Monday, December 02, 2013

O PRAZER DE UMA BOA SURRA - PARTE 1


Vou começar este conto deixando claras as minhas reais intenções: narrar histórias á respeito de um tema nada divulgado na sociedade que é a tara ou fetiche por apanhar no bumbum.

Sou uma mulher de 25 anos, casada, sem filhos ou vícios. Chamo-me Angélica. Descobri este meu fetiche na adolescência vendo filmes ou novelas com cenas deste tipo e ficava fascinada quando a moça que apanhava não conseguia sentar depois da surra, aquilo de alguma maneira me excitava e muito! Na época não sabia "muito" bem o que acontecia, pois sonhava com a tal cena e acordava toda molhada.

Só aos 17 anos descobri de uma certa forma o que era todo aquele fogo que corria dentro de mim quando via uma coisa daquelas e foi de uma maneira surpreendente!

Foi durante as minhas férias de inverno do colégio do terceiro ano do ensino médio, eu fui passar as duas semanas de férias na fazenda de um tio-avô meu do interior e aproveitei para rever a minha prima Justina (que também se descobriu apaixonada por palmadas, digamos assim... outro dia, quem sabe...), que era tão adolescente quanto eu, mas que foi criada na roça acostumada a obedecer sempre o pai e a mãe dela (tio Leôncio e tia Laura) caso contrário levava uma boa "piza", como dizia. Eu cheguei lá fui muito bem recebida por todos eles, me instalei no quarto de Justina, almocei, passeei, colhi frutas, eu e Justina nadamos no riacho, enfim coisas normais de um dia no campo pra uma garota urbana como eu fazer, até chegar o jantar foi quando aconteceu "aquilo"...

Tio Leôncio chamou tia Laura, Justina e eu e disse:

- Hoje vem nus visitá o vereador Dutra e sua sinhora, purtanto quero oceis tudu muito comportada pois tô tentando consigui uma indicação di patrocini pru agrunegocio da região, intenderam?

Em coro nós três dissemos sim. Então à noite o tal vereador chegou com a mulher dele e fizemos as honras da casa e fomos muito bem educadas como tio tinha ordenado até a hora do jantar...

Durante o jantar, conversa vai, conversa vem, tudo normal até que de repente nós começamos a sentir uma cheiro estranho na mesa, um cheiro ruim diga-se de passagem e por um instante eu pensei que fosse uma coisa mas não poderia ser porque o cheiro vinha do canto da Justina e da tia Laura, então todos se olharam como se suspeitassem do mesmo que eu, mas ninguém disse nada mas eu achei estranho o jeito como tio Leôncio olhou pra prima Justina, mas deixei pra lá e seguiu o jantar e as conversas normalmente até umas 10:30 da noite, quando o vereador e a sua mulher foram embora.

Tia Laura foi pra cozinha lavar a louça com as empregadas e depois foi deitar, tio Leôncio parecia nervoso então se trancou no escritório e não deu nem boa noite, eu e Justina fomos pro quarto dormir e colocamos nossos pijamas, mas ai quando eu fui deitar Justina disse que tinha esquecido uma coisa e que ia descer pra pegar e saiu do quarto, eu fiquei curiosa e a segui até onde ela foi.

Ela chegou no escritório e viu seu pai sentado na poltrona. Eu só fiquei vendo e ouvindo:

- Sua prima já ta na cama, Justina?
- Sim senhor.
- Ótimu. Agora nóis, mocinha... ocê sabi muito bem qui num podi comê coisas cum leite qui ti da gais, num sabi?
- Sei sim papai, mas é qui adoru molho branco i...
- Chega mocinha! Ocê sabia qui essi jantá era muitu importanti pra mim i num si comporto, sortando gais na janta, certu? Pois bem, sabi qui mereci um daqueles castigo, num sabi?
- Sei sim papai.
- Pois intão deita aqui... qui vo isquentá teu trasero com umas parmadas pra aprendê a nunca mais fazê issu.

E dizendo isso foi colocando Justina em seu colo de bunda pra cima, abriu a parte de trás de seu pijama (no interior é comum as pessoas usarem pijamas com abertura nos "fundilhos" pra necessidades) desabotoando-o rapidamente deixando a bunda branca de Justina toda de fora e logo começou a lhe dar palmadas. Essa primeira parte da surra durou uns dez minutos depois ele tirou o chinelo e deu-lhe mais uns quinze minutos de surra. Justina não gritava nem dizia nada, parecia não esboçar reação nenhuma durante a surra a não ser chorar. Resumindo: parecia acostumada a apanhar no bumbum.

Terminada a surra tio Leôncio simplesmente fez sinal para ela subir para o quarto e eu claro subi correndo e me deitei na cama fingindo que não sabia de nada.

Prima Justina subiu para o quarto secando as lagrimas e esfregando o bumbum então chegou ao quarto e se deitou na cama de bruços mostrando que ainda não tinha fechado o pijama, ela naquela posição começou a chorar de novo e eu perguntei por que ela tava chorando e ela me explicou tudo e eu fiquei muito surpresa!

Ela tinha apanhado porque ela tinha um problema no intestino grosso desde pequena e não podia comer nada com leite e o molho branco do jantar tinha leite, ou seja, deu gases nela na hora do jantar e ela não conseguiu se controlar e soltou puns na mesa e claro o pai dela percebeu e a castigou por isso com aquela surra!

Ela me contou enquanto eu passava uma pomada que eu tinha trazido da cidade para emergências femininas, digamos assim.

Notei que enquanto passava e massageava o bumbum ardido dela eu ficava muito, mas muito excitada, tanto que terminei de passar o creme e fui correndo pro banheiro me masturbar, e gozei como louca naquela noite incrivelmente.

O resto das férias foram normais nos 2 primeiros dias pós-surra de Justina ela se sentava de lado ou com uma almofada mas depois tudo se normalizou digamos assim, então terminada as férias voltei pra cidade grande e retomei minha vida normal de estudo mas nunca esqueci da surra de prima Justina, pois foi o meu primeiro contato com as surras de uma maneira mais sexual.

Prima Justina se casou dois anos depois com um médico da cidade e também descobriu o prazer de apanhar na bunda (mais isso fica para outro conto).

Por falar em casamento, três anos depois eu também me casei com o Carlos Eduardo em São Paulo, terra da garoa.

Foi uma cerimônia linda, lua-de-mel impecável e tudo mais de bom que pode se ter num casamento, e aos poucos fui deixando meu marido saber de minha tara, até um dia que eu sem querer estraguei o violão dele e ele disse com um olhar meio sádico:

- Mereces umas boas palmadas...
- Pois dê se for homem!

Ele me pegou me deitou no colo, arriou minha calça com calcinha e tudo e me deu a minha primeira surra de casada!

A cada palmada que ele me dava eu me agarrava nas pernas dele controlando meu gozo pois meu bumbum estava esquentando e esse calor irradiava para a parte da frente do meu corpo, até que ele terminou com a surra deixando minha bunda muito dolorida e quente o suficiente para eu pular de seu colo e na rapidez dar um beijo em meu marido bem molhado tirando as nossas roupas e indo pra cama pra me saciar.

Gozei muito como na noite da surra da prima Justina, e dormimos um pouco até ele me chamar pra jantarmos fora e eu disse que sim. Então enquanto ele ia tomar banho eu ia me arrumar, mas antes dele entrar no chuveiro ele disse:

- E você fique com o bumbum de fora para se refrescar, pois se você não conseguir sentar na pizzaria e me fazer pagar mico vai levar umas chineladas até sua bunda ficar ardendo pra valer, entendeu?
- Entendi sim senhor!

E assim fiquei de bumbum de fora "tomando um vento" esperando meu marido amado que sabia perfeitamente como me dar prazer através de uma boa surra.

(continua...)

