Monday, December 02, 2013

O PRAZER DE UMA BOA SURRA - PARTE 1


Vou começar este conto deixando claras as minhas reais intenções: narrar histórias á respeito de um tema nada divulgado na sociedade que é a tara ou fetiche por apanhar no bumbum.

Sou uma mulher de 25 anos, casada, sem filhos ou vícios. Chamo-me Angélica. Descobri este meu fetiche na adolescência vendo filmes ou novelas com cenas deste tipo e ficava fascinada quando a moça que apanhava não conseguia sentar depois da surra, aquilo de alguma maneira me excitava e muito! Na época não sabia "muito" bem o que acontecia, pois sonhava com a tal cena e acordava toda molhada.

Só aos 17 anos descobri de uma certa forma o que era todo aquele fogo que corria dentro de mim quando via uma coisa daquelas e foi de uma maneira surpreendente!

Foi durante as minhas férias de inverno do colégio do terceiro ano do ensino médio, eu fui passar as duas semanas de férias na fazenda de um tio-avô meu do interior e aproveitei para rever a minha prima Justina (que também se descobriu apaixonada por palmadas, digamos assim... outro dia, quem sabe...), que era tão adolescente quanto eu, mas que foi criada na roça acostumada a obedecer sempre o pai e a mãe dela (tio Leôncio e tia Laura) caso contrário levava uma boa "piza", como dizia. Eu cheguei lá fui muito bem recebida por todos eles, me instalei no quarto de Justina, almocei, passeei, colhi frutas, eu e Justina nadamos no riacho, enfim coisas normais de um dia no campo pra uma garota urbana como eu fazer, até chegar o jantar foi quando aconteceu "aquilo"...

Tio Leôncio chamou tia Laura, Justina e eu e disse:

- Hoje vem nus visitá o vereador Dutra e sua sinhora, purtanto quero oceis tudu muito comportada pois tô tentando consigui uma indicação di patrocini pru agrunegocio da região, intenderam?

Em coro nós três dissemos sim. Então à noite o tal vereador chegou com a mulher dele e fizemos as honras da casa e fomos muito bem educadas como tio tinha ordenado até a hora do jantar...

Durante o jantar, conversa vai, conversa vem, tudo normal até que de repente nós começamos a sentir uma cheiro estranho na mesa, um cheiro ruim diga-se de passagem e por um instante eu pensei que fosse uma coisa mas não poderia ser porque o cheiro vinha do canto da Justina e da tia Laura, então todos se olharam como se suspeitassem do mesmo que eu, mas ninguém disse nada mas eu achei estranho o jeito como tio Leôncio olhou pra prima Justina, mas deixei pra lá e seguiu o jantar e as conversas normalmente até umas 10:30 da noite, quando o vereador e a sua mulher foram embora.

Tia Laura foi pra cozinha lavar a louça com as empregadas e depois foi deitar, tio Leôncio parecia nervoso então se trancou no escritório e não deu nem boa noite, eu e Justina fomos pro quarto dormir e colocamos nossos pijamas, mas ai quando eu fui deitar Justina disse que tinha esquecido uma coisa e que ia descer pra pegar e saiu do quarto, eu fiquei curiosa e a segui até onde ela foi.

Ela chegou no escritório e viu seu pai sentado na poltrona. Eu só fiquei vendo e ouvindo:

- Sua prima já ta na cama, Justina?
- Sim senhor.
- Ótimu. Agora nóis, mocinha... ocê sabi muito bem qui num podi comê coisas cum leite qui ti da gais, num sabi?
- Sei sim papai, mas é qui adoru molho branco i...
- Chega mocinha! Ocê sabia qui essi jantá era muitu importanti pra mim i num si comporto, sortando gais na janta, certu? Pois bem, sabi qui mereci um daqueles castigo, num sabi?
- Sei sim papai.
- Pois intão deita aqui... qui vo isquentá teu trasero com umas parmadas pra aprendê a nunca mais fazê issu.

E dizendo isso foi colocando Justina em seu colo de bunda pra cima, abriu a parte de trás de seu pijama (no interior é comum as pessoas usarem pijamas com abertura nos "fundilhos" pra necessidades) desabotoando-o rapidamente deixando a bunda branca de Justina toda de fora e logo começou a lhe dar palmadas. Essa primeira parte da surra durou uns dez minutos depois ele tirou o chinelo e deu-lhe mais uns quinze minutos de surra. Justina não gritava nem dizia nada, parecia não esboçar reação nenhuma durante a surra a não ser chorar. Resumindo: parecia acostumada a apanhar no bumbum.

