem. Adianto que vou sair com as mulheres de lá, mas cê pode sair com os rapazes também. Como alias contratamos desde o início. Se não quiserem me esperar, se quiserem terminar, têm todo direito.

Naturalmente não disse isso para as duas juntas, mas para uma de cada vez. E como sempre as duas concordaram, prometeram, juraram, etc. e tal... sempre da boca pra fora.

A Sônia, ficou emburrada, mas topou. E a Rita, aparentou indiferença, sorriu distante, tentando dar a impressão de que isso não a interessava... mas eu conheço essas duas. Por isso não dei pra nenhuma meu endereço nem nada.

Pois não é que as duas descobriram onde eu estava, e foram para lá? Quando as pessoas querem mesmo uma coisa, conseguem...

Mas antes disso parecia que estava tudo bem. Era um lugar pequeno a cidade do meu amigo. Um rio, bom pra pescar. Moças bonitas e safadas, pra eu namorar. O povo, pacato e cuidando da própria vida. Férias boas, e merecidas.

No terceiro dia, quem bate à porta? Rita.

- Que cê faz aqui?
- Não posso ficar longe de ti.
- E se a Sônia aparecer?
- Ela não tá aqui não, né?
- Não, mas se cê arruma confusão, vou ter problemas, o povo daqui detesta confusão, eu tô com a família dum amigo...
- Não vai ter confusão, o problema é a Sônia, né, e ela não tá aqui...
- Não é ela, são todas, se não fosse a Sônia cê cismava com outra... eu aqui trepei com tudo quanto foi putinha do lugar...
- Pois agora trepa comigo! - e tirou a roupa e pulou em cima de mim...

Gostei, porque não? A Rita é gostosa pacas... e as moças de lá, por putas que fossem, eram bobas também, só faziam papai e mamãe... com a Rita, fodi pra valer, meti na frente, atrás, chupei e fui chupado... e pensei: 'bom, a Sônia não tá aqui, então não terá confusão.' Confusão é só quando as duas se encontram.

Pois é, cantei vitória antes do tempo... a Sônia apareceu no dia seguinte. E antes d'eu abrir a boca, foi logo falando:

- E aquela puta?
- Meu Deus, Sônia!
- Deus não tem nada com isso! Cê disse que não levaria nenhuma e levou aquela puta!
- Não foi isso...
- Como não? Eu vim aqui, vim para a casa desse seu amigo, o cara me disse que cê tava com uma namorada da capital, perguntei o nome e ele disse: 'Rita'.
- Mas não fui eu que levei...
- CÊ É UM MENTIROSO E ELA É UMA PUTA!
- PUTA É QUEM XINGA!
- Meu Deus...

A Rita tinha aparecido, para começar uma briga. E meu amigo, desesperado, porque logo o prefeito ia aparecer com um monte de gente da política local, e o pai dele não queria de jeito nenhum confusão por lá...

As duas se atracaram, rolaram pelo chão, estavam a puxar o cabelo uma da outra, e meu amigo:

- Faz algo, Paulo!
- Cê me ajuda a separar elas, mas não tenho como impedir um escândalo...
- Pelo amor de Deus, o pai logo vai chegar aqui com um monte de gente!

Então tive uma idéia, uma idéia que logo vi devia ter tido há muito tempo...

Separamos aquelas duas, disse para o meu amigo segurar a Sônia com ele que eu ia dar um jeito na Rita, e depois na Sônia, e arrastei a Rita até meu quarto.

No caminha a Rita chorava, gritava e me xingava, seu puto, mentiroso e puto, cê me enganou, ela estava aqui o tempo todo, e nhenhenhem...

Eu nem respondi, quando cheguei até o quarto eu sentei e puxei ela para a colocar de bruços sobre meus joelhos. Ela ficou surpresa, mas logo estava me xingando de novo, e eu comecei a dar uns belos de uns tapas naquela bunda que há muito tempo precisava de uma boa surra: PLAFT, PLAFT, PLAFT...

Ela sempre gritando e me xingando, seu puto PLAFT safado PLAFT cínico PLAFT cê vai ver comigo PLAFT... e eu ralhando com ela, perdi tempo PLAFT tentando ser PLAFT civilizado com cês duas PLAFT agora vai ser assim PLAFT na base PLAFT da palmada PLAFT PLAFT PLAFT...

Ela ainda tentava sair, pular fora, esperneava e esbracejava, sempre gritando e me xingando, e eu batendo, PLAFT PLAFT PLAFT...

Quando senti que ela estava começando a fraquejar, eu disse:

- Que tal se eu levantar a saia?
- Cê não tem coragem, não é homem pra isso!
- Acha que não? Tá duvidando?

E eu levantei a saia dela e ainda lhe tirei as calcinhas: PLAFT PLAFT PLAFT...

Ela ainda tentou cobrir a bunda com a mão, mas eu segurei a mão dela contra as costas e continuei a surra: PLAFT PLAFT PLAFT...

No final foram 5 minutos de surra em cima da saia e mais 5 na bunda pelada. E ela no final estava chorando a dor e a humilhação, afinal uma mulher grande (o que não quer dizer adulta...) apanhando na bunda...

Acabei e a levantei, pois tinha que resolver o problema da Sônia também. Enquanto eu ia atrás da Sônia a Rita ficou em pé, chorando e soluçando, de dor, vergonha e raiva, com as calcinhas arriadas e a saia levantada, alisando com as mãos a bunda inchada que estava de fora.

Quando vi a Sônia, ela estava chorando num canto, deixara de se debater quando eu levei a Rita dali, e ficou chorando e se lamentando, ao lado do meu amigo, que estava com o rosto todo marcado pelas unhadas dela.

Quando ela me viu começou a me xingar, dizendo que eu era um grande putão, que eu enganava ela, levei a Rita e deixei ela na capital, nhenhenhem...

Eu disse pro meu amigo que agora ia cuidar da Sônia e arrastei a Sônia para meu quarto onde já estava a Rita. A Sônia viu a Rita e quis partir pra cima dela, mas eu estava segurando, e a Rita, ao contrário de enfrentar a rival, o que sempre fazia, se encolheu, fugindo da Sônia. Isso me animou, a surra deu resultado.

E comecei a dar à Sônia o remédio que tinha dado à Rita: deitei ela no colo e PLAFT PLAFT PLAFT...

A Sônia fez o mesmo que a Rita, chorava, gritava, esperneava e esbracejava, mas eu a tinha firme sobre os meus joelhos para apanhar no rabo: PLAFT PLAFT PLAFT...

Batia com a mão bem aberta, cada tapa mais forte e barulhento que o outro: PLAFT PLAFT PLAFT...

E o resultado foi o mesmo: primeiro gritaria, depois choradeira, depois soluços, e os tapas, que sofriam a concorrência dos gritos da Sônia, no final eram os únicos a serem ouvidos no quarto: PLAFT PLAFT PLAFT...

Passaram-se 5 minutos, e eu então disse:

- É Sônia, isso foi por ter aparecido aqui sem permissão e sem avisar.

E levantei a saia dela, para bater na bunda pelada, dizendo:

- E isso será pelo escândalo que cê e a Rita arrumaram.

E tome PLAFT PLAFT PLAFT no traseiro nu da Sônia, que apanhando no bumbum pelado na frente da Rita, ficou com a cara quase tão vermelha quanto as nádegas, não sabia ainda que a Rita tinha levado uma surra no rabo também.

Numa hora, a Sônia também quis proteger a bunda com a mão, mas como eu já estava meio cansado eu não a tirei, apenas passei a bater nas coxas, que ela não alcançava, e ela acabou desistindo de se proteger. Preferiu enxugar as lagrimas, que eram muitas.

Bom, eu acabei e a deixei de pé, ao lado da Rita. Para terminar a lição, eu perguntei para Rita:

- Cê veio aqui sozinha e sem permissão ou fui eu que te trouxe?
- Vim sozinha - respondeu Rita, com voz baixa e chorosa.
- E tu Sônia, como cê veio para aqui?
- Descobri o endereço e vim... - disse Sônia, com a voz igual a da Rita.
- Pois é, as duas desobedeceram, e qual foi o resultado? Apanharam na bunda. Agora me digam: foi bom uma surra nas nádegas?

As duas disseram que não, e eu então disse:

- Pois vão apanhar mais, e na frente dos convidados do dono desse lugar, no jantar que ele vai dar para o prefeito e os políticos locais, se não se comportarem. Cês agora serão duas amigas minhas da capital, e vão participar do nosso jantar de forma normal e civilizada. E cês já sabem o que vai acontecer daqui em diante quando cês passarem dos limites, não sabem?

E elas participaram, e se comportaram como duas princesas. Sorriam tímidas, e teve até um convidado que me perguntou se as duas eram virgens, e eu respondi que não, pensando: 'se ele soubesse...'.

No dia seguinte, as duas voltaram para a capital. Me disseram depois que foi muito difícil manobrar os carros com as respectivas bundas inchadas, mas chegaram bem lá.

E eu, voltei uma semana depois. Nesse tempo, nunca trepei tanto, o papai e mamãe sem graça das putas locais, mas gozava rapidamente, pois pensava nas surras que dei naquelas duas. Não só gozava rápido, como também gozava até três vezes sem tirar o pau de dentro das xoxotas, e naquela semana eu trepei com 16 putinhas diferentes - sempre pensando em Sônia e Rita, os seus traseiro inchados e vermelhos e nas palmadas que levaram, muito merecidas. Perdi 11 quilos numa semana, voltei para casa magrinho.

De volta a capital, procurei as duas, ainda tinha muito tesão para descarregar, e elas estavam com outros homens, mas deram para mim também. Eu não fiquei enciumado, acredito em relacionamento aberto, elas podiam ter casos com outros homens e eu tinha caso com outras moças. O ciúme é besteira barbara, de que eu pensei que elas estavam curadas..."

- Mas não estavam?
- Por uns meses, enquanto durou a lembrança da humilhação das surras, elas se comportaram, mas depois foram aos poucos voltando a antiga ciumeira idiota de sempre. E quer saber? Eu não reclamo não. Quer dizer, zangado a gente sempre fica, mas no fundo eu hoje acho é bom quando elas passam dos limites...