Sunday, August 18, 2013

Inverno Europeu


Me chamo Amélia tenho 18 anos sou filha de uma secretária brasileira e um agricultor russo.

Bem minha história começa mais ou menos assim: Quando eu era criança quase não via o meu pai, mas ele sempre dava um jeito de estar presente, ou seja, pagava sempre a pensão, mas não vinha muitas vezes ao Brasil (inclusive foi por isso que meus pais não deram certo, minha mãe não queria sair do Brasil e meu pai não queria sair da Rússia) e claro como secretária ganha pouco tive que economizar durante anos pra poder viajar pra Rússia encontrar meu pai e finalmente este dia chegou...

Viajei de avião pela primeira vez. Foram horas de viajem, mas correu tudo bem cheguei em moscou antes do esperado e logo reconheci meu pai o senhor Dimitri. Ele parecia mais velho do que nas fotos, mas não liguei muito pra isso. O que achei estranho foi o modo de vida dele, sabe, um tanto rústico carro antigo, casa de madeira (dele mesmo, não alugada como no Brasil), mas uma certa generosidade que eu de certa forma ainda não conhecia.

Nos primeiros dias ele foi me ensinando a fazer algumas coisas que eu ainda não sabia como, por exemplo, pegar lenha e depois corta-la, acender o fogão a lenha, lavar roupa na mão (sempre tive maquina), e tinha muita paciência comigo. Teve alguns momentos em que ele parecia querer recuperar a minha infância me levava pro chuveiro como se fosse criança e queria tirar as minhas roupas e me dar banho mas eu claro não deixava apesar de ser meu pai ele nunca sequer limpou a minha bunda quando eu era nenê!

Ele estava sendo apesar de tudo um bom pai naquele momento, mas como todos os pais ele só tinha uma regra: se tratando de Rússia NUNCA se descuidar do frio. estar sempre agasalhada e não sair de casa depois de uma nevasca sem necessidade.

Foi ai que tudo começou...

Aconteceu num dia que começou normal meu pai e eu fizemos tudo normal naquela manhã, mas eu finalmente tinha feito uma amizade: uma moça chamada Lorelayne (era americana e eu sabia falar inglês), e ela tinha me convidado pra ir à casa dela naquela tarde, mas na noite anterior tinha tido uma nevasca das grandes, então papai "me proibiu" de sair naquele dia por causa do frio, mas quem disse que eu liguei?

Eu saí assim que meu pai saiu e fui lá à casa dela, sim! Vimos filmes, acessamos a internet e conversamos claro, mas ficou tarde demais então ai pelas 3:00 da tarde voltei pra casa, mas o frio da rua estava muito forte resultado: minhas articulações estavam dormentes. Bom, tive que esquenta-las de algum jeito então fui pra perto do fogão a lenha e me aqueci um pouco: mãos, pés, joelhos e cotovelos e o mais incrível: a minha bunda estava congelada também (devia ser de tanto ficar sentada na casa da Lorelayne) então resolvi aquecer ela também e me posicionei pra isso: me virei de costas pro fogão e arquei um pouco as pernas perto do fogão pra dar uma aquecida, digamos assim, mas ai de repente deu um pé-de-vento surpresa e bateu a porta me assustando um pouco o que fez com que eu desses dois passos para trás e encaixasse o bumbum exatamente na portinha do fogão que eu tinha deixado aberta para o calor das brasas me aquecer mais depressa e agora estava mesmo me aquecendo!

AI que dor! Eu gritei e sai correndo pela porta então cheguei perto da neve e me sentei nela dando um suspiro de alivio muito grande. Mas aí, depois de estar aliviada, fui para casa cuidar dos meus ferimentos, digamos assim, porque meu bumbum não ficou queimado, só meio "chamuscado".

Meu pai chegou uma hora depois disso tudo e veio logo me xingando dizendo que sabia o que eu tinha feito: a saída de tarde e que um vizinho tinha contado pra ele que eu estava andando de traseiro de fora pelo pátio da nossa casa então expliquei o que tinha acontecido e a única coisa que ouvi mal dita em português foi:

-BEM FEITO PELO QUE ACONTECEU COM VOCÊ NO FOGÃO! VOCÊ MERECIA MESMO E POR FALAR NISSO VOCÊ DEVE ESTAR COM FRIO AINDA ENTÃO DEIXA QUE EU TE ESQUENTO COM O MEU CHINELO!!!!!!!!!!!!!


E foi pegando o chinelo misturado de couro e borracha que ele tinha e correu atrás de mim até me alcançar e me deitar em seu colo arriando minha calça e depois minhas calçinhas e começando a me dar a maior surra que alguém pode ter levado (eu acho).

Meu bumbum é naturalmente branco (puxei o lado russo da família), mas agora contando: a queimadura do fogão e a surra de chinelo ele já devia estar MUITO vermelho, quase roxo de tanto apanhar isso sem contar a temperatura: estava ardendo muito mesmo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Eu me debatia e gritava para ele me soltar, mas parecia que quanto mais eu gritasse mais ele batia então só me restava chorar e foi o que fiz até a surra terminar. Quando acabou a surra a minha bunda estava ardendo como nunca parecia que tinha saído das brasas de novo só que dessa vez de verdade e muito, mas muito dolorida!

Meu pai me mandou levantar, me beijou a testa e disse para eu ir até o corredor da casa ficar de castigo no
canto olhando pra parede de preferência de bumbum á mostra pra refrescar as coisas pelos fundos como ele mesmo disse. Pois bem, eu estava sentindo tanta dor e ardência na minha pobre bunda que quando meu pai foi tomar banho tomei coragem e sai de novo de casa (meu segundo erro no dia).

Fui até o quintal novamente, mas desta vez eu mesma fiz um “montinho" de neve, aproveitei que já estava de calças arriadas mesmo e me sentei confortavelmente naquele montinho de neve e como meu bumbum estava em chamas acho até que ouvi um sssssssshhhhhhh e tive a impressão de sentir uma fina camada de neve derretendo!Então decidi me levantar e caminhar um pouco estava mais aliviada do que nunca então de brincadeira subi em uma cerca de ferro que tinhas nos fundos do terreno e mostrei a bunda pro vento como se quisesse provoca-lo! Triste erro.

Depois de ter levado um gostoso vento no bumbum olhei para trás e vi meu pai me olhando com cara de poucos amigos e gritando:

-VOCÊ NÃO APRENDEU NADA COM A SURRA DE CHINELOS NÃO É MESMO? POIS VAI APRENDER COM O CINTO!

Disse isso tirando o cinto e me pegando pelo braço e me arrastando pra dentro de casa onde me jogou de bruços contra a mesa da cozinha e me deu dez cintadas sem parar na minha bunda pelada e me pegou pelas orelhas (como um pai faz com uma criançinha mesmo) e me levou até o quarto dele e me mandou ficar de castigo no canto de novo!

QUANTA HUMILHAÇÃO!

Fiquei quieta desta vez só chorando e soluçando isso fora esfregar a minha bunda dolorida e totalmente destruída!

Se passaram uns quinze minutos e meu pai me mandou descer:

-AMÉLIA QUERIDA DESÇA AGORA, MAS ASSIM COMO VOCÊ ESTA!

Estremeci ao ouvir isso, mas desci corajosamente e vi meu pai de costas pra mim no balcão da cozinha segurando alguma coisa (algo que já me deu medo!) e logo fui desabafando:

-Paizinho, por favor, chega de me castigar! Meu pobre bumbum já não aguenta mais nenhuma surra!

E nisso ele respondeu:

-Calma eu não vou mais te bater! Muito pelo contrário vou cuidar de você!

