Thursday, May 30, 2013

ASSISTENTE PESSOAL

Conto de Gabriela Ventura

                       Bom começando a contar minha história quero deixar aqui registrado que só tenho conhecimento prático do assunto há pouco tempo por isso não estranhem como vou contar o que me aconteceu.

                        Chamo-me bruna e sou uma moça rica de uma família tradicional e por isso talvez nunca tenha encontrado minha verdadeira vocação nesta vida na minha infância sempre tinha tudo na adolescência mesma coisa inclusive certos exageros digamos assim mas sempre com muita liberdade até chegar aos 20 anos de idade e meu pai começar a notar que eu ainda não tinha encontrado um rumo na vida pois ja não era mais uma adolescente e precisava decidir o que fazer da minha vida:ou me casava com um herdeiro de outra fortuna e teríamos filhos milionários ainda mais ou fazia alguma faculdade pra "tocar" os negócios da família ou ainda simplesmente fazia uma faculdade e tinha uma profissão que me desse o sustento então decidi pela segunda opção.

                        MAL SABIA EU O QUE ME ESPERAVA.

                        Fui começar um curso de administração e precisava estagiar então nada mais natural do que trabalhar com meu pai na empresa da família. Porém os trabalhos que ele me passava era de uma secretária e não de uma aprendiz de administradora então começamos a discutir e ele sempre me falava em responsabilidades e tudo mais até ai tudo normal até um dia em que me meti numa reunião importantíssima de negócios e atrapalhei legal o assunto e depois que os investidores foram embora ele me disse uma coisa que nunca tinha falado antes:

                        -Mais uma dessas e eu vou te castigar como nunca fiz sua garota irresponsável!

                        Não levei a sério na hora mas depois pensei melhor e achei que o castigo seria tirar o meu cartão de crédito,tirar o motorista,me proibir de ir nas baladas,enfim qualquer coisa menos AQUILO.

                        Se passaram 2 semanas depois do primeiro incidente e eu estava indo bem no escritório foi quando meu pai chamou todo mundo pra uma reunião e explicou que um grupo de investidores iria passar pelo escritório pra assinar um contrato milionário na manhã seguinte e que nada podia dar errado.

                        Mas eles só estariam na cidade um dia ou seja no dia seguinte portanto se não assinassem o contrato a empresa perderia dinheiro.

                        E lá fui eu fazer besteira de novo!na dita cuja manhã seguinte o tal contrato por obra do destino veio parar nas minhas mãos e eu acabei derrubando café nele,depois tentei limpar mais sujou mais tentei tirar um xerox mas sujei a máquina que acabou estragando resumindo:os empresários não assinaram o contrato,xingaram o meu pai de incompetente e foram embora irritados.

                        Meu pai ficou perplexo o dia todo mas no meio da tarde olhou as câmeras e me viu fazendo minhas trapalhadas então teve uma ideia:

                        Ligou para minha mãe mandou fazer compras no shopping mais longe,mandou meu irmão treinar polo no clube mais caro e deu folga para os empregados.

Era 3:00 da tarde e ele já estava indo embora e claro me dando uma carona.chegamos em casa e estava tudo silencio eu só ouvi o trinco da porta da frente sendo fechado a chaves por meu pai e aquilo me deu um nó na garganta então ele começou a falar:

                        -Sua irresponsável!achou mesmo que não ia ver as suas trapalhadas? Isso que dá mimar os filhos mas agora isso acabou...

                        Ele mal terminou de falar e me puxou para o seu colo de bunda pra cima e arriou minhas calças e calcinhas para logo começar as palmadas...palmadas essas que eu nunca tinha levado e agora estavam esquentando meu bumbum,meu pobre bumbum branquinho e bem malhado agora estava sendo severamente castigado com a mão dura de meu pai...

                        Ele me puniu durante meia hora calado sem dizer uma só palavra e depois que terminou mandou me levantar de seu colo e disse com voz mais tenra e suave:

                        -Minha filha deves aprender que no mundo dos negócios vale tudo MENOS PERDER DINHEIRO!!!!!!!! Por isso te castiguei hoje porque o contrato que perdemos hoje por sua causa nos custou milhões, mas espero que você tenha aprendido a lição?

Respondi afirmativamente com a cabeça pois estava muito envergonhada por estar pelada da cintura pra baixo visto que sempre foram os empregados que trocaram minhas fraldas.acho que meu pai nunca tinha visto meu corpo assim.

Terminado tudo isto fui para meu quarto refrescar meu bumbum numa banheira de água gelada em meu quarto e pensar bem no que disse meu pai...

O restante da semana foi normal mas ninguém mais tocava no assunto do contrato perdido la na empresa.segui com minha carreira de administradora e hoje estou me formando com ótimas notas e um cargo garantido na empresa da família mas sem esquecer do que diz o meu pai:

-NÃO PERCA DINHEIRO SENÃO PERDERÁS POR UNS DIAS TAMBEM A CAPACIDADE DE SENTAR como daquela vez...