Saturday, January 31, 2015

SEGUNDO ENCONTRO COM O VAMPIRO DE CURITIBA - Conto de João Palmadas

Conto de João Palmadas

NOTA: Esse conto é uma continuação de Encontro com o Vampiro de Curitiba, da Menininha Malcriada. Para entender bem esse conto é melhor ler a primeira parte.


“Ele está atrás de você”, me disse Kate, em Curitiba. “Eu estou atrás de você”, disse-me ele, logo depois. Agora, em São Paulo, eu me sentia estranha: alguma coisa me deixava inquieta de dia, e com medo de noite.

Isso tinha começado no fim de semana anterior. Eu simplesmente saí para me divertir com algumas amigas. Fomos para uma boate, e lá eu vi os dois: Kate e o Vampiro de Curitiba. Mas o que ele estava fazendo em São Paulo?

Bebi de uma vez um copo de uísque que tinha nas mãos e corri atrás dos dois, mas quando cheguei aonde eles estavam, tinham sumido. Desapareceram no ar, simplesmente. Olhei ao redor, por vários minutos, até chamei “Kate” algumas vezes, porque eu não sabia o nome dele ainda, mas foi inútil, eles tinham sumido.

“Então, ele está em São Paulo... atrás de mim?”, eu pensei.

Mas enfim, desde esse dia, alguma coisa me deixava inquieta e com medo da noite. Uma sensação de perigo eminente, a impressão de que alguém me observava com hostilidade...

Como se eu fosse uma caça na mira de algum feroz predador...

Eu logo culpava o amo da Kate, o Vampiro de Curitiba que, eu sabia, estava em São Paulo, quem sabe para que? Ah, mas eu sabia que ele estava atrás de mim... pelo menos, tinha estado antes.

E veio a lembrança das palmadas, de me sentir dominada e completamente controlada, mas ao mesmo tempo querida e amparada, e disciplinada, sim, mas acho que sabia que no fundo merecia e era bom para mim. Então, passei a sair todas as noites, com minhas amigas ou sozinha, ia a todas as boates que conhecia e algumas que não conhecia, para tentar encontrá-lo, abraçá-lo, beijá-lo, amá-lo... e quem sabe, se eu fosse pentelha o bastante, se ele não me daria mais palmadas, merecidas, dolorosas, mas gostosas... ah, esses pensamentos me faziam cada vez mais uma criatura da noite. Era quase como se eu não tivesse que trabalhar de dia. (Quanto ao trabalho, bem, eu trabalhava de dia, mas na hora do almoço, meio dia às duas da tarde, eu ia cochilar no meu carro, no estacionamento, no banco do carro forrado com almofadas que eu trazia de casa. Aí, eu saia do serviço as seis e meia da tarde e chegava em casa às sete horas, e dormia até as onze da noite, quando acordava para sair para mais uma balada até as cinco da manhã, e voltava para casa, dormia uma hora e meia, tomava um banho rápido e ia para o serviço sem café da manhã, já que eu levava um sanduíche natural na minha bolsa. Para compensar, dormia dez horas por dia sábado e domingo).

Então, eu vivia inquieta, com medo de alguma coisa que não entendia e ansiosa para encontrar o meu Vampiro de Curitiba, que estava em São Paulo.

Isso, até um dia em que tive um sonho. Eu cheguei em casa as sete da noite, caí na cama, cochilei, e vi ele o Vampiro, entrando no meu quarto. E o Vampiro disse:

- Pare de sair a noite, Anna. Você não sabe, mas corre perigo.
- Perigo? Como... - eu ia me levantar da cama, mas ele, com um gesto de suas mãos, me fez ficar paralisada e deitada, e ele disse:
- Durma, querida, durma a noite toda, acorde descansada amanhã e não pense mais em sair pela noite atrás de mim. Eu também não gosto disso de você dormir mal durante a semana porque não quer descansar para trabalhar normalmente, já que prefere ir me procurar pelas boates da cidade. Eu irei até você, quando for seguro.

Naquela noite, eu dormi profundamente, e quando acordei eram cinco e meia da manhã, quase a hora que eu chegava em casa nos outro dias. Acordei muito mais relaxada, mais disposta para trabalhar e com mais bom humor do que o normal. Mas também com medo, com muito medo. O que ele queria dizer com eu correr perigo?

Então, eu fiquei cinco, seis dias sem sair a noite. Eu trabalhava, eu queria sair, mas quando anoitecia, eu tinha mais medo do que antes, queria ir para casa e ficar lá. Dormia cedo e acordava cedo, tomava café da manhã e chegava bem descansada no trabalho, onde tinha um rendimento melhor do que antes, com o novo regime de sono.

Mas o tempo foi passando, e a impressão que o sonho tinha me deixado foi aos poucos se enfraquecendo, mas o desejo não, a vontade de encontrá-lo, não, e eu pensei: "será que foi só um sonho bobo? Se foi isso, não tenho do que temer, e isso é bom. E se foi de verdade que ele me mandou ficar em casa e parar de sair a noite? Então, se eu o desobedecer, ele pode ficar bravo e me dá mais algumas palmadas, e isso é melhor ainda!"

Então, eu chamei um taxi por telefone, perguntei ao motorista se ele conhecia uma boa boate, ele me disse que sim, e eu pedi para ele me levar para lá. E lá fomos nós.

Fomos por um caminho que eu não conhecia. Até aí, tudo bem, São Paulo é grande, acho que não conheço 90% da cidade e deve haver muitas boas boates por aí que eu nem imagino que existam. Só que eu reparei que o vento estava muito frio, o que era anormal naquela época do ano. Eu pedi para o chofer fechar a janela e ele me ignorou.

“Mal educado”, pensei. Mas havia alguma coisa mais além de má educação, alguma coisa que me assustava, como o vento frio também me assustava. Então, passamos por uma rua totalmente escura, o que nunca seria normal, as luzes dos postes estavam todas apagadas, as casas estavam todas escuras. Como isso era possível? Mesmo quando os postes de luz estão escuros, ainda assim alguma casa ou loja sempre tem alguma luz... mas naquela estranha rua, não havia lojas, nem mesmo prédios, só casas escuras, milhares delas, até onde minha vista podia alcançar, e algumas estranhas árvores que pareciam homens desesperados se contorcendo de dor.

Então, o chofer do taxi estacionou numa vaga e se virou para mim, sorrindo de um jeito assustador.

- Eu não vejo nenhuma boate aqui – eu disse, tremendo de medo.
- Não é para sua diversão, senhora, é para a nossa – ele respondeu, rindo de um jeito que arrepiou meus pelos e gelou minha barriga.

Saí correndo do carro, e ele riu mais ainda, dizendo:

- Corra, senhora, essa é a idéia!

E de repente me vi cercada por quatro homens, que também sorriam para mim de um jeito assustador.

- Quem são vocês? Onde eu estou?

Eles riram e, rindo, me mostravam os dentes caninos, longos e pontiagudos...

- Não, vocês são vampiros!

Eu me virei para fugir, mas o chofer estava atrás de mim, rindo também e também com os longos e ameaçadores caninos típicos dos vampiros. Eu estava cercada, e os cinco vampiros se aproximavam de mim, com sorrisos ferozes que mostravam seus dentes de vampiro. Eu comecei a chorar e me ajoelhei, implorando por minha vida.

- Não, por favor, poupem-me, eu não fiz mal a vocês, piedade...

Mas eles não me davam atenção, e chegando cada vez mais perto eles deixavam bem claro o que queriam, beber todo meu sangue, quem sabe também me transformar numa escrava morta-viva deles...

Só que isso não aconteceu porque, de repente, uma estaca de madeira atravessou o peito do chofer, e como acontece nesses casos o vampiro voltou a ser o que os vampiros devem ser, um cadáver.

Os outros quatro vampiros se voltaram para a direção de onde tinha vindo a estaca. Eu também olhei para lá e vi o Vampiro de Curitiba, meu salvador. Ao lado dele, estava Kate, e um moço e uma moça que eu não conhecia. Deviam ser vampiros também, aliados ou servos do Vampiro de Curitiba.

- Ele está morto, traidor, você matou um de sua própria espécie, e para que? Por uma mortalzinha que deveria servir como fonte de sangue, que é para isso que servem os mortais – disse um dos vampiros que queriam beber meu sangue, o mais alto deles.

- Essa mortalzinha não servirá de fonte de sangue para vocês, cafajestes. Eu tenho planos para ela. E eu não matei ainda esse chofer traiçoeiro de vocês, só precisam remover a estaca. Deixem ela conosco e vocês poderão ir. Do contrário, vocês quatro contra nós quatro, veremos quem leva a melhor. Se vocês perderem, morrerão de vez, porque além de enfiar uma estaca em seus corações cruéis eu removerei suas cabeças e as queimarei. Será que vale a pena arriscar sua imortalidade por uma mortal?

Os quatro vampiros se olharam, como se conferenciando em pensamento. O vampiro mais alto, que pelo jeito era o chefe, disse então.

- Não, não vale. Pode ficar com sua amiguinha mortal desde que nós possamos levar o corpo de nosso companheiro em paz.

Eles se afastaram de mim e eu corri para ele, para o Vampiro de Curitiba, meu salvador. Eu estava chorando ainda, mas desta vez de alívio e felicidade. Ele simplesmente disse:

- Você tem dormido pouco e isso que aconteceu deve ter te cansado, Anna. Por isso, durma – e eu dormi.

Acordei na minha cama, em casa, pouco antes da hora de ir trabalhar. Foi o despertador que me acordou. Eu me sentei na cama e falei sozinha:

- Um pesadelo, foi só um pesadelo...

Mas quando eu estendi a mão para desligar o despertador eu senti que tinha um papel debaixo do relógio. Surpresa, peguei o papel e vi que era um recado para mim. Eu li, e me apavorei com o que estava escrito:

“Você me desobedeceu e quase perde a vida por isso. Saiba que estou em São Paulo em missão, combatendo vampiros perversos. Eles me vigiam e eu os vigio. Quando você me viu na boate e depois me chamou e chamou a Kate, eles começaram a desconfiar que houvesse alguma coisa entre nós. A intenção deles era te capturar para usá-la contra mim. Por isso te mandei ficar longe da vida noturna, para te proteger. Custava esperar uns dias, até eu dizer que era seguro? Mas você me desobedeceu. E eu não tolero isso. Quando mando em você, quero ser obedecido, porque quando mando em você, mando para seu bem. Para ter certeza que da próxima vez eu serei obedecido, eu te castigarei quando minha missão terminar. Até lá, não saia de noite e durma cedo.”