Ele disse isso e cumpriu!Me virou de costas pra ele e colocou uma bolsa de gelo no meu bumbum e disse que as duas vezes que eu precisei de cuidado nas "nádegas" era isso que eu devia ter feito e se ele tinha me surrado bastante era para me ensinar lições importantes como:

-Não sair no frio congelante sem necessidade, não mostrar a "poupança” por ai como uma desavergonhada. (Milagre, ele sabia dizer esta palavra inteira!). E, por último, respeitar enquanto for preciso as ordens de meu pai (isso ele disse por eu ter ido refrescar o meu traseiro na rua, quando era pra ficar de castigo).

Passei aquela noite de bruços tentando dormir, e também pensando em tudo que papai havia me dito, e eu via que ele tinha razão naquilo tudo e que eu realmente ás vezes precisava de limites, mesmo em forma de corretivos como aqueles...


Passei o resto desta temporada toda sendo obediente com papai e tudo deu certo, até chegar o dia de voltar para o Brasil e esse dia chegou infelizmente logo, mas tudo correu normalmente na despedida, e chegando ao Brasil senti aquele bafo quente desta terra e por incrível que pareça senti saudade daquele frio europeu elegante e que me fez levar a minha única e maior surra da minha vida no meu bumbum brasileiro que agora, assim como todo meu corpo, sabia o que era ter um pai.






Clique nas imagens para vê-las no tamanho real.

Thursday, August 08, 2013

Tecnologia a Serviço da Disciplina



Me chamo Eulália tenho uma menina-mulher de uns 20 anos e tenho um namorado:o Marco Antonio ele é um cientista e professor de robóticas muito inteligente mas que passa muito tempo trabalhando nessas engenhocas e menos tempo comigo então resolvi me "vingar" disso mas o resultado não foi bem o esperado...

Bom para começar tentei atrapalhar tudo quanto foi projeto dele: apagava do computador os protótipos,trocava as peças,mexia nos circuitos e danificava o máximo que podia tudo aquilo.No começo até funcionou e ele voltou a agir como um namorado normal mas ai um fim de semana as coisa começaram a mudar.

Pra começar um projeto de cerca elétrica "diferente" conseguiu escapar das minhas mãos e ele teve que fazer uma apresentação na universidade em um sábado! Fiquei p... da vida com ele então resolvi partir pra ignorância e destruir tudo que eu visse q ia atrapalhar nosso namoro e agora estava decidida...

Comecei de novo as sabotagens até que um dia ele me pegou quebrando um circuito inteirinho com os meus pés e disse bem assim pra mim:

-VOCÊ ACHA QUE BRINCO DE TRABALHAR?ESTOU MUITO DECEPCIONADO COM VOCÊ SUA IRRESPONSÁVEL! SE PEGAR VOCÊ ESTRAGANDO MINHAS COISAS DE NOVO VOU PERDER A CABEÇA E NEM SEI O QUE VOU FAZER COM VOCÊ!!!!!!!!!!

Então eu retruquei:

- Poxa!Amor eu só fiz estas coisas pra você reparar um pouco mais em mim! Você só liga pra esses robôs! Então você me promete me dar mais atenção?

E ele respondeu:

- Pensando bem querida você tem razão! Vou prestar mais atenção em você e no nosso namoro e mais, vou construir um robô do amor pra ti que tal?

E eu respondi:

- Que bom querido vou te amar cada vez mais!

Eu devia ter desconfiado! Ele ficou calmo e concordou comigo rápido demais!

Passadas algumas semanas ele realmente mudou seu comportamento comigo, mas alguma coisa estava errada:

Ás vezes quando ele ia lá em casa me buscar ele e meu pai ficavam conversando baixo como se não quisessem que ninguém os escutasse!

Nós saímos tudo normal e tal até finalmente o dia da apresentação do tal robô do amor, e eu estava ansiosa por isto, mas aconteceu de uma maneira tão natural que não suspeitei de nada. Pra começar ele me levou pra garagem dele onde estava o tal robô e claro aconteceu uns amassos mais quentes digamos assim,porque ele era um nerd mas tinha pegada e sabia me deixar louca!Tanto que não percebi quando ele levantou minha saia e abaixou minha calcinha.

Ele já tinha tudo planejado: ele me levou até embaixo de duas hastes de metal ligadas por uma haste no teto que ele disse que era onde estava a surpresa e me mandou fechar os olhos foi quando aconteceu tudo:ouvi um barulho e senti sendo erguida pela cintura por alguma coisa magra achei q era ele com seus braços mas eram os braços da máquina de castigo como ele chamou ela e quando vi estava presa pela cintura no meio daquelas hastes que agora estavam fechadas de bunda completamente de fora e sem saber o que fazer foi quando marco Antonio chamou meu pai e perguntou se poderia começar e claro ouvi um sim e de repente do resto da parte de trás da máquina saíram duas chapas de metal uma de cada lado e começaram a bater na minha bunda sem nenhuma pausa!

Comecei a gritar como louca pois o metal frio das hastes logo esquentou com o calor da minha bunda que com quinze golpes já estava em brasas e começou a queimar meu bumbum como se eu estivesse sentada numa fogueira e claro começou com certeza a ficar vermelha pois sou muito branca e qualquer coisa ardente me deixa vermelha e tudo que ouvi foram meu pai e marco rindo de mim dizendo que agora estava tendo o castigo que sempre mereci...

O castigo durou uma meia hora, mas para mim foi como uma eternidade...

Quando terminou as hastes laterais me soltaram e corri a me recompor e chorar ajoelhada pois no fundo sabia que eles estavam certos e eu errada e que como nunca apanhei quando era criança eu merecia aquele corretivo.



Meu pai me abraçou e marco me disse que tinha feito aquilo para o meu bem pois se trabalhava demais era para juntar dinheiro para se casar comigo no outro ano mas eu estava adiando os planos atrapalhando os serviços dele e que me amava muito logo depois me dando um longo beijo que me deixou acesa também na parte da frente mas me contive por meu pai estar na porta me esperando pra me levar pra casa,e assim aconteceu,fui pra casa e chegando lá peguei uma forminha de gelo e fui para o meu quarto e como estava sem calcinha pois ela ficou la na garagem dele de lembrança(kkkkk) só levantei minha saia e me sentei direto na forminha e senti aquele alivio que me fez fazer uma aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh!

Meu bumbum ficou dolorido por alguns dias e precisei de uma almofada para me sentar algumas vezes inclusive na frente do marco mas fora isso a ardência do primeiro dia já tinha passado,mas minha vontade de ser feliz falou mais alto por vários dias,meses e anos até me casar com o marquinho(assim chamo ele agora),ser muito feliz e deixar uma certa maquina de castigo que me lembra do dia em que meu verdadeiro e único amor me falou em casamento pela primeira vez na garagem da nossa casa de casados pra segundo ele mesmo diz:"quando quiser lembrar o nosso namoro eu ligo ela com você embaixo".

E assim sei que serei muito feliz com meu marido muito disciplinador!

Thursday, May 30, 2013

ASSISTENTE PESSOAL

Conto de Gabriela Ventura

                       Bom começando a contar minha história quero deixar aqui registrado que só tenho conhecimento prático do assunto há pouco tempo por isso não estranhem como vou contar o que me aconteceu.

                        Chamo-me bruna e sou uma moça rica de uma família tradicional e por isso talvez nunca tenha encontrado minha verdadeira vocação nesta vida na minha infância sempre tinha tudo na adolescência mesma coisa inclusive certos exageros digamos assim mas sempre com muita liberdade até chegar aos 20 anos de idade e meu pai começar a notar que eu ainda não tinha encontrado um rumo na vida pois ja não era mais uma adolescente e precisava decidir o que fazer da minha vida:ou me casava com um herdeiro de outra fortuna e teríamos filhos milionários ainda mais ou fazia alguma faculdade pra "tocar" os negócios da família ou ainda simplesmente fazia uma faculdade e tinha uma profissão que me desse o sustento então decidi pela segunda opção.