Terminada a surra tio Leôncio simplesmente fez sinal para ela subir para o quarto e eu claro subi correndo e me deitei na cama fingindo que não sabia de nada.

Prima Justina subiu para o quarto secando as lagrimas e esfregando o bumbum então chegou ao quarto e se deitou na cama de bruços mostrando que ainda não tinha fechado o pijama, ela naquela posição começou a chorar de novo e eu perguntei por que ela tava chorando e ela me explicou tudo e eu fiquei muito surpresa!

Ela tinha apanhado porque ela tinha um problema no intestino grosso desde pequena e não podia comer nada com leite e o molho branco do jantar tinha leite, ou seja, deu gases nela na hora do jantar e ela não conseguiu se controlar e soltou puns na mesa e claro o pai dela percebeu e a castigou por isso com aquela surra!

Ela me contou enquanto eu passava uma pomada que eu tinha trazido da cidade para emergências femininas, digamos assim.

Notei que enquanto passava e massageava o bumbum ardido dela eu ficava muito, mas muito excitada, tanto que terminei de passar o creme e fui correndo pro banheiro me masturbar, e gozei como louca naquela noite incrivelmente.

O resto das férias foram normais nos 2 primeiros dias pós-surra de Justina ela se sentava de lado ou com uma almofada mas depois tudo se normalizou digamos assim, então terminada as férias voltei pra cidade grande e retomei minha vida normal de estudo mas nunca esqueci da surra de prima Justina, pois foi o meu primeiro contato com as surras de uma maneira mais sexual.

Prima Justina se casou dois anos depois com um médico da cidade e também descobriu o prazer de apanhar na bunda (mais isso fica para outro conto).

Por falar em casamento, três anos depois eu também me casei com o Carlos Eduardo em São Paulo, terra da garoa.

Foi uma cerimônia linda, lua-de-mel impecável e tudo mais de bom que pode se ter num casamento, e aos poucos fui deixando meu marido saber de minha tara, até um dia que eu sem querer estraguei o violão dele e ele disse com um olhar meio sádico:

- Mereces umas boas palmadas...
- Pois dê se for homem!

Ele me pegou me deitou no colo, arriou minha calça com calcinha e tudo e me deu a minha primeira surra de casada!

A cada palmada que ele me dava eu me agarrava nas pernas dele controlando meu gozo pois meu bumbum estava esquentando e esse calor irradiava para a parte da frente do meu corpo, até que ele terminou com a surra deixando minha bunda muito dolorida e quente o suficiente para eu pular de seu colo e na rapidez dar um beijo em meu marido bem molhado tirando as nossas roupas e indo pra cama pra me saciar.

Gozei muito como na noite da surra da prima Justina, e dormimos um pouco até ele me chamar pra jantarmos fora e eu disse que sim. Então enquanto ele ia tomar banho eu ia me arrumar, mas antes dele entrar no chuveiro ele disse:

- E você fique com o bumbum de fora para se refrescar, pois se você não conseguir sentar na pizzaria e me fazer pagar mico vai levar umas chineladas até sua bunda ficar ardendo pra valer, entendeu?
- Entendi sim senhor!

E assim fiquei de bumbum de fora "tomando um vento" esperando meu marido amado que sabia perfeitamente como me dar prazer através de uma boa surra.

(continua...)

6 comments:

Sel_Fire said...