Bem, agora eu sabia duas coisas: primeiro, que não fora um pesadelo o que eu tinha passado na noite anterior, mas real, bem real, o que me encheu de medo. Quantos monstros andam pela noite, nas grandes cidades, e transportam suas vidas para ruas estranhas de cidades fantasma? Por que é claro que a rua para onde o chofer vampiro tinha me levado não era de São Paulo, mas de algum lugar terrível e mal-assombrado para o qual eu tinha sido transportada de alguma maneira mágica e sinistra. E saber que isso não tinha sido um pesadelo me assustou.

Mas o pior foi saber que eu ia levar umas boas palmadas, de novo! Era isso que ele queria dizer quando falava em me castigar. Me deitar de bruços em seu colo, levantar minha saia, abaixar minhas calcinhas (ou abaixar minha calça ou meu short e minhas calcinhas junto, se eu não usasse uma saia, tanto faz) e dar tapas e tapas e mais tapas, encher meu bumbum de palmadas, palmadas fortes e rápidas, dessas de me deixar com a bunda inchada, vermelha e vários dias sem poder sentar.

Com isso na cabeça, eu tomei um banho rápido, me arrumei e fui trabalhar. Enquanto trabalhava, eu não conseguia tirar da cabeça o que ele iria fazer comigo. Quando seria? No dia seguinte, na semana seguinte, talvez no mês seguinte. Talvez até mais tarde. O certo é que eu iria apanhar no bumbum. E de novo. Pois eu desobedeci e por isso quase morri. Ela não perdoaria isso, porque ele queria ter certeza que na próxima vez eu obedeceria. Me sentia como uma menininha que tinha feito uma travessura e iria apanhar por isso, sabendo que não tinha como escapar, então desejava que a surra viesse logo.

Eu tentei me concentrar no trabalho, tentei evitar pensar na surra certa que iria levar no bumbum, mas era impossível. Uma colega até reparou no meu jeito e perguntou:

- Anna, aconteceu alguma coisa?
- Oi? Não, nada demais.
- Você está com uma esquisita expressão de vergonha...
- Vergonha? Não, eu estou pensando em alguns problemas na família, só isso.

Expressão de Vergonha! Sim, devia estar. É constrangedor uma mulher da minha idade apanhar no bumbum como uma menininha... isso me deixava mesmo envergonhada. E quando eu pensava na surra que iria levar, eu acho que o constrangimento aparecia nas minhas expressões.

Eu guardei o bilhete dele na minha bolsa. Peguei, reli. Não, não era um pesadelo, era real, estava lá, na minha mão. E ele dizia: “eu te castigarei quando minha missão terminar”. Sim, me castigará. Se ele diz que faz uma coisa, ele faz. E se ele diz que me castigará, e isso quer dizer que me dará palmadas no bumbum. Mas quando?

Por muitos dias, eu só pensava nisso. Eu passei a me comportar super bem: dormia cedo, acordava cedo. Do trabalho ia pra casa e da casa ia para o trabalho. Não quis saber de diversão noturna, só quando ele dissesse que eu poderia. Lembrei-me de um momento da infância, quando fiz uma travessura no carro e minha mãe disse que iria me bater, então fiquei quietinha até chegar em casa e aí mamãe falou que não adiantava nada ficar quieta, eu iria apanhar do mesmo jeito. Sim, eu era de novo uma garotinha esperando as palmadas.

Nesses dias, quando me deitava na cama para dormir, eu pensava na surra que ele me daria. Eu tentava pensar na primeira surra que ele me deu, em Curitiba. E que também foi por desobediência. E como ele deixou meu bumbum rosado, depois vermelho, e me fez prometer que não desobedeceria mais... promessa que não mantive.

Eu ficava ansiosa e nervosa pensando na surra que levaria, mas havia também algo estranho: eu também ficava excitada, até mesmo molhadinha em certa parte do meu corpo, uma parte que ficava perto do bumbum que iria apanhar... uma parte de mim temia a dor e a humilhação, outra parte esperava por um orgasmo ou algo assim... e nada disso estava sobre meu controle. Mesmo que uma parte de mim gostasse das palmadas e até estivesse ansiosa por uma boa surra no bumbum, isso não tinha importância. Eu apanharia mesmo se detestasse, porque eu não ia apanhar no bumbum porque queria ou porque deixava de querer, ia apanhar no bumbum porque desobedeci mais uma vez.

Um pouco para esquecer essa confusão de sentimentos, um pouco porque a expectativa das palmadas me transformaram numa boa menina (mesmo sabendo que era inútil, a surra vinha de qualquer maneira e pronto, pensar nas palmadas me faziam mais comportada), eu me dedicava cada vez mais ao trabalho. O chefe percebeu isso e passou a me mandar a reuniões e mais reuniões, onde eu representava a empresa e discutia com gerentes de bancos, empresários, advogados, etc. Um dia, eu fui até a sala de reuniões da matriz de uma multinacional aqui em São Paulo, e...

... e lá estava ele, o Vampiro de Curitiba. Eu tinha que admitir que ele melhorou muito em relação ao nosso último encontro, naquela rua estranha que ficava dentro de São Paulo mas não era em São Paulo, e sim em algum lugar mágico aonde seres sobrenaturais levavam suas vítimas humanas. Na multinacional, o Vampiro vestia um elegante terno que lhe caia bem, calçava sapatos importados, usava um relógio negro e dourado que se podia ver que era caríssimo. Uma pasta negra, parecida com a que James Bond usa em alguns filmes, estava sobre a mesa. Alto, de ombros largos, com olhar sério e determinado, ele tinha a aparência de força e autoridade que todo disciplinador deve ter.

- Você... como...?
- Primeiro, Anna, eu quero dizer que você não precisa se preocupar com seu chefe nem com seu emprego. Aqui está o contrato que o presidente desta multinacional no Brasil deveria assinar. É um contrato bom para sua empresa. O presidente da multinacional passará o resto da vida achando que teve uma reunião com você e foi convencido a assinar o contrato. Ele dirá isso ao seu chefe que não terá motivos para duvidar, é claro. É mesmo capaz que seu chefe te promova. Bem, nada disso é difícil para quem tem poderes especiais.
- Ah, obrigada... – eu disse, quando peguei o contrato. Eu tremia desde que o vi. Ele me pegou totalmente de surpresa. Será que as palmadas seriam nessa sala de reuniões? Ah, tomara que não, eu morreria de vergonha se algum estranho entrasse e me visse apanhando no bumbum nu, deitada de bruços no colo dele... mesmo se apenas ouvissem o barulho das palmadas, isso já seria o bastante para eu chorar de vergonha.

Como se tivesse lido os meus pensamentos, ele disse:

- Não se preocupe com os funcionários dessa multinacional nem com ocasionais visitantes. Eles não entrarão nessa sala nem ouvirão o barulho feito aqui dentro, portanto você pode gritar, chorar e espernear o quanto quiser. Isso também é por causa dos poderes especiais. A propósito, eu não quis te esperar na sua casa porque eu não quero que meus inimigos vampiros saibam onde você mora.
- Seus inimigos vampiros... sua missão não terminou?
- Ah, terminou e foi um sucesso. Um dia te conto os detalhes, pois hoje eu não posso. Mas se quiser ter uma idéia, pense num filme de detetive com vampiros, bruxos, fantasmas e lobisomens em vez de policia e bandido, é mais ou menos assim. Mas mesmo minha missão tendo terminado, eu não te visitarei em sua casa por medida de segurança.
- Ah, sim, entendo...
- E entende também o que farei hoje, espero. Agora, venha comigo até o sofá que está no canto. O sofá não é dessa sala, sabe? Mas eu fiz trazerem ele para cá para você se sentir mais confortável.

Eu obedeci e fui com ele até o sofá. Mas não parei de tremer nem por um instante. Tremia de medo e um pouco de vergonha, mas também de excitação. O que aumentava a vergonha, eu estava indo apanhar como criança contra minha vontade, de um homem que se achava no direito de surrar meu bumbum quando achasse que eu precisava e merecia, como isso podia me deixar excitada?

Quando chegamos ao sofá, ele se sentou, agarrou meu braço e me puxou, me deitando de bruços em seu colo. Ele desabotoou minha calça e a abaixou até os joelhos. Depois, abaixou minhas calcinhas, com calma, olhando com prazer meu bumbum grande, redondo, liso e branco. Ele achou meu bumbum lindo, sem dúvida nenhuma.

Ainda fiz um débil protesto:

- Por favor, você não precisa fazer isso...
- Eu quero ter certeza de que se eu te der uma ordem você vai obedecer – ele respondeu, com sua voz firme e séria. E me deu a primeira palmada:

SMACK

Foi bem forte, me acertando no lado direito do bumbum. A outra foi no lado esquerdo.

SMACK

Ele parou, vendo como minha pele branca ficava vermelha. E ele me deu mais oito palmadas, quatro em cada lado, às vezes um pouco acima, às vezes um pouco abaixo, de modo que as dez palmadas cobriram todo o meu bumbum.

- Agora, Anna, você vai dizer essas palavras: “Obrigada pelas palmadas, senhor vampiro. Eu preciso aprender a obedecer, senão eu posso perder minha vida, e levar palmadas no bumbum é a melhor maneira de aprender obediência. Muito obrigada”.
- Que? Tenho que falar isso também?
- A cada dez palmadas, sim.

E eu pensei: “Então serão muitas palmadas? Ele vai dar muito mais que dez?”

- E se eu não falar?
- Então, pego o chinelo.
- Tudo bem, eu falo. Obrigada pelas palmadas, senhor vampiro. Eu preciso aprender a obedecer, senão eu posso perder minha vida, e levar palmadas no bumbum é a melhor maneira de aprender obediência. Muito obrigada.
- Boa menina.