                        MAL SABIA EU O QUE ME ESPERAVA.

                        Fui começar um curso de administração e precisava estagiar então nada mais natural do que trabalhar com meu pai na empresa da família. Porém os trabalhos que ele me passava era de uma secretária e não de uma aprendiz de administradora então começamos a discutir e ele sempre me falava em responsabilidades e tudo mais até ai tudo normal até um dia em que me meti numa reunião importantíssima de negócios e atrapalhei legal o assunto e depois que os investidores foram embora ele me disse uma coisa que nunca tinha falado antes:

                        -Mais uma dessas e eu vou te castigar como nunca fiz sua garota irresponsável!

                        Não levei a sério na hora mas depois pensei melhor e achei que o castigo seria tirar o meu cartão de crédito,tirar o motorista,me proibir de ir nas baladas,enfim qualquer coisa menos AQUILO.

                        Se passaram 2 semanas depois do primeiro incidente e eu estava indo bem no escritório foi quando meu pai chamou todo mundo pra uma reunião e explicou que um grupo de investidores iria passar pelo escritório pra assinar um contrato milionário na manhã seguinte e que nada podia dar errado.

                        Mas eles só estariam na cidade um dia ou seja no dia seguinte portanto se não assinassem o contrato a empresa perderia dinheiro.

                        E lá fui eu fazer besteira de novo!na dita cuja manhã seguinte o tal contrato por obra do destino veio parar nas minhas mãos e eu acabei derrubando café nele,depois tentei limpar mais sujou mais tentei tirar um xerox mas sujei a máquina que acabou estragando resumindo:os empresários não assinaram o contrato,xingaram o meu pai de incompetente e foram embora irritados.

                        Meu pai ficou perplexo o dia todo mas no meio da tarde olhou as câmeras e me viu fazendo minhas trapalhadas então teve uma ideia:

                        Ligou para minha mãe mandou fazer compras no shopping mais longe,mandou meu irmão treinar polo no clube mais caro e deu folga para os empregados.

Era 3:00 da tarde e ele já estava indo embora e claro me dando uma carona.chegamos em casa e estava tudo silencio eu só ouvi o trinco da porta da frente sendo fechado a chaves por meu pai e aquilo me deu um nó na garganta então ele começou a falar:

                        -Sua irresponsável!achou mesmo que não ia ver as suas trapalhadas? Isso que dá mimar os filhos mas agora isso acabou...

                        Ele mal terminou de falar e me puxou para o seu colo de bunda pra cima e arriou minhas calças e calcinhas para logo começar as palmadas...palmadas essas que eu nunca tinha levado e agora estavam esquentando meu bumbum,meu pobre bumbum branquinho e bem malhado agora estava sendo severamente castigado com a mão dura de meu pai...

                        Ele me puniu durante meia hora calado sem dizer uma só palavra e depois que terminou mandou me levantar de seu colo e disse com voz mais tenra e suave:

                        -Minha filha deves aprender que no mundo dos negócios vale tudo MENOS PERDER DINHEIRO!!!!!!!! Por isso te castiguei hoje porque o contrato que perdemos hoje por sua causa nos custou milhões, mas espero que você tenha aprendido a lição?

Respondi afirmativamente com a cabeça pois estava muito envergonhada por estar pelada da cintura pra baixo visto que sempre foram os empregados que trocaram minhas fraldas.acho que meu pai nunca tinha visto meu corpo assim.

Terminado tudo isto fui para meu quarto refrescar meu bumbum numa banheira de água gelada em meu quarto e pensar bem no que disse meu pai...

O restante da semana foi normal mas ninguém mais tocava no assunto do contrato perdido la na empresa.segui com minha carreira de administradora e hoje estou me formando com ótimas notas e um cargo garantido na empresa da família mas sem esquecer do que diz o meu pai:

-NÃO PERCA DINHEIRO SENÃO PERDERÁS POR UNS DIAS TAMBEM A CAPACIDADE DE SENTAR como daquela vez...

E assim sei que serei uma ótima dona de empresa um dia!

Sunday, March 31, 2013

As Duas Donzelas, a Bruxa da Montanha e o Bruxo Cafajestão


Conto de João Palmadas

- Não sei como eu te deixei me convencer a vir aqui, Alice.
- Ai, sossega Débora, estamos quase chegando.
Cansadas, Alice e Débora subiam um monte por uma trilha. Diziam que naquela montanha morava uma bruxa com o dom da adivinhação.
Quase no topo, junto a uma ladeira, ficava a casa da Bruxa. Era uma casa de tamanho médio, pequena para uma grande família mas boa para um casal e mais que suficiente para uma mulher solitária.
Alice e Débora bateram palmas:
- Oi, tem alguém na casa?
- Na casa não, mas aqui tem!
As duas se assustaram, olharam para trás e viram a Bruxa da Montanha. A Bruxa era uma mulher bonita, que aparentava ter entre 35 e 40 anos. Ela vestia-se bem, uma camisa azul clara e uma saia cinza escura que passava dos joelhos, mas era bem justa. Podia-se ver que a Bruxa da Montanha tinha belos seios e nádegas grandes e redondas.
- Oi, dona Bruxa.
- Oi Alice. Oi Débora.
- Você sabe os nossos nomes?
Claro, menina boba, eu sou bruxa.
- E... você não usa vassoura?
A Bruxa estava flutuando no ar em cima de um aspirador de pó.
- Isso foi na Idade Média, donzela. Hoje em dia voamos por aí em confortáveis aspiradores japoneses. Além do mais, o bruxo Kafaajaesstãopoderia achar uma boa idéia usar o cabo das vassouras para surrar suas seguidoras... é melhor não provocar.
- O que, o bruxo cafajestão?
Kafaajaesstão! É melhor não errar o nome dele, porque ele não gosta disso. E ele adora quando tem uma desculpa para surrar o bumbum de uma bruxa indisciplinada ou uma donzelinha boba.
Cafajestão é um país da Ásia Central...
- É o nome de um bruxo também e é Kafaajaesstão! O bruxo e o país! Depois ele aparece do nada e surra seu traseiro igual os pais de vocês faziam até pouco tempo, não é? Se vocês ficarem errando o nome dele, acontecerá isso.
Alice e Débora ficaram espantadas.
- O que, dona Bruxa? Nossos pais nos davam umas palmadinhas quando éramos pequenas, mas isso tem tempo...
- Você – ela disse à Débora – levou uma boa surra de palmadas no bumbum com 18 anos e meio e você – ela disse à Alice – levou outra com 19 anos. E sabem que se vacilarem vão apanhar de novo, que seus pais são bravos.
As duas donzelas ficaram mais espantadas ainda, e um pouco envergonhadas.
- Como você sabe disso?
- Eu sou bruxa, queridinha, eu tenho o dom da adivinhação. E eu também sei porque vocês me procuraram: querem saber se seus noivos são fieis a vocês. Eu posso descobrir isso, mas vocês têm que entrar na casa comigo. Concordam?
- Concordamos.
- Querem mesmo saber isso? Olhem que talvez vocês não gostem do que eu vou exigir em troca.
- Queremos, sim.
- Têm certeza!
- Absoluta!
- Muito bem.
No segundo seguinte elas e a bruxa estavam dentro da casa da montanha. As duas moças levaram um susto tremendo com a mudança de ambiente. Logo ficaram brancas de tanto medo, e tremiam.
- Como foi isso?
- Ai, ai, ai... vocês são lerdinhas mesmo, hein? Essa é a terceira vez que explico: sou bruxa.
Ainda tremendo, a Alice disse:
- Dona Bruxa, vamos discutir o pagamento...
- Que pagamento?
- Não esperamos que você nos ajude de graça – disse a Débora.
- Não vou. Vocês vão me pagar com uma coisa que gosto muito!
- O que?
- Seus bumbuns, para eu surrar.
Alice e Débora olharam uma para a outra.
- Como assim, surrar?
- Vocês duas ficarão deitadas de bruços, com seus bumbuns de fora.
- E vai doer?
- Como na última vez que seus pais deram palmadas em vocês.
- Então não queremos! – disseram as duas, assustadas.
- Agora é tarde. Já estão na minha casa e só sairão daqui depois das palmadas.
- Nós... nós não sabíamos disso, não é justo.
- Poderiam ter perguntado quando eu disse que talvez vocês não fossem gostar do que eu exijo em troca, mas não perguntaram. O ciúme de vocês é muito grande e não pensaram nisso. Ficaram impressionadas com minha capacidade de adivinhar e doidas para conhecer melhor a intimidade dos noivos de vocês. Agora, donzelas, estão na minha casa e daqui só sairão depois de umas palmadas.
- Podemos pagar em dinheiro!
- Se eu quiser, transformo vocês duas em estátuas de ouro e mando derreter. Se eu quiser, transformo tudo nessa casa em ouro e fico rica. Aliás, eu sou rica. Só trabalho como bruxa por causa do meu pacto com o bruxo Kafaajaesstão... e porque gosto de surrar um bumbum também.
- Você não tem pena, Dona Bruxa? Não tem bondade?
- Ah, tenho. E esse é o problema: eu sou visada pelo bruxo Kafaajaesstão, nosso chefão, porque tenho sido boazinha, e uma bruxa não pode ser boazinha. É contra as regras.
- Ai, dona Bruxa, nem uma pequena bondadezinha?
É, outro dia eu fiz uma pequena bondadezinha... vou contar uma história para vocês:

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“Eu estava voando em meu aspirador de pó japonês, como uma boa bruxa moderna, quando vi a mata se incendiando.
Era na estação seca, com um mês sem chuva, e toda vegetação estava ressecada. O vento forte ajudava a espalhar o fogo, e todos os animais corriam o mais que podiam. Sorte deles que havia um rio perto.
Eu assistia o incêndio, fascinada pelo espetáculo dos animais em fuga. Os veados, lobos, onças, antas, emas, pacas, tatus e outros bichos, todos correndo pelo mato para alcançar o rio e se salvarem... Era realmente fascinante.
Eu gosto de bichos, sabem? Eu gosto de vê-los na natureza. Eu estava aliviada porque todos alcançavam o rio e se salvavam.
Então, eu vi que uma raposa chorava, uivando desesperada. Eu achei estranho, porque ela estava a salvo, na outra margem do rio. Eu me aproximei dela, e percebi outra raposa também chorava, mas era um choro de criança. Em cima de uma árvore em chamas estava um filhote de raposa, no último galho. Quase toda a árvore estava em brasa, e ao redor dele só havia fogo. Ele não tinha chance de pular para um lugar seguro e muito menos de alcançar o rio. E a raposa mãe dele chorava pelo filhote que estava condenado.
Eu gosto muito de animais, já disse, então fiquei com muita pena do filhotinho. Aí, fiz um feitiço: o filhote flutuou no ar, por cima do fogo, e veio pousar junto da mãe dele, em segurança, na outra margem do rio, longe do fogo. Acho que a raposa mãe percebeu que foi uma magia minha, porque ela olhava para mim com uma expressão agradecida.
Então, no segundo seguinte, eu não estava mais na floresta. Eu estava no gabinete do bruxo Kafaajaesstão, que olhava para mim com uma cara nada simpática.
- Você usou seus poderes mágicos para uma boa ação, Dona Bruxa da Montanha.
- Sim, para salvar um bichinho, uma raposinha.
- Você sabe que as bruxas têm que ser malvadas e não podem usar a magia para fazer algo bom para criatura nenhuma – a não ser que seja parte de um pacto com um humano.
- Isso também vale para um bichinho?
- Está no contrato: não podem usar a magia para fazer algo bom para criatura nenhuma! Isso ficou bem claro.
- Sim, mestre bruxo. Foi bem claro.
- Então, não vamos mais perder tempo.
Ele se sentou num sofá e me fez flutuar no ar até o colo dele, como eu havia feito o filhote da raposa flutuar no ar até a mãe dele. Mas antes que eu pousasse no colo dele, ele fez minha saia levantar e minhas calcinhas abaixarem até os joelhos, de forma que eu me vi com o bumbum de fora, pronto para as palmadas.
SmackSmackSmackSmack!
Ele deu quatro palmadas, olhou meu traseiro, e recomeçou.
Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! SmackSmack!
O Bruxo Kafaajaesstão batia com firmeza, com uma expressão fria, calma, exceto quando dava uma pausa e alisava um pouco meu bumbum para sentir o calor da pele vermelha, quando então ele sorria, um sorriso discreto e cínico. Mas logo depois ele recomeçava, e batia ainda mais forte:
Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! SmackSmack!
O Bruxo Kafaajaesstão é um bruxo malvado. Ele gosta de sentir o calor das palmadas em um bumbum. Ele gosta de ver a pele de um bumbum vermelha por causa dos tapas. Ele gosta de admirar as marcas de seus dedos e o contorno de sua mão num bumbum bem redondo. Ele gosta de imaginar a humilhação de uma mulher adulta apanhando no bumbum como se fosse uma moleca levada.
Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! SmackSmackSmackSmackSmackSmackSmackSmack!
Quando enfim ele terminou, ele me mandou me levantar.
- Você sabe o que acontece quando você faz uma boa ação para qualquer ser humano, animal ou qualquer outra criatura. E isso vale para as criaturas sobrenaturais, como vampiros, fadas, anjos, lobisomens, bruxos, fantasmas, etc. A não ser que seja uma exceção prevista no pacto que você fez quando se tornou uma bruxa. Trate de agir como uma bruxa malvada de agora em diante.
- Sim, bruxo mestre Kafaajaesstão.
E no segundo seguinte eu já não estava no gabinete dele, e sim na minha casa. Ele me transportou até lá com magia. Cansada, eu me sentei sem pensar numa cadeira.
Aiiii!
Eu dei um pulo imediatamente. Tinha esquecido que meu bumbum estava todo dolorido. Então, tirei a saia e as calcinhas, e me olhei no espelho. Eu sempre fico com o bumbum todo vermelho e dolorido, cheio de hematomas, mas sempre me espanto quando olho no espelho o resultado das palmadas. Bem, nada havia a fazer a não ser passar uma pomada no bumbum e deitar de bruços. E não esquecer de colocar uma almofadinha na cadeira para poder sentar.
E fiquei pensando no que o bruxo Kafaajaesstão tinha me dito.
- “Trate de agir como uma bruxa malvada de agora em diante”, “Trate de...”, hahaha! Conversa fiada! Ele quer é que eu faça mais e mais boas ações! Assim ele se diverte me dando palmadas e eu passo toda a vida de bruxa sem poder sentar direito!”