E assim sei que serei uma ótima dona de empresa um dia!

Monday, May 06, 2013

O Seminarista


Conto de Bárbara Drummond

Criada no interior de Minas e acostumada aos trabalhos domésticos e a pegar no pesado. Fernanda, 20 anos, apesar de não ser tão vaidosa é muito bonita, olhos verdes, ruiva, cabelos longos. Sempre foi uma garota muito boa com sua família. Criada numa família extremamente religiosa e rígida, seu pai sempre fez questão que todos os anos a sua filha participasse de um encontro de jovens que acontecia em um sitio na região. Apesar de naquele ano, ele estar em dúvida se mandava a filha ou não, afinal...no mesmo fim de semana aconteceria um retiro com jovens seminaristas. Mas por insistência da garota e da mãe, ele acabou cedendo. Ela estava super ansiosa pois gostava muito de participar, lá sempre fazia novas amizades, era muita simpática e comunicativa.

Chegando o tão esperado dia, se despediu do pai que disse:

- Se cuida minha querida, e se comporte lá ou irá apanhar nesse bumbum quando voltar. Eu ficarei sabendo de tudo que acontecer lá, sabe disso, não sabe?

- Sim, papai.

- Sabe também que terão rapazes esse ano e que é uma ORDEM do seu pai não se aproximar deles, não é querida?

- Sim, já sei...

- Então obedeça Fernanda, sabe também que seu pai não pode passar aborrecimentos por estar doente. - Disse a mãe de Fernanda.

- Sim, mamãe, eu sei.

Deu um beijo nos pais e saiu.

No sitio...

O sítio era lindo, branco com janelas e portas azuis, bem tradicional. Haviam bastante pessoas, Fernanda nunca tinha visto aquele sítio tão cheio. Logo fez amigas, e elas, claro, não poderiam deixar de reparar nos lindos e jovens seminaristas. Jorge, era o mais bonito, moreno, olhos castanhos, alto, forte, foi quem lhe chamou mais atenção. Ele tinha um jeito diferente dos outros, era um pouco cabisbaixo, pensativo. Com ajuda das amigas, conseguiu se aproximar, no refeitório, sentou junto a ele na mesa e começou a conversar. Ignorando totalmente a ordem de seu pai.

Ela lhe disse o que tinha achado dele, que o achava distante e ele contou a ela o que acontecia com ele naquele momento. Ele estava com dúvidas em relação a sua vida como sacerdote. Não sabia se aquela era mesmo sua vocação. Fernanda ficou solidária ao problema de Jorge e disse a ele que o pai era muito rígido, não aceitava falhas e que sempre que ela tinha alguma dúvida sobre algo e ficava muito indecisa, ele esquentava o traseiro dela e isso a ajudava a refletir melhor. Ele achou aquilo muito estranho, pediu licença a Fernanda e saiu em direção ao seu quarto, no alojamento.

A noite, todos iriam se reunir, pois teria uma festa de confraternização para todos no sitio. Já era costume, o dono do sitio sempre gostava de oferecer algo assim para os jovens, afinal eles mereciam, eram muito religiosos.

Jorge, que havia pensado muito no que Fernanda disse, resolveu procurá-la.

- Fernanda, eu andei pensando e acho que preciso do que você me disse.

- Uma boa surra? - Ela disse em um tom um pouco irônico.

- Sim, uma surra. Quem sabe isso me ajude a refletir melhor? Poderia me acompanhar até o alojamento? Lá ficaremos a sós. O quarto dos rapazes era bem grande, haviam várias camas, era perfeitamente organizado afinal a disciplina era algo exigido nos seminários.

Quando ela entrou, se surpreendeu pois encima da cama de Jorge já havia um cinto de couro marrom trançado, bem grosso e quando ela se virou para olhar para ele, Jorge estava nu, já havia tirado toda a sua roupa, ele vestia uma calça jeans preta e blusa branca, se debruçando sob um travesseiro que também já estava encima da cama, falou para ela:

- Estou pronto, Fernanda. Pode começar.

Fernanda olhou aquela cena um pouco assustada mas ela sabia muito bem o que fazer, afinal já havia levado boas surras de cinto do seu pai quando criança e até mesmo quando adulta.

Pegou o cinto, dobrou e começou com golpes mais leves. Jorge nunca havia apanhado na vida mas se manteve firme, sem sair da posição.

SLEPT...SLEPT...SLEPT...SLEPT... Jorge estava muito envergonhado e só fazia alguns gemidos baixos, afinal não queria que ninguém mais participasse daquele momento. Fernanda parou de bater após alguns minutos de surra.

No dia seguinte, Jorge saiu cedo pela manhã. Fernanda procurou por ele, queria saber como estava e se a surra teria ajudado ou não, mas não conseguiu encontrá-lo mais. O encontro de jovens continuou durante o dia, mas a noite, Fernanda iria voltar para a casa.