E ele então me deu mais dez palmadas, cinco fortes no lado direito do meu bumbum, cinco fortes no lado esquerdo:

SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK

E ele então parou, mas sem me soltar. Eu vi que ele estava me esperando falar e eu falei:

- Obrigada pelas palmadas, senhor vampiro. Eu preciso aprender a obedecer, senão eu posso perder minha vida, e levar palmadas no bumbum é a melhor maneira de aprender obediência. Muito obrigada.

Ele me ouviu com uma cara bem séria, e aprovou o que eu disse com a cabeça. E me deu mais dez palmadas:

SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK

E eu tive que agradecer de novo pelas palmadas, para ele me dar mais dez:

SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK

E eu agradeci de novo, para levar mais dez palmadas de novo e de novo agradecer e de novo levar palmadas no bumbum… E eu não sei quantas palmadas levei, mas foram mais que 100, com certeza. Eu estava em lágrimas na última vez que agradeci:

- Uiii, snif... ui, ui, snif... obrigada pelas palmadas... snif, senhor vampiro, snif, snif. Eu preciso... snif... aprender a obedecer, senão... snif... eu posso perder minha vida, snif... e levar palmadas no bumbum... snif é a melhor maneira de aprender obediência, snif, snif... Muito obrigada, snif.
- Você é uma boa menina.
- snif, snif...

Ele me levantou, me beijou na testa. Eu gostei do beijo dele e sorri, embora ainda chorasse um pouco e meu bumbum estivesse em chamas. Eu alisei bem de leve meu bumbum, e ardeu como se eu tivesse passado ferro em brasa nele. Mesmo sem tocar, só com a mão perto, dava para sentir como estava quente. Eu olhei para a janela cujo vidro servia com espelho, e levei um susto: nunca imaginei que ele pudesse ficar tão vermelho, com marca de dedos nos lados, principalmente onde as nádegas se encontravam com as coxas. Dois tomates inchados era o meu bumbum, naquele momento.

- Anna – Ele me disse – agora vamos ver se você aprendeu a obedecer. Você ficará de castigo naquele canto, em pé, os braços abaixados e as mãos cruzadas para frente, sem permissão para olhar para trás, até eu tirar você do castigo. Seu bumbum ficará a mostra, e você não deve cobri-lo, entendeu?
- Sim, senhor vampiro – eu respondi.

Ele tinha feito um cartaz de cartolina onde estava escrito: “estou de castigo”. Quando eu fui para o canto, ele grudou o cartaz nos meus ombros com durex, e também com durex ele prendeu minha camisa de modo que ela não cobrisse meu bumbum. Minhas calças e minhas calcinhas ficaram abaixadas.

Então, o vampiro foi até a porta e disse:

- Podem entrar, colegas. Espero que não tenha esperado muito.
- Oh, não, acabamos de chegar – disse uma voz de homem.

Então, ele tinha marcado uma reunião com os outros vampiros ali? E eles todos veriam meu castigo? Eu morri de vergonha, e quase tive uma crise muito maior de choro do que antes. Uma voz feminina disse:

- Ui, que vermelho mais vivo! Posso passar um cremezinho nela?

“Kate! Essa é a voz de Kate!”, eu pensei, ficando com mais vergonha ainda, embora isso seria de se esperar, ele estava com Kate em São Paulo, estavam juntos na missão, ela também é vampira, e ela devia saber como são os castigos dele...

- Agora não, Kate – disse o vampiro – depois da reunião, talvez.

Ainda ouvi alguns risinhos, que me deixaram com mais vergonha ainda, e os vampiros então passaram a discutir os assuntos da reunião, como se eu não estivesse ali, na mais humilhante situação da minha vida.

- Nossos inimigos vampiros fugiram de São Paulo – disse um deles.
- Não temos certeza ainda – respondeu uma vampira que não era Kate – eles podem estar escondidos, esperando a gente voltar para nossas cidades.
- Se for isso, eles têm alguém nos vigiando.
- E nós já teríamos percebido isso, porque ninguém pode vigiar um vampiro sem que este perceba.
- Eles não precisam nos vigiar. Eles sabem que gostamos de hotéis de luxo, então só precisam hipnotizar um empregado do hotel e perguntar se o estranho hospede que nunca aparece de dia, só a noite, ainda está lá.
- Isso tem dois lados. Também podemos hipnotizar um empregado e perguntar se alguém andou fazendo pergunta.
- Vocês se esquecem que eles têm informantes nas nossas cidades? Se aparecemos lá, isso quer dizer que não estamos aqui e eles saberão.
- É um dilema: se ficamos aqui, eles somem. Se sairmos daqui, eles voltam. E se eles voltam mais fortes, podem nos derrotar na próxima vez.
- E eles sabem que vamos ter que voltar um dia para nossas cidades. E esse dia não vai demorar muito.
- Mas não podemos deixá-los tomar São Paulo. Se fizerem daqui sua base, eles serão o bando de vampiros mais forte de toda América do Sul.
- Não, não podemos. A situação é essa: Não podemos deixar nossas cidades, quando sairmos eles voltarão e voltarão mais fortes. Teremos que voltar de novo, e desta vez mais fortes também.
- Proponho que fiquemos em São Paulo até entrarmos em acordo com outro bando de vampiros. Eu tenho contatos com vampiros argentinos. Eles podem se juntar a nós, para impedir que um único bando de vampiros domine São Paulo.
- É uma boa idéia. Ficaremos aqui até entrarmos em acordo com os argentinos. Quando voltarmos para nossas cidades, teremos que brigar com outros invasores, mas podemos fazer isso, desde que nossos inimigos não dominem São Paulo. Mas temos que ter certeza de que, quando precisarmos voltar para São Paulo, os argentinos virão conosco. Assim, pegaremos os vampiros inimigos de surpresa. Eles estão só esperando a gente sair para voltar, com toda certeza.
- E nesse momento, devem estar reunidos em algum lugar, pensando em como voltar mais fortes.

Os vampiros falaram sobre isso, a política interna dos vampiros, durante umas três horas. Eu ouvi, mas não ousei olhar para eles. Eu não queria desobedecer o Vampiro de Curitiba de novo, e além do mais estava morrendo de vergonha e não queria mostrar a cara. Eu com vergonha e os vampiros pareciam não ligar mais para mim, preocupados com os assuntos deles. Devem ter vistos muitos bumbuns vermelhos de mulheres mortais desobedientes. Quando falo vampiro, quero dizer vampira também. Havia mais vozes femininas que masculinas, naquela reunião. Eu não sei se é porque mulheres falam mais que homens, mas parecia que dois terços dos presentes eram vampiras, entre elas Kate.

Mas enfim, depois de três horas a reunião terminou. Eu estava com os joelhos doendo, embora meu bumbum doesse muito mais, e doida para ir ao banheiro. Mas a reunião terminou e aí Kate veio até mim, para passar um creme no meu bumbum. E ela disse:

- Está melhor, Aninha? Você está gostando disso, eu passar o creme no seu bumbum?
- Sim, Kate, estou, do jeito que você passa é gostoso, muito gostoso...
- Foi uma surra e tanto, pelo jeito... Mas é bom, porque agora você vai obedecer e não correrá mais risco de vida, não é, Aninha?
- Sim, Kate, foi bom por isso.

“E também foi bom pela dor, pela humilhação, por ter sido exposta numa situação embaraçosa para um bando de estranhos, por ter ficado de castigo e pelo controle que ele passou a ter sobre mim”, eu pensei, “tudo isso foi muito excitante, e eu sinto vontade de gozar. Eu sei que a intenção dele foi me castigar e não me excitar, mas isso só aumenta o prazer”.

- Pode sair do castigo, Anna – disse o Vampiro de Curitiba – você deve estar querendo ir ao banheiro. Pode ir, e pode se vestir também.
- Obrigada, senhor vampiro.

Eu fui ao banheiro e me aliviei. Depois, eu me vesti. O meu bumbum ardeu quando entrou em contato com o tecido das minhas calcinhas, e eu quase chorei de novo.

- Anna – disse-me o vampiro – espero que você não se importe se eu aparecer em sua casa, num momento melhor.
- Não, não senhor vampiro – eu disse, excitada com a idéia – pode vir me visitar, quando quiser.
- Bem, como não sei direito a situação de meus inimigos, não irei hoje, mas um motorista desta multinacional te deixará lá. Você irá com ele para sua casa, por uma questão de segurança.
- Sim, senhor vampiro, eu entendo.
- Hmmm... agora você obedece... isso é bom.

E o motorista me levou para casa. Eu tive dificuldade durante o caminho, porque sentar no carro era muito doloroso para mim, mas agüentei bem, no final das contas. Uma vez em casa, tomei um banho e caí na cama. Dormi nua e com o bumbum vermelho para cima.

No outro dia, fui trabalhar, de saia, porque uma calça ainda era muito dolorida para meu bumbum. Eu também fui usando uma calcinha mais sexy, tipo fio dental, embora não fosse porque eu queria ser sexy, mas por outro motivo. E também levei uma almofadinha para a cadeira. Como o Vampiro disse, o meu chefe me elogiou por ter conseguido um bom contrato e prometeu me indicar para uma promoção.

E quando voltei para casa, encontrei um outro bilhete, que dizia: “Voltaremos a nos encontrar na próxima semana, querida. Eu tenho que voltar para Curitiba para resolver alguns problemas. Mas agora que você me convidou, eu posso entrar na sua casa quando quiser, porque um vampiro só pode entrar na casa de um mortal quando é convidado. Sabe, eu não entrei na sua casa quando te salvei, eu hipnotizei um mortal e ele te deixou na sua casa por mim. Mas da próxima vez eu entrarei, e prometo que nos divertiremos muito”.

E eu acredito nele, ele me prometeu um castigo e cumpriu, como meu bumbum é testemunha. Agora, ele promete diversão, e eu fico pensando como será. Tenho certeza que será bom.

Monday, January 12, 2015

O PRECEPTOR PARTE 2 - de GABRIELA VENTURA

                                                                                                    Conto de GABRIELA VENTURA



Recomeço minha história de onde parei, pois em 2007 aconteceu uma grande virada em minha vida!

Meu pai finalmente acordou do coma!

Ele se recuperou em alguns meses e a primeira providencia que tomou quando voltou para casa foi reassumir os negócios e me cuidar de verdade como ainda não tinha feito. Providenciou uma faculdade para mim (administração é claro), me passou ações para quando eu me formasse, enfim, deixou de ser tão frio como pai.