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Nossa, dona Bruxa, você levou uma grande surra no bumbum! – disse Alice.
- E a senhora não é adolescente mais, deve ter uns 35 anos, não? – disse Débora.
- Tenho 523 anos. Você acha que estou bem conservada?
- 523? - as duas disseram espantadas.
- Eu sou bruxa, ora, eu vivo muito tempo ainda. Para uma bruxa, sou considerada muito nova, se querem saber.
- Mas poxa, dona bruxa, você fez uma coisa bacana, você salvou a vida do pobrezinho do filhote de raposa...
- Justamente, para os bruxos as boas ações são erradas, temos que fazer só travessuras. A moral, para os bruxos, é o contrário da moral para os humanos. Mas às vezes eu dou uma de boazinha, como vocês às vezes fazem travessuras, e aí eu apanho no bumbum.
- Mas nós não apanhamos no bumbum mais.
- Mas vão apanhar hoje.
- Dona Bruxa, você não vai nos perdoar?
- Se eu fizer isso, o bruxo Kafaajaesstão aparece aqui e me surra de novo, porque eu terei sido boazinha.
- E se a gente quiser desistir do negócio?
- Agora não podem, entraram na casa, já era. Só saem daqui depois das palmadas. Sabendo ou não o que queriam saber, se seus noivos são fieis. E eu garanto uma coisa: não vou apanhar no bumbum no lugar de vocês duas. O bruxo Kafaajaesstão tem uma palmada bem forte.
Alice e Débora olharam uma para a outra com uma expressão triste.
- Bem, se é assim, queremos saber se nossos noivos são fieis ou nos enganam.
- Isso é fácil. Vocês se tornaram noivas no mesmo dia, há dois meses atrás, não foi?
- Sim, foi – disse Alice, que quase perguntou como a Bruxa da Montanha sabia disso, mas aí se lembrou que ela era uma bruxa adivinhadora. Então Alice perguntou:
- Como ficaremos sabendo?
- Vocês se deitarão na minha cama e verão, em sonho, a vida dos noivos de vocês de dois meses até hoje.
- Agora?
É, agora.
E logo que a Bruxa da Montanha disse isso, as duas donzelinhas estavam deitadas, dormindo e sonhando. No sonho, elas reviram seus noivos pedindo as mãos delas em casamento. E reviram os noivos saindo com elas para o cinema, o teatro, os bailes, as reuniões familiares, essas coisas. Também, elas viram os noivos quando eles estavam trabalhando ou se divertindo com os amigos, sem elas. E nisso elas não viram qualquer sinal de traição, pelo contrário, eles sempre diziam, quando tinham chance de sair com qualquer outra mulher, que eram noivos e amavam suas futuras esposas. E nos sonhos, elas viram que os noivos se comportaram bem durante todo o noivado e seus ciúmes eram infundados.
Quando viram isso, elas acordaram ao mesmo tempo, numa cama de casal onde estavam deitadas.
- Duas bobas ciumentas, é o que vocês duas são. Se eu tivesse um noivo como os de vocês quando era ser humano, eu não teria virado bruxa. Merecem mesmo umas palmadas bem fortes nos bumbuns.
Elas ainda estavam meio sonolentas e iam ainda pedir para deixar o castigo passar, mas antes mesmo que pudessem articular direito o pensamento elas se viram deitadas de bruços na cama, e perceberam que não podiam se mexer.
- Como!!? Estamos presas, sem cordas nem correntes, não podemos nos levantar nem nos virar... mas não há nada nos segurando, como é isso?
- Eu sou bruxa, digo pela quarta vez! Mas tudo bem, já vi que com vocês vou mesmo ter que repetir muito e muito...
Assim como a magia mantinha as duas donzelas presas na cama, a magia fez as saias e as calcinhas delas simplesmente desaparecerem, e a Bruxa da Montanha se sentou ao lado delas, pronta para dar boas palmadas nos dois bumbuns das duas ciumentas.
SmackSmackSmackSmack!
- E não Smackreclamem, vocês Smackaté que estão SmackconfortáveisSmack! Eu, quando apanho, Smackfico toda sem jeito Smack!no colo colo Smackdo bruxo SmackKafaajaesstãoSmackSmack!
Então, a Bruxa da Montanha interrompeu as palmadas para dizer:
Sabem, eu fico tão sem jeito quando apanho deitada no colo que minha coluna dói quase tanto quanto meu bumbum. Vocês não terão esse problema. – e logo a bruxa recomeçou as palmadas.
Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! SmackSmack!
As duas donzelas choravam e gemiam, um pouco pela dor, mas muito mais pela vergonha e pela impotência. Nem mesmo proteger os bumbuns com as mãos elas podiam, presas que estavam pela magia da Bruxa.
Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! SmackSmack!
A Bruxa da Montanha batia na nádega direita da Alice: Smack!, e depois na nádega esquerda da Alice: Smack! Aí, batia na nádega direita da Débora: Smack!, e depois na nádega esquerda da Débora: Smack! E, se o Bruxo Kafaajaesstão ainda tinha batido com um pouco de seriedade quando surrou o bumbum da Bruxa da Montanha, a Bruxa da Montanha não tinha seriedade nenhuma: ela sorria quando dava as palmadas, às vezes até ria.
Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! SmackSmack!
As duas donzelas não conseguiam conter as lagrimas. Elas bem que tentavam, afinal não queriam dar à bruxa o prazer de vê-las chorando, mas a situação era muito humilhante e dolorosa, ainda mais pela impotência. Elas choravam de dor, de vergonha e de raiva.
SmackSmack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! Smack! SmackSmackSmackSmackSmackSmackSmack!
E a Bruxa batia, batia, batia que parecia que nunca iria terminar… mas terminou. Terminou quando sentiu a mão doendo demais para continuar. Olhou bem para os bumbuns das duas donzelas: estavam bem vermelhos. Aqui e ali, se podia ver alguns sinais ainda mais vermelhos, quase roxos: eram as marcas dos dedos finos da mão da Bruxa da Montanha, que tinha marcado por pelo menos três dias os bumbuns redondos e lisos das duas donzelas.
- Eu tenho uma coisa boa para dizer para vocês, mocinhas: seus bumbuns, que já eram lindos, ficaram mais bonitos ainda com as palmadas que eu dei.
As duas donzelas, ainda presas por magia na cama, ficaram com muita raiva quando a Bruxa da Montanha disse isso, mas esta disse:
- Ah, estão zangadinhas?
E levantou a mão, como que para bater de novo, mas não bateu. Preferiu ver as duas donzelas se encolherem, tremendo de medo. A Bruxa da Montanha então deu uma grande gargalhada e, no segundo seguinte, as duas donzelas se viram fora da casa, bem vestidas, e pronta para voltarem para casa, agora que já tinham conseguido o que queriam.
- Nossa, Alice, será que foi um sonho?
A Alice encostou a mão no bumbum, fez uma careta e disse:
- Não, Débora, não foi, foi tão real que acho que vou ficar dois ou três dias precisando de um travesseiro para sentar.
A Débora também fez uma careta quando tocou no bumbum. O tecido das calcinhas fazia a pele arder como se estivesse sentada numa fogueira.
Felizmente, o caminho de volta, sendo uma descida, era mais fácil.
Durante a descida, Débora e Alice viram um pequeno riacho, e Débora teve uma idéia.
- Alice, eu acho que vou tomar um banho nesse riacho.
- Ué, para que?
- Para molhar meu bumbum nessa água fria.
E Débora tirou a saia e as calcinhas, e entrou no riacho. Não era muito fundo, a água batia justamente na cintura dela. Alice viu o bumbum de Débora, e se arrepiou, imaginando que seu próprio bumbum devia estar tão vermelho quanto o de Débora. Mas a Alice também achou uma boa idéia refrescar o bumbum com a água fria do riacho, então ela também tirou a saia e as calcinhas e entrou depois da amiga. As duas conversaram um pouco enquanto a água aliviava a pele ardida de seus bumbuns.
- Sabe, Débora, eu acho que valeu a pena.
- Que isso, Alice! Valeu a pena, como?
- Agora, sabemos que podemos confiar nos nossos noivos, sabemos que essa Bruxa da Montanha é mesmo poderosa e sabemos como conseguir os serviços dela.
- Não me diga que você está disposta a deixá-la surrar seu bumbum de novo!
- Se for para alguma coisa importante, será que não vale a pena? Nossos bumbuns estarão bem em alguns dias no máximo, mas podemos ter problemas que incomodarão a vida inteira.
- E se ela achar que a gente gostou das palmadas?
- Você gostou?
A Débora parou e a Alice parou junto. A Débora pensou um pouco, suspirou e disse:
- Olha, Alice, eu até gostei um pouquinho... não sei explicar o que eu senti, eu senti muita raiva e muita vergonha, mas também um pouco de excitação, uma grande vontade de abraçar meu noivo e fazer coisas com ele... você sabe, aquelas coisas que uma moça decente só pode fazer com um moço depois de casar com ele... as palmadas me deram uma grande vontade de fazer coisas com meu noivo... mas pelo amor de Deus, Alice, não conte isso para ninguém, senão vão achar que sou alguma depravada.
- Eu também senti isso, Débora, a mesma coisa... as palmada me deram uma grande vontade de casar logo com meu noivo, queria que a lua de mel fosse logo hoje... e sabe qual é o meu medo?
- Qual?
- Eu procurar a Bruxa da Montanha quando tiver que resolver algum problema, ela querer me dar mais palmadas jogar na minha cara que sabe muito bem que gosto das palmadas... eu acho que disso eu teria muita vergonha.
- Eu também, Alice, eu também... Bom, se um dia eu precisar dos serviços da Bruxa, veremos o que vai ser.
É, nesse dia nós veremos. Pra que sofrer por antecipação? Vamos ver quando o dia chegar. Se chegar.