Meu primeiro conto: A Professora de Educação Física

Era aula de educação física. Eu odiava essa aula. Sentei no banco e disse à professora que eu estava passando mal. Como já tinha usado essa desculpa mil vezes nos anos em que tive aula com ela, ela não acreditou.
- Fique aí. Hoje você não escapa do seu castigo. – ela disse, apontando o dedo para mim.
Fiquei surpresa. Ela nunca tinha dito isso antes. Mandou as alunas jogarem futsal e me puxou pelo braço para a sala onde guardam as bolas e equipamento. Trancou-a.
- Tira o tênis. – falou.
Eu tirei o tênis. Ela me puxou pela cintura, sentou num banco e me jogou de bruços em cima do seu colo.
- Agora você vai ver o que acontece com menina sedentária! – ela disse.
Em seguida, acertou uma palmada na minha bunda. Sufoquei um grito. Ela seguiu com as palmadas e eu agitava as pernas, tentando me livrar do colo dela, mas não conseguia. Uma após a outra, ela me surrava. Então, quando eu achei que não podia piorar, ela começou a tirar a minha calça.
- Não, por favor, professora, aí já é demais... – eu implorei.
- Isso é só o começo. – ela disse, jogando minha calça para longe.
Eu estava só de calcinha no colo dela, a bunda dolorida e rosada.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT
Uma palmada após a outra, sem parar. Eu chorava.
- Desculpa, desculpa, eu vou lá participar do futsal... – tentei barganhar.
- Agora não, agora você vai é ter a bunda esquentada. – ela disse, puxando meu cabelo e beliscando a minha bunda com força.
Ela tirou minha calcinha. Solucei com a humilhação e a dor.
- Tá vendo? Você, uma menina de 16 anos, no colo da professora, de bunda de fora, levando palmada porque é preguiçosa e mimada! Espero que sinta vergonha de si mesma!
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT
Subitamente, ela afastou as minhas pernas.
- Olha só a xoxotinha dela aqui... Vai levar umas palmadas também. – ela disse, rindo.
PAT PAT PAT PAT PAT PAT PAT PAT

Ela dava tapas na minha xoxota, um atrás do outro. Eu chorava de humilhação.
- Fica em pé! – ela disse.
Fiquei de pé e esperei. As lágrimas escorrendo pelo rosto.
- Agora deita de barriga para cima aqui no banco. – ela mandou.
Eu deitei. Ela flexionou minhas pernas e colocou a minha bunda em cima o colo dela. Me obrigou a abraçar os joelhos afastados um do outro. Começou a dar palmadas na minha bunda.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT
Eu não aguentava mais de dor, de vergonha. Minha professora me vendo pelada e ainda batendo em mim nesses lugares? Eu sabia que nunca mais seria a mesma.
Ela começou a bater na minha bucetinha de novo.
PAT PAT PAT PAT PAT PAT PAT PAT PAT PAT PAT PAT
Me mandou ficar sentada, de pernas completamente escancaradas. Esperei, tremendo. Ela pegou um cinto e começou a bater com ele na minha buceta dolorida e vermelha. Doía demais, eu me contorci e quase gritava. Ela me mandou deitar de bruços no banco. Então me deu cintadas na bunda. Quando terminou, guardou o cinto.
Ela voltou com um termômetro e enfiou ele no meu cu. Doeu, mas segurei o grito. Ela enfiou ele quase todo, esperou, fez movimentos circulares com ele dentro de mim e o removeu. Então enfiou dois dedos na minha xoxotinha. Socando eles lá dentro.
- Espero que tenha aprendido que quem manda aqui sou. Se eu digo que você vai jogar, você vai jogar. Entendido? – perguntou.
- Sim. – respondi baixinho.
Ela tirou os dedos e me mandou levantar. Chegou por trás de mim e me fez afastar as pernas.
- Para terminar. – ela disse.
E começou a dar tapinhas na minha bucetinha. Eu olhava para baixo, vendo o que ela fazia comigo. Minha bucetinha vermelha e dolorida apanhando ainda mais.
- Pronto. Coloque suas roupas, enxugue as lágrimas e vai jogar! – ela disse, jogando minha calça e minha calcinha para mim.
Coloquei minha roupa, calcei o tênis, fiz o que pude para desmanchar a cara de choro e fui jogar futsal, toda dolorida.

corcovado jatinho said...

Gozei nos primeiro texto. mas vc. nao fez xixi nao durona heim.....;-)

Babinogueira22 said...

Fiquei interessada nesse spanking! Tenho esse fetiche mas nunca encontrei ngm que o realize.. meu email nbabi0303@gmail.com

Babinogueira22 said...

Fiquei interessada nesse spanking! Tenho esse fetiche mas nunca encontrei ngm que o realize.. meu email nbabi0303@gmail.com

Andrea Correa said...

Adoro apanhar no bumbum....quem se habilita?

João Palmadas said...

Oi Andrea Correa. Se você for uma moça e puder entrar em contato comigo pelo facebook, meu perfil lá é https://www.facebook.com/joao.palmadas