Mas veio a parte ruim também que era as cobranças, os exageros nos cuidados e a pior parte que foi quando o Rodrigo foi embora, pois com meu pai de volta ele agora só era necessário na empresa.

Senti tanta falta dele inclusive das surras que me faziam explodir de tesão a ponto de me masturbar sozinha várias vezes(sem meu pai sequer imaginar é claro) até que não agüentei mais e chamei o Rodrigo lá em casa e contei para meu pai sobre nosso namoro o que deixou ele surpreso mas no fundo feliz pois se eu casasse com ele os negócios da família estariam garantidos.

Mais 2 anos se passaram e muita coisa mudou, eu agora estava estagiando na empresa do meu pai, estava noiva do Rodrigo de casamento marcado e tudo! Agora eu tinha colegas de trabalho, mil coisas pra fazer e mal podia transar á vontade com Rodrigo mas eu recompensava ele deixando ele me surrar a vontade como e onde ele quisesse!

Em 2010 finalmente me casei com Rodrigo numa cerimônia linda! Com decoração própria na igreja, flores, orquestra pra marcha nupcial e tudo do bom e do melhor na recepção para 500 convidados entre amigos nossos, empresários, familiares meus e dele.

E como não poderia deixar de ter, na nossa lua-de-mel, claro que levei umas palmadas (por ter me atrasado como noiva, obviamente uma brincadeira só nossa)usando ainda o vestido de noiva, no colo dele, de saia levantada, ainda de calçinha (bem transparente claro).

Não foi uma grande surra como ele já havia me dado, foi mesmo só para esquentar! E como! Aquelas palmadas esquentaram meu bumbum e a minha "periquita", ou seja, minha noite de núpcias foi sexualmente inesquecível!

O tempo foi passando e as coisas foram melhorando.

Cada dia que passava nosso casamento se "exaltava" cada vez mais, transávamos todo dia e toda hora e claro eu provocava ele e ganhava várias surras na bunda!

Ele me bateu com todos os tipos de instrumentos como nos tempos de colégio interno. Destaque para o chinelo brasileiro, a slipper americana, a cane e a padlle de volta! Sem deixar de lado a mão dele claro! E ainda teve uma novidade: durante uma viagem ao Brasil (cidade de Goiânia), eu mostrei a ele um pouco da nossa vegetação e ele resolveu "experimentar" umas varas em mim.

E la fui eu abaixar as calças com calçinha e tudo e tomar uma surra que me deixou com a bunda listrada e bem ardida pois apanhei de vara de marmelo,goiabeira e laranjeira!

Em 2012 começamos a explorar as novidades do mundo do spanking através da internet!

Tudo que víamos de novidade fazíamos igual sempre com uma dose de sexo depois!

Um dia aconteceu uma situação embaraçosa, pois estávamos em nossa casa "brincando" pra variar: eu estava de blusa normal, mas já com a metade da calça abaixada aparecendo a calcinha quando meu pai chegou de surpresa e quase nos pegou no flagra!

Ele trouxe alguns convidados e o jantar correu normalmente até chegar a hora da sobremesa quando Rodrigo me chamou no canto da sala e me contou que sabia de um grupo interessado em nossas "brincadeiras", na hora não sabia o que fazer, mas ouvi com muita atenção e fiquei espantada com a proposta dele...

A proposta era a seguinte: Viajar para os EUA conhecer atores de spanking ao vivo e aproveitar para sermos introduzidos neste mundo de uma vez por todas!



A proposta partiu de um amigo de meu pai que percebeu pela movimentação o que estava acontecendo, mas claro não contou nada ao meu pai.

Viajamos e conheci atrizes spankees e atores spankers de todo o mundo!

Com eles pude aprender mais coisas além das que eu já sabia como truques de posicionamento, reações adversas a algum determinado tipo de surra, expressões faciais (como por exemplo quando fazer beicinho
de menininha que merece palmadas quando apronta ou então fazer cara de mulher fatal antes de uma boa surra de cinto) e o mais importante como provocar meu marido sempre que quiser levar uma deliciosa surra de prazer e vem funcionando tão bem que só para enumerar todas, esta história teria que ter até a décima parte continuada mas vamos lá:

Provoquei ele de diversas formas:

Primeira: andando de bicicleta de sainha pequenininha e mostrando a calcinha branquinha no quintal da nossa casa da toscana (presente de casamento de uns parentes dele) o que me rendeu umas palmadas em plena rua! Aquilo em deu um fogo...

Segunda: em plena reunião de negócios me fiz de distraída e me abaixei uma hora pra pegar uns documentos e deixei o "cofrinho" branquinho de fora (começo da bunda) o que me rendeu umas chineladas na sala dele na empresa o que me "queimou" muito!

Terceira: em plena viajem nos Alpes suíços fiz umas bolas de neve pra uma guerrinha particular com ele (parece coisa de criança) mas o perdedor teria que pagar um preço e claro que eu perdi pois ele é bem mais forte de que eu, e o pagamento foi levar umas palmadas de bunda de fora em plena montanha deserta de gelo pelo menos pude curar o meu bumbum ali na hora mesmo refrescando ele na neve e chupando meu marido logo depois!

Quarta e última das principais: no Brasil eu levei ele num hotel perto de uma favela e entrei no clima do lugar e aprendi a dançar funk e claro para provocá-lo resolvi mostrar como eu aprendi a dançar o quadradinho de quatro, resultado: enquanto dançava levei uma gostosa e prolongada surra com cane, paddle, cinto e várias daquelas varas da viagem á Goiânia! Fiquei sem poder sentar por dias!

Resultado: nessas quatro vezes transamos tanto que na última dessas aventuras eu engravidei e nós dois viramos um casal aparentemente normal e comum, mas como pra tudo da-se um jeito...

Nossa felicidade está garantida para sempre neste maravilhoso mundo do spanking aonde fui introduzida oficialmente pelo meu amado preceptor!

Sunday, November 30, 2014

FALTANDO NO EMPREGO - Conto da Menina Travessa

Lá estava eu de volta ao trabalho depois de algumas faltas, não podia mais adiar tinha que voltar senão acabaria perdendo o emprego e isso me faria levar uma boa surra em casa, pois iria ter que explicar direitinho e voltar ao trabalho também me custaria um bom castigo.

O chefe não deixaria barato, mesmo eu tendo bolado uma boa desculpa pra justificar, ele não deixaria passar em branco esse episódio.

Eu sabia que iria apanhar, um chefe rigoroso enérgico feito ele não perdoaria mesmo justificando a falta, então vesti um fio dental preto bem pequeno, pois já que ia levar uma surra então seria mais um motivo...

Comecei o dia de trabalho tranquila, checando os emails e esperando ler algum ou até mesmo vários do chefe mas para minha surpresa não havia nenhum.

Bom, resolvi não me preocupar, pois uma hora ele iria aparecer ou acabaríamos nos encontrando nos corredores.

Segui minha rotina, fazendo tudo o mais perfeitamente possível, entregando relatórios, checando isto e aquilo e acabei bem vendo a hora passar, saí para o almoço, retornei e ainda tinha muita coisa pra fazer afinal o serviço acumulou muito mas eu estava indo muito bem dando conta de tudo sem sufoco.

A tarde foi passando e nada dele aparecer, comecei a me perguntar se ele não achava mais necessário castigar os erros de suas funcionárias, esse pensamento me deixou triste, não iria mais ter graça aquele trabalho rs pensava meu inconsciente...

As horas se passaram e quando o expediente acabou e todos saiam eu fiquei para trás guardando alguns papéis na gaveta.

Eu estava sozinha na sala, minha mesa ficava no fundo, eu já estava de pé, mas ainda de costas para entrada da porta, mas pude notar quando ele chegou lá e ficou parado, observando tudo. Ele se aproximou e veio até minha mesa, olhou, e não havia mais nenhum papelzinho sequer em cima dela, tinha feito tudo até mais, tinha adiantado um pouco do trabalho para o dia seguinte, e quando me virei para encará-lo eu tinha um leve sorriso de satisfação no meu rosto pelo dever cumprido. Ah, engano meu, não importava a ele o trabalho feito, mas sim o bom motivo que ele tinha para me dar uma surra, mas ali? Será? Fiquei me perguntando e agora será que ele vai me bater? Claro que vai.

Ele bateu palmas olhando pra mesa e depois me olhou fixamente e disse:

- Muito bem, apesar de ficar ausente por uns dias colocou seu trabalho em ordem. Mas isso não significa que eu lhe perdoe por deixar seu posto vago, e as palmas para sua mesa serão batidas nesse seu traseiro só pra começa seu castigo.

Gelei.

Mais direto que isso impossível. Ele me olhou, ainda estávamos de pé, frente a frente.

Ele enfiou as mãos nos bolsos da calça e tirou algo de cada uma delas, adivinha só o que eram...

De um bolso ele tirou o cinto, levantou no alto e disse, vou te bater com isto, e depois com isto, mostrando a palmatória que ele tirou do outro bolso, um em cada mão.   

Eu não disse uma palavra, não ia adiantar, ele ficou em silêncio o dia todo de propósito pra me deixar mais agoniada ainda.

Ele não esperou mais, me mandou tirar a calça e virar de costas.

Fiquei de fio dental e blusinha, ele foi caminhando na minha direção e eu chegando mais para trás, mais e mais até que caí sentada na minha cadeira e ele balançou a cabeça negando, dizendo, não senhora, eu sento aí e você aqui, num segundo ele estava na cadeira e eu estava deitada no seu colo, e jogando o cinto e a palmatória na mesa ele disse, antes vou te bater com isto, e começou a encher minha bunda de palmadas, muitas palmadas, plaft plaft plaft plaft
Ele estava batendo pra valer, nos primeiros minutos já sentia minha bunda começar a arder...

Ele estava com pressa, olhava o relógio vez ou outra e depois ia batendo cada vez mais forte.

E mais palmadas, plaft plaft plaft plaft e depois de alguns minutos ele parou e abaixou minha calcinha até as coxas e pegou o cinto...

Nossa! Ele não estava dando uma pausa, deu mais umas palmadas, e logo em seguida começou a acertar várias cintadas, uma atrás da outra, o cinto estralando na minha bunda e o barulho das cintadas ecoavam na sala agora onde estavam só nos dois.