Tuesday, March 19, 2013

Encontro com o vampiro de Curitiba

Conto da Meninha Malcriada


Já fazia um bom tempo que eu tinha prometido á Kate, ir ate Curitiba para vê-la. Éramos grandes amigas, e devido a cursos em diferentes áreas, fomos obrigadas a nos separar. Talvez pudesse ser o trabalho, a faculdade com todas as suas chatices, ou ate mesmo o que costumavam falar sobre a cidade.

- Maldito cabelo - Eu pensava enquanto a atendente, sem muita pressa, pegava a minha passagem.
- Então vai conhecer a misteriosa Curitiba? Ela me perguntou, tirando minha atenção de um folheto sobre financiamento de carros.                             - Indo ver uma amiga, somente. Respondi seca, tomando a paragem das mãos dela com mais força que deveria. Algo me incomodava nessa viajem, era como que se algo muito ruim fosse me acontecer. E infelizmente, eu estava certa. Enquanto isso o avião ganhava os ares, sob um céu quase limpo de são Paulo, e parece que eu ouvia quase que silenciosamente:

- Não desembarque desse avião, volte Ana Carolina, volte.                

Duas longas horas haviam se passado infelizmente, e foi sob um céu chuvoso, com trovões quase que escolhidos para ocasião, que encontrei Kate, com um sorriso leve no rosto, cabelos molhados, e roupas um pouco amassadas.

- Aninha, querida bem vinda a cidade, onde os desejos mais ocultos , se tornam realidade.
- Kate , querida, que saudades. Respondi, abraçando-a com lagrimas quase silenciosas.

Ficamos ali abraçadas no meio da chuva, quando que por uma fração de segundo, um homem tenta tirar a bolsa de Kate, que em resposta, segura o braço do ladrão.

- Kate, Kate, não faça isso, deixe ele ir, Kate! - Eu implorava.
- Solta cretina. O ladrão repetia, com os olhos já meio assustados.   

Kate em menos de segundos o segurou pelo ombro e o bateu contra o pilar de concreto que estava atrás de nos, o ladrão deu um grito abafado, enquanto eu olhava para Kate, chocada e abismada ao mesmo tempo.

- Agradeça àqueles olhos castanhos. Kate disse apontando para mim, soltando o ombro do ladrão.

Eu já não tinha reação, na verdade estava parada encarando os olhos verdes de Kate, sem me desviar para outro lugar.

- Kate... voce... Mal conseguia falar.
- Tudo ao seu tempo, Aninha. Foi somente o que ela me disse, me puxando, ainda nervosa em direção ao carro, enquanto um pouco atrás de nos um homem sorria.

No carro mal nos falamos, Kate ora ou outra expirava o ar com força, e suas mãos apertavam o volante, pois infelizmente eu já tinha percebido que havia algo de muito errado com a minha melhor amiga.

Entramos em seu apartamento, alguns segundos depois, e ela nada disse apenas foi se trocar.

Enquanto eu me sentava no imponente sofá vermelho da sala, algo se mexeu atrás da porta da cozinha.

- Kate, acho que... Kate querida? Eu perguntei olhando fixamente para a porta, e logo senti olhos, em chamas sobre mim.

Me levantando com as pernas tremendo, andei ate a porta da cozinha lentamente, não sei se foi as cortinas brancas ou apenas a meia luz da sala, ou o fato de...

- Aninha. Kate me chamou de perto do sofá, sem que eu tivesse visto ela chegar.
- Kate precisa me contar o que esta acontecendo... Perguntei olhando uma faixa de seda enrolada em seu braço.

Kate sorriu muito vagamente para mim, e andava como se fosse me interrogar, dando voltas na sala quase escura.

- Misteriosa essa cidade não? - Ela perguntou parando de frente, para uma janela, olhando a noite com olhos mais calmos.
- Porque esta me dizendo isso? - Rebati a pergunta olhando para os lados, segura que não estávamos sozinhas ali.
- Cheia de lendas urbanas... - Kate me disse apenas ignorando a minha pergunta.
- O que esta querendo me contar? - Me levantei e comecei a caminhar na direção dela, enquanto sentia mais uma vez, os olhos famintos de alguém sobre mim.
- Por acaso já ouviu falar no vampiro de Curitiba? - Ela me perguntou enquanto as cortinas brancas começavam a balançar ao encontro do seu vestido, e os trovões faziam mais barulho.
- Não acredito em historias assombradas, Kate, já passei dessa fase há algum tempo. - Eu dei um sorrisinho, que passou despercebido pela minha melhor amiga.
- Então você não acredita. - Disse ela, vindo em minha direção, e tirando carinhosamente a faixa do braço, enquanto o espanto e o medo invadiam o meu rosto.
- Oh meu Deus, Kate. - Eu gritei, apavorada, quando olhei para a marca de mordida em seu braço.
- O encontrei, logo que cheguei aqui, Aninha, ele me transformou, mas isso não muda a nossa ami... - Ela tentou falar, mas eu a interrompi.
- Não, você não pode estar falando serio. - Disse pegando a minha mala e minha bolsa, mais que depressa, caminhando sem olhá-la.
- Ele está atrás de você. - Kate disse com uma voz triste quando eu cheguei perto da porta.

Um longo arrepio me percorreu todo o corpo, e de repente, talvez por medo, abri a porta e sai, deixando para trás os olhos tristes e sem vida de Kate, e talvez a nossa amizade, de alguns longos anos.

Enquanto eu andava em direção ao elevador, na sala de Kate, um homem apenas fazia um carinho na cabeça dela, enquanto corria seus dedos gelados, por entre a cicatriz no braço dela, dizia:

- Tudo bem, querida, você foi ótima.

Já dentro do elevador eu me xingava mentalmente, por depois de tanta insistência ter aceitado fazer essa viagem, mas parte de mim não esquecia as palavras de Kate.

“Ele está atrás de você.” As palavras se repetiam em minha mente.

- Térreo, por favor. Quase sussurra um homem muito arrumado que entra elevador adentro.
- O painel é logo ali. Aponto o dedo, mostrando que estou com cara de poucos amigos, e sem jeito me viro de costas para ele.

As luzes se apagam por um momento, e assustada me agarro as paredes do elevador.

- Assustada, menina? Pergunta o estranho, enquanto o elevador chega lentamente ao térreo, e sem olhá-lo saio rapidamente, sentindo um olhar intenso sobre mim.

Nas ruas escuras, a chuva só tornava a minha caminhada mais difícil, e depois de ser informada sobre um hotel ali perto, vou andando com certa dificuldade quando as minhas pernas me traem me levando a uma queda feia.