Após o retorno do sitio, Fernanda ficou sabendo que seu pai esteve muito mal nos últimos dias e que estava internado em estado grave. A garota muito chateada por ninguém ter lhe avisado, saiu com muita raiva, se revoltando contra tudo. Horas depois, voltou bêbada para a casa, brigou com sua mãe e agrediu seu irmão mais novo.

Na manhã seguinte, Fernanda acordou muito mal, se sentindo muito culpada e resolveu ir até a igreja, se confessar.

Chegando lá, procurou por um padre, mas só encontrou uma carola, ajudante na igreja. Que disse para ela:

- Oh querida, não há ninguém aqui hoje, só há um rapaz, chegou hoje cedo...vou conversar com ele e ver o que posso fazer por você. Ele é seminarista mas acho que na ausência de um padre, ele tem a autorização para ouvir você.

- Obrigada. Ficarei aqui esperando.

Alguns minutos depois, quando olhou para o altar e viu Jorge, deu um sorriso aliviado, parece que Fernanda já previa o que iria lhe acontecer.

Ele a conduziu para a casa paroquial que era ao lado da igreja, era uma casa simples, pequena mas lá eles poderiam conversar melhor.

Jorge disse a ela que não poderia ouvi-la em confissão, pois não havia sido ordenado padre ainda. Mas que faria isso como amigo.

E então ela contou tudo que havia feito após receber a noticia sobre seu pai.

Após confissão...

- Sinto muito pelo seu pai, espero que ele se recupere logo. Pelo que acabo de escutar, percebo que ele já está te fazendo muita falta. Sabe o quanto sou grato a você por ter me ajudado no momento mais difícil da minha vida, não sabe? Eu me sinto em dívida com você e acho que sei uma boa forma de lhe retribuir e penso que seu pai iria ficar mais tranquilo também, sei que ele quer sua boa garota de volta e eu sei como trazê-la.

Continuou...Eu estive refletindo e você me ajudou a descobrir qual é a minha verdadeira missão aqui na terra e essa missão é de disciplinar e encaminhar jovens e sei que vou começar por você.

- Você sabe que fez coisas erradas, não é Fernanda? Fico tão decepcionado em ouvir tudo que me disse. Cadê aquela Fernanda centrada que eu conheci? A garota que me ajudou a decidir meu caminho? Não te reconheço, mas não se preocupe, querida. Eu vou te ajudar também. Sei como trazer você de volta.

Calmamente, Jorge puxando para perto de si uma cadeira de madeira que estava bem próxima ele, disse:

- Venha cá, Fernanda. E não demora, pois será pior para você. Vem aqui perto de mim, tire a sandália de couro do meu pé e me entregue na mão, abaixa calça e calcinha e deita no meu colo.

A garota, com medo, pensou em resistir mas se sentia tão culpada que achava mesmo que merecia uma punição. Fez tudo que Jorge mandou, tirou seu shorts, abaixou sua calcinha (Ela usava uma calcinha de renda rosa) e se deitou, deixando seu bumbum nu bem a mostra. Ela era jovem e tinha um bumbum muito bonito, grande, redondo e bem branquinho.

- Isso mesmo, boa menina, agora fique quieta e calada ou terei que ser ainda mais severo.

Jorge nem pensou muito, prendeu as pernas da garota entre as suas e começou logo a surra.

PLAFT...PLAFT...PLAFT...PLAFT...PLAFT...deu logo uma sequência de golpes bem firmes e fortes no bumbum de Fernanda. Alternando entre as nádegas mas não esquecendo também de bater bem no meio delas.

Fernanda chorava muito, esperneava, pedia para parar mas nada adiantava. Cada vez ele batia mais forte, em um ritmo mais intenso.

PLAFT...PLAFT...ai...PLAFT...PLAFT...para PLAFT...PLAFT... por favor PLAFT...PLAFT... está doendo muito PLAFT...PLAFT... eu já aprendi a lição PLAFT...PLAFT...estou arrependida. PLAFT...PLAFT...PLAFT...PLAFT...

Quando ele terminou, olhou para o bumbum de Fernanda que já estava bem quente e vermelho, disse a ela que esses 50 golpes no bumbum ainda eram poucos mas que ele achou suficiente, levando em consideração o problema pelo qual ela estava passando. Mas que ela não escaparia de ficar meia hora ajoelhada no milho e virada para a parede, com o bumbum nu, para poder refletir sobre tudo que havia feito errado.

Meia hora depois, quando veio tirá-la do castigo, Fernanda já estava mais calma. Ele se aproximou e PLAFT...PLAFT...PLAFT...PLAFT...PLAFT...PLAFT...lhe deu mais seis fortes palmadas no bumbum e perguntou:

- Fernanda, você vai voltar a ser aquela boa menina que eu conheci?

- Sim, Jorge, vou sim... - Falou ela ainda choramingando.

Jorge ajudou Fernanda a se vestir e continuou falando:

- Espero que tenha aprendido a lição. Agora vá para a casa, tome um banho, peça desculpas a sua família e vá dormir. E não se esqueça, te espero para mais uma confissão em breve, minha filha. É muito importante se confessar e pagar pelos seus erros, querida.