Eu deitada no colo dele de bumbum de fora, levando depois de umas palmadas, umas boas cintadas. Minha bunda já estava tão quente, ele pagava pesado comigo naquele dia.

E toma mais cintadas... Hmmm... minha bunda pegava fogo e eu pensava o quanto estava com saudade daquilo, de levar uma boa surra do chefe.

Ele bateu mais alguns minutos com o cinto estralando sem dizer nada. Eu já estava prestes a gozar de tão gostoso mas não podia deixar ele saber disso. Continuei bem quietinha.

Depois das cintadas ele disse:

- Agora levanta e tira totalmente a calcinha porque vou te acertar bem forte com a palmatória e quero ver sua bunda peladinha pra isso.

Eu fiz o que ele mandou, e toda molhada depois de uma surra gostosa (e bem merecida, confesso), terminei de tirar a calcinha e me coloquei de pé.

Ele me virou de costas para ele, me colocou apoiada na mesa e mandou-me segurar firme...

Fiquei morrendo de medo quando ele disse isso... Me segurei, fechei os olhos, senti o primeiro golpe, nossa, queimou feito fogo mas foi tão gostoso, tanto, que empinei minha bunda e comecei a receber uma seqüência de golpes, hmmm..., aquilo queimava, ardia, pegava fogo onde acertava e depois de uns 20 golpes eu podia apostar que minha bunda estava vermelha feito um pimentão porque ela estava muito quente.

Ele olhou novamente para o relógio me deu mais uma palmada em cada lado da bunda e disse:

- Agora se vista mocinha, vá para casa e não se atreva a faltar mais uma vez sequer senão não respondo por mim.

Ele me deu mais duas palmadas, uma de cada lado e ordenou:

- Agora vá que tenho uma reunião interna em 5 minutos, antes que alguém te veja a bunda vermelha de fora e eu tenha que te bater outra vez.

Fiz o que ele mandou e fui ora casa com a bunda pegando fogo e ardendo, mal podia me sentar e...

Sunday, October 12, 2014

O Duque, a Governanta e as Quatro Donzelas

Conto de João Palmadas


Esta história aconteceu há muito tempo atrás, em um reino muito distante, onde havia muita guerra. Mas muita guerra mesmo. E quando havia guerra o rei convocava todos os nobres para lutar pela coroa em batalhas e mais batalhas. Então, o Duque abandonava seu castelo para acompanhar o rei e deixava uma pessoa de confiança tomando conta do lugar. Naquela vez, o Duque deixou uma governanta tomando conta do castelo.

- Quando eu voltar da guerra, meu povo, perguntarei a todos se tudo correu bem na minha ausência. Perguntarei se o Castelo foi bem administrado, se todos tiveram seus direitos respeitados, e se alguém tem queixa de alguma injustiça – disse o Duque. E partiu para a guerra.

Depois de seis meses, o Duque voltou da guerra. O pessoal do castelo fez um grande banquete para homenageá-lo, o Duque e seus soldados contaram várias histórias sobre suas proezas em batalha, houve música e dança, o bobo da corte do Duque divertiu a todos com suas piadas, os bardos cantaram várias canções alegres, todos comeram muito e beberam mais ainda, e isso durou uns três dias. No quarto dia, o Duque ficou deitado curtindo a ressaca, assim como a maioria do pessoal do castelo. No quinto dia, o Duque concedeu audiências para ouvir quem tinha queixa da administração da governanta.

Quatro donzelas que trabalhavam no castelo pediram para falar. Elas se chamavam Renata, Chiquinha, Gabriela e Júlia. Elas eram bonitas de rosto e de corpo. Renata era loira e tinha olhos verdes, Chiquinha era morena e tinha olhos escuros, Gabriela e Júlia tinham cabelo castanho escuro e olhos azuis. “Elas têm 17 ou 18 anos, mas se eu não as conhecesse, não acreditaria. Elas aparentam menos...”, pensou o Duque, olhando as donzelas. “São mulheres, mas parecem crianças. Crianças que apanham no bumbum...”

- Vocês têm queixa da administração de minha governanta? – perguntou o Duque.
- Temos, senhor Duque – disse Renata – a governanta nos castigou sem termos culpa!
- Conte-me como foi, Renata.

E a Renata contou sua história:

“Eu sou uma moça séria, e não tenho namorado. Mas tenho um irmão e ele veio me visitar um dia. Fiquei conversando com ele por uma tarde, depois ele voltou para casa e eu para minhas tarefas. Então, a governanta me chamou para seu gabinete e eu fui, sem entender o que poderia ser. Ela me acusou de ter passado a tarde com um namorado no Castelo e isso é contra as regras.

- Mas ele não é meu namorado, é meu irmão!
- Como pode ser seu irmão, donzela, se você é loira, baixinha e magra e ele é alto, moreno e musculoso?
- É que ele parece com meu pai e eu pareço com minha mãe. Meu pai é moreno, alto e forte, minha mãe é loira, pequena e magra. E eu sou como a mamãe, meu irmão é como o papai. Por favor, senhora governanta, não me castigue, eu não tenho namorado.
- Cale-se. Eu não acredito em você e vou te dar vinte palmadas por namorar na propriedade do senhor Duque.
- Não, por favor, ele é meu irmão...
- Cale-se, se não eu te dou duas surras, uma por namorar e outra por mentir.

Então eu me calei. A governanta então me mandou ficar na posição, e eu obedeci, porque senão era pior. Eu levantei meu vestido, abaixei minhas calçolas, deitei numa mesa com o bumbum nu para cima, e me submeti às palmadas da governanta. E ela me bateu bem forte, e rápido, o que foi muito doloroso. Me deu dez palmadas no lado esquerdo do meu bumbum, e depois deu a volta na mesa para me dar dez palmadas no lado direito do meu bumbum. Eu fiquei com o bumbum vermelho, e a governanta então me deixou ir para o meu quarto, pois já era hora de dormir. Dormi de bruços, e no outro dia eu evitei sentar porque meu bumbum doía quando eu sentava. Mas eu chorei na cama, com meu bumbum dolorido, não por causa das palmadas, mas porque eu apanhei sem merecer. Sou uma donzela e nunca tive um namorado, senhor Duque. Só tenho meus pais e meu irmão.”

- E você pode provar que o homem era mesmo seu irmão?
- Posso sim, senhor Duque – disse a Renata – eles estão aqui, meu pai, minha mãe e meu irmão.

O Duque olhou para uma família que estava num canto da sala de audiências. Realmente, era como a Renata disse: Uma senhora loira, pequena e magra, parecida com a Renata, e um senhor e um rapaz, os dois morenos, fortes e altos, parecidos um com o outro. O Duque então perguntou para a governanta:

- Esse é o rapaz que você viu com a Renata?
- Sim, senhor Duque.
- E você achou que ele era namorado da Renata?
- Achei, senhor Duque.
- Mas ele é o irmão dela.
- É, realmente...
- Então, você bateu nela sem que ela tivesse culpa?
- Bom, parece que eu cometi um engano...
- Conversaremos sobre isso depois, governanta. Agora, é a vez da Chiquinha e da Gabriela. Vocês apanharam juntas e dizem que foram injustiçadas, não?
- Sim, senhor Duque, foi uma injustiça – respondeu a Chiquinha.
- A governanta pensou que estávamos de sem-vergonhice, mas estávamos com medo – disse a Gabriela.
- Medo do que?
- Dos monstros da Floresta.

O Duque franziu a testa, fazendo uma cara de espanto.

- Monstros da Floresta?
- Sim, senhor Duque, estávamos com medo dos monstros que moram na floresta.
- Contem como foi! – ordenou o Duque.
- Sim, senhor Duque, vamos contar.

E Chiquinha e Gabriela contaram sua história:

“Todos sabem que a floresta que fica ao norte, perto do Castelo, é assombrada, senhor Duque. E todos sabem pelo menos uma história sobre os monstros que moram lá. Daí, quando terminamos nosso serviço no Castelo, antes da hora de dormir, nós, empregados do seu castelo, nos distraímos ao redor da fogueira, no pátio, contando histórias sobre os monstros que moram lá, os vampiros, lobisomens, bruxos e demônios, e as terríveis maldições que destroem os pobres coitados que caem nas armadilhas que essas criaturas fantásticas armam para os seres humanos.

Naquele dia, um rapaz da estrebaria contou uma história medonha de um lobisomem, que se apaixonou por uma donzela camponesa e a seqüestrou. O pai da moça foi buscá-la, mas quando soube que ela não era mais virgem e estava esperando um filho do lobisomem, ele a matou de ódio, pois não admitia uma filha dele transando sem casar primeiro. Quando o pai da moça voltou para sua casinha feita de barro e palha, como são as casas dos camponeses, ele disse para a família que o lobisomem tinha matado a moça e todos deveriam sair para matá-lo no dia seguinte. Então, eles foram dormir, preparados para a caçada ao lobisomem no dia seguinte. Mas durante a noite, enquanto dormiam, um bando de lobos arrombaram a porta e invadiram a casinha do camponês. Eles eram comandados por um lobo enorme de três metros que andava sobre as duas patas traseiras, como se fosse humano, e o camponês viu que era o lobisomem que engravidou sua filha.  Eles estraçalharam o camponês e toda sua família, e hoje seus fantasmas vagueiam pelo bosque procurando a alma penada da moça que morreu esperando um filho do lobisomem para pedir perdão.

Então, ficamos com muito medo da história do rapaz da estrebaria, e quando fomos dormir não conseguimos, porque toda vez que a gente fechava os olhos víamos os lobos estraçalhando o camponês e sua família e os fantasmas deles vagando pela floresta. Então a Gabriela me pediu para dormir na minha cama, porque estava com medo de dormir sem ninguém para abraçar ela. Como eu também estava com medo por causa da história que ouvimos, eu deixei. E dormimos juntas, abraçadas, para espantar o medo.

De manhã, fomos acordadas aos gritos pela governanta:

- Que falta de vergonha é essa?
- O que, senhora? Que falta de vergonha? Não sabemos.
- Sabem muito bem, duas moças na mesma cama se abraçando! Isso é muita falta de vergonha!
- Não senhora, não, é que estávamos com medo...
- Medo de que?
- Dos monstros da floresta...