- Ah, que ótimo, era tudo que eu precisava agora. - Grito e antes que eu pudesse perceber, uma mão havia se estendido para mim, e em segundos, meus olhos se encontraram com os do estranho do elevador.
- Deixe que eu te ajudo, menina.
- Não, não precisa, estou bem. Reagi empurrando a mão dele, me levantando devagar.
- Não seja mal educada, garota. O estranho disse pegando a minha mala do chão.

Tomei a mala dele num puxão,e mais que depressa me afastei, pensando em correr a qualquer momento, se fosse o caso. 

- Estou atrás de você. Ele gritou quando eu tomei certa distancia, dando um leve sorriso.

Assim que as palavras de Kate cruzaram mais una vez, eu deixei minha mala cair no chão lentamente, e percebi que tudo fazia sentido, a força de Kate com o ladrão, a marca de mordidas, os olhos que eu sentia sobre mim.

Era ele o vampiro de Curitiba.

As minhas pernas como se tivessem vida própria, andaram ate ele, enquanto os trovões iluminavam o céu.

- Acho bom acreditar em historias assombradas, Aninha. Está vivendo uma. – disse ele.

Quando olhei para as poucas pessoas que passavam na rua, elas estavam todas paralisadas. De um momento para o outro, ele me imobilizou com seus braços gelados, e depois de um impulso eu gritei a plenos pulmões e cai sem sentido em seus braços.

Algumas horas ficaram perdidas em minha mente, e enxergando com dificuldade eu pedi:

- Água... preciso de água.
- Aqui está, menina levada. - O vampiro disse rindo sentado aos pés da cama.

Assim que coloquei os olhos nele, me encolhi na cama. 

- Onde... Onde estou? - Perguntei assustada olhando para os lados.
- Isso não importa, Aninha, o que realmente importa é que agora voce é minha, me pertence.

Ele disse tirando o blazer e colocando sobre a cama.

Com muita tontura e derrubando algumas coisas, eu disparei em direção a porta, mas estava trancada.

- Não ira sair, menina.
- Socoroooo! Socorooo! - Eu gritava descontrolada e socava a porta.
- Não gosto de gritos, venha, venha aqui. Ele disse se aproximando e me puxando pelo braço
- Sabe Aninha, tenho te observado, já tem um tempo, e não tenho gostado nada, nada do seu comportamento, briga com todo mundo, e se alguma coisa não sai como você quer, apronta um escandalo. - Ele falava e dava voltas ao redor de onde eu estava sentada.
- Me observando? Estava me espionando? - falei com um pouco de medo.
- Sou um vampiro menina, não ha nada que eu não possa fazer.

Bem devagar me aproximei de uma estante que havia no quarto, com vários vasos, e comecei a jogar todos em cima do vampiro, que em resposta , parava os objetos com um movimento das mãos, e os direcionava para a parede.
- Não me provoque menina. - Ele disse com os olhos faiscando para mim.
- Apenas me deixe ir. - Choraminguei encostada na parede.
- Vais ser minha Aninha, mas eu não permitirei que seja tão levada assim.

Ele repuxou um sorriso, e de repente, como num passo de mágica, dos meus desejos e segredos mais ocultos ele ficou sabendo. O vampiro sorria, os olhos fechados, saboreando cada pensamento, e cada segredo.

- Então é disso que você tem mais medo? - Ele sorriu satisfeito.
- O que esta fazendo comigo? – Gritei, colocando as mãos na cabeça, e me ajoelhando lentamente, enquanto uma forte dor de cabeça me invadia.

Quando ele me liberou do encanto, ele me ajudou a levantar e em meu ouvido sussurrou.

- Comigo, vais ser a minha doce princesinha, porque se assim não for, eu te esquentarei o bumbum com umas boas palmadas, todos os dias, agora venha aqui, menina.

Eu ouvi ele me chamar, mais a menina levada dentro de mim, decidiu me dar esse ultimo golpe.

- Não, eu não vou. - Eu disse, me afastando mais um pouco.
- Se eu tiver que ir ate ai te buscar... - As palavras dele ecoavam em minha mente mais uma vez, e quando abri os olhos, ele já estava bem perto de mim sorrindo.

- Sei de sua mente, Aninha, e como você tem sido malcriada. Eu vou ter o prazer de te ensinar a se comportar.

- Mais eu não queeeerooo. - Fiz um beicinho e o vampiro balançou a cabeça, e logo seu rosto já ficava com uma expressão seria, e ali de pé mesmo, desceu a mão em meu bumbum.

Plaft Plaft Plaft

- Aiiii que is..aiiii aiii

Plaft Plaft Plaft

- Venha Aninha, venha aqui.

Plaft Plaft Plaft

Eu pulava a cada palmada, mas foi assim que ele me levou ate a cama, onde se sentou e me jogou de bruços em seu colo.

Plaft Plaft Plaft Plaft

- O que eu te disse? - O vampiro irritado me perguntou.

Plaft Plaft Plaft Plaft

- Aiihe par... aiii paraaa aiii. Eu sentia meu bumbum esquentar a cada palmada.

Plaft Plaft Plaft Plaft

- O que eu te disse Anínha? Ele me perguntou mais uma vez.

Plaft Plaft Plaft Plaft

- Aiaaiii que era aiii pra mim aiii ir ate aiiii vocêee... - Eu gritava e esperneava em seu colo.

Plaft Plaft Plaft Plaft

- E o que voce fez?
- Aiiih droga ...aiihi ta doendo aiiii eu desobeci aiiii

Sentia cada palmada estalando forte no meu bumbum, enquanto o vampiro, com muita facilidade, abaixou as minhas calças, e lentamente abaixou a minha calcinha, olhando meu bumbum já bem rosado.

Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft

- Isso é para voce aprender, menina levada.

Plaft  Plaft Plaft Plaft  Plaft Plaft Plaft Plaft

- Aiaiii meu bumbum aiaiiih aiiii paraaa aiiii. Eu gritava esperneando o mais que podia, mas o vampiro me segurava bem firme, observando meu bumbum se colorir de vermelho.

Plaff Plaft Plaft Plaft

- Não vai mais responder.

Plaft Plaft Plaft Plaft

- Não vai mais ser mimada.
- Aiii snif aieh snif snif snif snif eu prometoooo. - Eu apenas assentia enquanto as mãos dele tratavam do meu bumbum .

Plaft Plaft Plaft Plaft Plafl Plaft Plaft Plaft 

- Vamos querida fale o que você esta pensando agora. - O vampiro me pediu muito calmamente.

Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft

- Eu aiii snif eu acredito no snif snif no vampiro snif snif de Curitiba. - Eu disse entre choro e soluços.

Ele então parou e com um leve sorriso no rosto, me levantou do colo. Eu apenas esfregava meu bumbum, com as duas mãos.

- Quero esse narizinho encostado aqui na parede, está de castigo, meia hora com esse bumbum a mostra.

Caminhei ate a parede lentamente ate a parede e me virei, sabendo perfeitamente que o vampiro estava me vigiando.

Quando enfim pude sair do castigo, ele sentado novamente na cama me disse:

- Aninha, não se trata de vida ou morte, mas de respeito ou bondade, a minha vida foi tirada de mim por crueldade, mas quanto a sua...

O olhei com desespero enquanto ele se aproximava de mim, já abrindo a sua boca, em direção ao meu pescoço...

Molhada e com muito frio acordei em uma das ruas de Curitiba, com um bilhete nas mãos.

No outro dia enquanto o avião do aeroporto de Curitiba ganhava movimento, eu me ajeitava lentamente em cima de uma almofadinha em forma de coração, e relia o bilhete escrito em vermelho, me dizendo que aquilo não era um sonho.

"Ainda serás minha, Aninha."

Sim. Isso era uma promessa!

(conto dedicado ao meu amigo João)