A governanta riu na nossa cara.

- Vocês são tão bobas que nem conseguem inventar uma boa mentira.
- Mas é a verdade, senhora, juro que é!
- Calem-se. Vocês serão castigadas pela sua sem-vergonhice!
- Mas senhora...
- Calem-se! Por se esfregarem eu darei vinte palmadas em cada uma. Mintam para mim e vão levar quarenta!

Ficamos com medo de levar mais palmadas, então nos calamos. Nós ficamos de bruços, levantamos nossas camisolas e abaixamos nossas calçolas, para a governanta poder bater nos nossos bumbuns, e ela deu vinte palmadas em cada uma de nós. Ela deu cinco palmadas no lado esquerdo do bumbum de uma, depois cinco no lado esquerdo do bumbum de outra. Mais cinco no lado direito do bumbum de uma e mais cinco no lado direito do bumbum de outra. Depois bateu novamente no lado esquerdo, cinco palmadas em cada uma, para terminar  surrando o lado direito de cada uma de nós com cinco palmadas. Isso deixou-nos com o bumbum bem vermelho, senhor Duque, e ficamos o resto do dia sem poder sentar, e além disso ficamos tristes, cabisbaixas, porque foi uma surra que não merecíamos. Não estávamos de sem-vergonhice, estávamos com medo, por isso dormimos abraçadas.”

Quando Chiquinha e Gabriela terminaram de contar sua história, o Duque perguntou à governanta:

- Senhora governanta, você chegou a ver essas duas donzelas fazendo alguma coisa?
- Não, senhor Duque, ver eu não vi, mas quando uma moça donzela dorme abraçada com outra, isso é um sinal de sem-vergonhice.
- Então você não tem prova nenhuma?
- Não, prova mesmo, não, mas é difícil de acreditar que duas moças de 18 tenham que dormir abraçadas porque elas têm medo de histórias de monstros, senhor Duque.
- Bem, vamos investigar esse medo. Chamem o moço da estrebaria! – ordenou o Duque.

Quando o moço chegou, ele confirmou que tinha contado uma história de lobisomem e que os serviçais do Castelo gostavam de contar essas histórias de noite, para se distraírem. Havia uma competição para saber quem tinha a história mais medonha para contar.

- Quem contar a melhor história ganha uma semana de cerveja grátis na taverna, senhor Duque, os outros pagam. Eu ganhei, e fique bebendo cerveja de graça por uma semana.
- E além do mais – disse o Duque – muita gente realmente acredita nos monstros da floresta, há casos de pessoas desaparecidas e também mortos em circunstâncias misteriosas... houve mesmo a família de um camponês que foi morta por lobos durante uma noite, se bem me lembro, meu avô costumava contar uma história assim, e ele jurava que era verdade... e era uma história apavorante, de fato... então, governanta, é possível que a Chiquinha e a Gabriela estejam falando a verdade. A história delas não é tão absurda assim, e eu acho que elas apanharam sem merecer – O Duque então passou para o último caso do dia – Agora, vamos ouvir a Júlia. Me diga, mocinha, você também se considera uma injustiçada?
- Sim, senhor Duque – disse Júlia
- E você pode nos contar sua história?
- Posso, senhor Duque, mas espero que me perdoe se eu ficar um pouco sem jeito, afinal é constrangedor o que aconteceu comigo, já que sou uma moça de 18 anos...
- O que, levar palmadas no bumbum?
- Não, senhor Duque, isso acontece muito em casa, e não só comigo, mas até com minhas irmãs mais velhas, já que meu pai é severo e minha mãe é mais severa ainda.
- Então, o que te constrange, donzela?
- É que... o motivo... sabe, o motivo...?
- Não, não sei. É melhor contar sua história.
- Está bem, senhor Duque.

“Bem, eu trabalho aqui há anos, e como todos os serviçais do Castelo eu gosto de ouvir as histórias de horror e mistério sobre o que acontece na floresta assombrada que fica ao norte do Castelo. Eu ouvi uma história sobre um antigo proprietário deste Castelo que teve uma morte horrível e virou vampiro, e fiquei com muito medo por causa da história. Então, de noite, eu estava tremendo com medo da escuridão, e ainda por cima os lobos faziam muito barulho na floresta com seus uivos... a história que eu ouvi dizia que os lobos eram o arauto do nobre vampiro, e com seus uivos eles anunciavam a chegada do mestre deles, para beber todo o sangue de uma donzela. E eu pensei em pedir para uma moça me deixar dormir abraçada com ela, mas eu sabia que se fizesse isso iria apanhar no bumbum, porque foi isso que a governanta fez com a Chiquinha e a Gabriela. Então, eu dormi sozinha, mas eu tive um pesadelo horrível com lobos que me agarravam com seus dentes e suas garras e me ofereciam ao nobre vampiro para eu ser sugada e morrer em agonia...

Depois da noite de pesadelo, eu acordei com a governanta me sacudindo e me chamando de moça porca e suja que precisava ser castigada.

Eu não entendi, na hora, eu ainda estava meio dormindo, e sentia um cheiro desagradável mas não sabia de que... então, passei a mão nos lençóis e vi que estavam molhados, me levantei e vi que eu estava com a camisola ensopada: eu fiz xixi na cama, com 18 anos!

E a governanta me olhava com uma cara bem severa:

- Você é uma moça adulta, Júlia, ou uma menininha porca?
- Eu sou uma moça adulta, senhora governanta – disse, muito envergonhada – isso não foi por querer, eu tive um sonho muito ruim...
- Oh, teve um sonho ruim! Oh, todos os que fazem uma besteira tem uma desculpa, parece...
- Mas não foi minha culpa, senhora governanta, eu estava dormindo!
- Oh, não tive culpa, não tive culpa... Pois eu digo, Júlia, se uma moça adulta age como uma menininha porca, ela deve ser tratada como uma.
- Então você vai me tratar como uma menininha porca, senhora governanta? Vai me dar palmadas?
- Vou, Júlia, eu vou bater no seu bumbum. Serão vinte palmadas, para você não molhar mais a cama. É o que acontece quando uma moça adulta age como uma menininha porca. Agora, Júlia, vire de bruços, levante sua saia e abaixe suas calçolas. Vai ter mesmo que tirar suas calçolas, elas devem estar ensopadas.

Realmente estavam, senhor Duque, foi muito humilhante, para uma moça da minha idade. Eu obedeci, envergonhada, e fiquei com meu bumbum nu, esperando as palmadas da governanta. E foi como as outras, vinte palmadas, dez em cada lado do meu bumbum. Com uma mão rápida, que batia muito forte. O som das palmadas foi tão alto, senhor Duque, que um moço que passou perto da janela pensou que era um martelo batendo numa madeira. Eu depois olhei meu bumbum no espelho, e me assustei com o quanto ele tinha ficado vermelho. Encostei minha mão, e estava bem quente. Meu bumbum ardia quando eu vesti outra calçola, depois de tomar um banho. Foi lavar a camisola, o colchão e os lençóis, quase chorando, por causa da vergonha que me aconteceu, e também por ter levado palmadas sem merecer. Eu não tive culpa, senhor Duque, como posso impedir um pesadelo? Se eu tivesse dormido com uma amiga na minha cama, não teria sido tão terrível o sonho, mas aí a senhora governanta ia me dá palmadas do mesmo jeito, porque não iria acreditar que não era sem-vergonhice de duas donzelas.”

- Você é muito severa, governanta – disse o Duque – você acha mesmo que a Júlia merecia umas palmadas?

- Talvez ela não tenha merecido uma surra no bumbum – disse a governanta – mas mesmo assim eu acho bom ela ter apanhado, como um exemplo para as outras moças. Elas devem saber que serão punidas por molharem a cama dormindo, para não beberem demais numa festa, ou se tiverem preguiça de se levantar e ir à latrina se aliviar antes de dormirem...

O Duque balançou a cabeça, desaprovando, e depois disse:

- Donzelas, eu acredito que vocês apanharam sem merecer. Por isso, darei a cada uma de vocês uma moeda de ouro, para compensar a injustiça que sofreram – e o Duque atirou uma moeda de outro para cada uma das donzelas.

- Obrigada, senhor Duque, obrigada! – disseram as donzelas. Elas pegaram as moedas e saíram felizes da sala de audiência. Uma moeda de ouro era mais do que elas ganhavam em um ano de trabalho, pois naquele tempo o ouro era mais valioso do que hoje.

- Você, governanta, você terá uma conversa comigo sobre todas essas palmadas injustas, quando terminamos as audiências – disse o Duque.

As audiências terminaram muito depois de ter escurecido, e as últimas foram feitas à luz de velas. Depois, o Duque despachou seus serviçais, ficando com apenas a governanta na sala. Havia muitos assuntos que o Duque e a governanta precisavam acertar. Mas antes de qualquer assunto, o Duque e a governanta se abraçaram e se beijaram, ele colocou a mão nos seios dela e ela começou a desabotoar os cordões da camisa dele. O Duque e a governanta eram amantes. Enquanto se abraçavam e exploravam o corpo um do outro, eles conversaram.

- Minha linda governanta...
- Senhor Duque, meu senhor, meu senhor...
- Por que você é tão malvada?
- O senhor me chama de má, excelência...
- Por que você é.
- Oh, senhor...
- Você surrou os bumbuns de quatro donzelinhas que não mereciam. Você foi injusta.
- Hmmm... eu bati nos bumbuns de outras sete moças também, que não reclamaram.
- Essas mereceram, governanta, eu quero saber das quatro que não mereceram.
- Ah, eu sabia que elas iam acabar ganhando uma moeda de ouro, o senhor Duque é generoso.
- Não foi isso que perguntei, governanta. Por que você surrou os bumbuns delas? Não foi porque queria que eu desse uma moeda de ouro para elas.
- Ah, senhor, Duque, o senhor estava na guerra e eu aqui, sozinha, carente...
- E...?
- E eu resolvi que iria bater no bumbum de uma das donzelinhas que trabalham neste castelo de vez em quando, para me consolar de sua ausência, meu senhor Duque.
- E assim você ficou inventando desculpas para bater nos bumbuns de quatro donzelas que não mereciam... – disse o Duque, balançando a cabeça.
- Elas estão bem, senhor Duque. Pode ter certeza que elas preferem apanhar no bumbum e ganhar uma moeda de ouro do que não apanhar.
- Isso pode resolver o problema delas, querida, mas e o seu?
- O meu?
- Sim, minha querida amante governanta. Você errou, deu oitenta palmadas injustamente, e por isso é justo que seja castigada. Se você deu oitenta palmadas injustamente, eu acho justo que receba oitenta palmadas agora.
- Oh, senhor Duque, oitenta palmadas doem muito mais do que vinte. E além do mais, a mão de um guerreiro é muito mais pesada do que a mão de uma governanta.
- Mas em compensação as quatro donzelinhas são crianças, ou quase, e você é uma mulher adulta, muito mais experiente e vivida. Além do mais, no caso delas foi injusto, e elas sofreram porque apanharam sem merecer. Você terá merecido as palmadas, então não sofrerá as dores morais que elas sofreram.
- Mas a dor física é muito grande mesmo assim, senhor Duque. Por favor, não me dê oitenta palmadas no meu bumbum, isso seria muito pesado.
- E, querida, eu não aceito seus argumentos. Sabe por quê? Porque, se uma das donzelinhas do Castelo quisesse argumentar, você também não aceitaria, como não aceitou os argumentos das quatro. Então, serão oitenta palmadas no seu bumbum e pronto.
- Oh, senhor Duque...!
- Não, querida, sua carinha de choro é bem comovente, mas eu sou um homem endurecido pelas guerras do meu rei. Um homem endurecido, e disposto a praticar justiça em meu castelo.

Então, o Duque, num mesmo gesto, se sentou rápido sem deixar de abraçar sua amada, o que a colocou no colo dele com o bumbum para cima quase no mesmo instante. Ela estava usando um vestido longo, como era comum naqueles tempos, e quando o Duque levantou sua longa saia o tecido chegou até a nuca dela. Ele começou a abaixar as calçolas de sua governanta, e aí ela disse:

- Oh, senhor Duque, serão oitenta palmadas no meu bumbum pelado? Isso é humilhante para uma dama de 39 anos.
- Você bateu no bumbum pelado das donzelinhas?
- Bati, sim, nos lindos e virginais bumbuns peladinhos delas.
- Então já tem sua resposta, querida.

E o Duque abaixou as calçolas da governanta até metade das coxas dela, o que a deixou com seu grande e belo bumbum totalmente pelado. E nesse momento o Duque começou as palmadas:

SMACK SMACK SMACK SMACK

Foram quatro palmadas que atingiram completamente a nádega esquerda, e depois:

SMACK SMACK SMACK SMACK

Mais quatro palmadas, desta vez avermelhando toda pele da nádega direita.

Depois, o Duque respirou um pouco, se ajeitou, ajeitou a amante em seu colo, e mandou mais oito palmadas:

SMACK SMACK SMACK SMACK na nádega esquerda e SMACK SMACK SMACK SMACK na nádega direita.

A mão do Duque era mesmo muito mais dura e forte que a mão da governanta, e era maior, também. Mesmo o bumbum da governanta sendo muito grande, a mão do Duque podia castigá-lo totalmente com oito palmadas. Isso, e o fato do Duque bater forte e rápido, fizeram a governanta começar a chorar baixinho depois das primeiras dezesseis palmadas. Mas o Duque ainda tinha mais sessenta e quatro palmadas para dar. A governanta não se esqueceu de contar, e o Duque também não, então, novamente, o Duque deu quatro palmadas, SMACK SMACK SMACK SMACK, na nádega esquerda, e depois quatro palmadas, SMACK SMACK SMACK SMACK, na nádega direita.

A governanta gemia, mas seus gemidos não eram apenas de dor. Ela também começava a ter prazer. O Duque conhecia isso muito bem, ele sabia que sua amante gostava de apanhar tanto quanto de bater. E justamente por isso ele batia forte, sem piedade. Deu mais quatro palmadas, SMACK SMACK SMACK SMACK, na nádega direita, e mais quatro palmadas, SMACK SMACK SMACK SMACK, na nádega esquerda.

A cada série de oito palmadas, o Duque sempre parava um pouco, respirava fundo, e recomeçava novamente, sério, concentrado, sem raiva mas com a expressão determinada de um homem que quer cumprir o seu dever. Ele não mudou a expressão durante as palmadas. E deu novamente mais oito, como sempre fazia, quatro na nádega esquerda, SMACK SMACK SMACK SMACK, e mais quatro na nádega direita, SMACK SMACK SMACK SMACK .

A governanta, sim, mudava muito de expressão. Primeiro, chorosa, implorando por piedade, tentando fazer chantagem com a expressão sentida. Depois, mais chorosa ainda, por estar apanhando. E depois, com gemidos de prazer, como se cada golpe doloroso no bumbum fosse uma hábil mão a masturbando... as palmadas tinham, para ela, o efeito de uma masturbação, e também lhe davam vontade de se masturbar. Ela percebeu que ainda estava na metade da surra, faltando mais quarenta palmadas.

- Ai, senhor Duque, já são quarenta, ai, ai, aiiii... eu já vou ficar o dia todo amanhã sem poder sentar, senhor Duque, por favoooor... Ai!

O Duque, sem fazer caso da governanta, deu mais oito palmadas, e a governanta, acompanhou cada golpe desta vez: SMACK... Ai! SMACK... Ai! SMACK... Ai! SMACK... Ai! SMACK... Ai! SMACK... Ai! SMACK... Ai! SMACK... Ai!

Então, o Duque fez outra pausa para respirar um pouquinho, o bastante para a governanta pensar consigo mesma: “Ai, meu Deus, como é que pode, eu tenho 39 anos, sou uma mulher vivida e trabalhadora, com autoridade e experiência de vida, eu administro esse castelo, eu mando em centenas de servos do campo e em dezenas de serviçais desta casa, todos me obedecem, e mesmo assim, quando o senhor Duque quer me castigar ele me deita no colo, levanta minha saia, abaixa minhas calçolas e me dá palmadas no bumbum nu, como se eu fosse uma menininha malcriada...! como é que pode, meu Deus, como é que pode? E o pior... o pior é que eu acho isso bom, eu acho isso delicioso, as palmadas me faze gozar, eu adoro, eu deliro, eu gemo de prazer, eu adoro apanhar como uma moleca com 39 anos na cara... como é que pode, meu Deus, como é que pode...?”

E o Duque deu mais oito palmadas, e depois mais oito, e mais oito de novo, e ainda mais oito, e então disse:

- Acabou!

Sempre com a expressão séria, determinada, como um homem que estivesse cumprindo o seu dever, não um amante brincando com a amada. Era assim que funcionavam as coisas entre eles: o Duque resolvia quantas palmadas seriam, e a governanta aceitaria. Quando ele nomeou a amante como governanta, ele disse para ela: “Querida, você como governanta vai administrar meu castelo e será como meu braço direito. Todos irão te obedecer e todos irão te respeitar. Mas fique sabendo: qualquer errinho seu, e eu te castigarei. Te castigarei com palmadas. E não serão palmadas como costumamos fazer, quando nós brincamos e você apanha o quanto quiser, e eu paro quando você quer. Não. As palmadas que eu te darei, eu decidirei quantas serão, te explicarei porque eu acho que precisam desse tanto de palmadas, e aí eu te baterei o número que eu tiver escolhido. Você terá que apanhar até o fim, e nenhum choro, nenhum pedido de perdão, nenhuma queixa, nenhuma promessa, nenhum protesto ou ameaça, nada disso me fará dá menos do que o número que eu tiver escolhido de palmadas. Por que, minha querida, você não estará praticando um jogo sensual entre amantes: você estará sendo realmente punida. Se você quiser ser minha governanta, terá que aceitar isso. Você quer?”

“Sim, eu me lembro... ai, ai, como dói o meu bumbum... ele me explicou como seria e eu aceitei, porque eu queria experimentar, saber como é... ser punida de verdade, apanhar como um castigo de verdade, sem teatro nem brincadeira nem nada combinado... eu queria ser submetida a uma disciplina severa de verdade, apanhando segundo a decisão dele, sem que eu pudesse fazer nada para influenciar o castigo... e eu gostei disto, eu gosto de me sentir como uma moleca totalmente a mercê de um pai disciplinador, que acredita em palmadas no bumbum por qualquer coisinha... É muito humilhante para uma senhora de 39 anos, com uma posição social respeitável, mas eu gosto disso também, de imaginar o que as pessoas que me respeitam e me obedecem diriam se soubessem que com o Duque eu apanho no bumbum! Ai, eu me excito com as palmadas, mas eu gozo mesmo de imaginar que cara as pessoas fariam se soubessem disso...”

Mas enfim, a surra terminara, e o Duque então levou sua governanta para o quarto. Ele iria possuir a amante, por certo, mas primeiro passou um óleo refrescante no bumbum dela. Enquanto massageava delicadamente o bumbum grande da governanta, o Duque falou no ouvido dela:

- Será que é justo eu fazer isso, amor? Digo, massagear com óleo o seu bumbum grande e lindo? Você afinal não massageou o bumbum das quatro donzelas, depois das surras que você deu nelas...
- Ah, eu tenho certeza que alguém passou óleo no bumbum delas, ou alguma coisa parecida... quando uma donzela do castelo apanha, ela mostra o bumbum para as amigas... as amigas passam alguma coisa para aliviar a dor... quando eu era uma donzela adolescente e minha mãe me castigava, eu mostrava o bumbum para as amigas, elas passavam uma lama branca que aliviava a ardência e eu achava isso muito, muito gostoso... Mas meu pai nunca me deu uma moeda de ouro quando mamãe me dava uma surra injusta... Ele dava palmadas na minha mãe quando achava que eu apanhei injustamente, mas nunca quis me compensar.
- E você levava muitas palmadas injustas da sua mãe, quando era donzela?
- Hmmm... Algumas. Poucas. Eu aprontava muito, quando era uma donzela adolescente, e mereci quase todas as surras que a mamãe me deu. Mas umas poucas palmadas que levei no bumbum foram injustas.

E o Duque balançou a cabeça.


- Muitas palmadas deixaram seu bumbum inchado, querida. Por isso hoje ele é grande e bonito.