Tuesday, December 30, 2025

Mariana e Marieta, irmã branca e irmã negra 4

 C a p í t u l o   4



Três dias depois das palmadas do Coronel, Chiquinha ainda estava dolorida. Em seu escritório, ela escrevia uma carta a Herr Frederick von Behring-Karlstein, conhecido filólogo, historiador e filósofo alemão, e estava sentada numa almofada, em cima de um banquinho. Na primeira noite depois da surra, ela tinha precisado dormir de bruços, e no dia seguinte não conseguia sentar. Agora, ela já sentava, mas ainda precisava de uma almofadinha para proteger seu bumbum.


A carta, que Chiquinha escrevia em alemão, pois Herr von Behring-Karlstein não sabia português, era sobre a tese do filólogo alemão, sobre a influência dos dialetos alemães, e da maneira com que os camponeses alemães formavam palavras, nas tendências metafísicas da filosofia alemã. A maneira de raciocinar dos metafísicos alemães, segundo Behring-Karlstein, se assemelhava à maneira dos camponeses alemães de formar palavras novas, em seus dialetos, quando sentiam necessidade disso.


Chiquinha se interessara pelos estudos de Behring-Karlstein e, desde que tinha aprendido, como autodidata, a ler e escrever em alemão, costumava trocar cartas com o filólogo.


Behring-Karlstein louvava a inteligência e a cultura de Chiquinha, notáveis numa donzela que vivia no interior do Brasil, e Chiquinha, enquanto escrevia a carta, pensava: “O que esses doutores das universidades europeias (porque Behring-Karlstein não era o único sábio estrangeiro com quem Chiquinha trocava cartas) achariam se soubessem que anteontem eu apanhei no bumbum? O que eles achariam se soubessem que eu, a sábia donzela, cheia de cultura e talento, que eles tanto admiram, que sabe tantas línguas e lê tantos livros, aqui na fazenda do Coronel Ferro Durão ainda apanho no bumbum, com vinte e sete anos?”


Chiquinha seria capaz de se matar de vergonha, se eles descobrissem, mas esse pensamento provocava um arrepio intenso e gostoso por todo o seu corpo. “O que eles pensariam disso?” A ideia excitava Chiquinha. “O que eles, herr von Behring-Karlstein e os outros, diriam se soubessem que estou escrevendo para eles sentada numa almofada porque apanhei no bumbum? Será que eles se divertiriam me imaginando deitada de bruços no colo do Coronel Ferro Durão, com a saia levantada, as calçolas arriadas e o bumbum de fora, levando palmadas, como se eu fosse uma menininha sapeca e indisciplinada? Será que eles ficariam chocados, horrorizados, revoltados, indignados, excitados, achariam engraçado, ficariam envergonhados? Ou tudo isso junto?”


Bem, Chiquinha nunca descobriria. Há limites para a humilhação, mesmo quando a humilhação é excitante, e Chiquinha nunca contaria isso a qualquer um deles.


Além disso, Chiquinha tinha outros problemas. Ela precisava falar com a Julinha.


Ela terminou de escrever a carta, que tinha algumas informações interessantes sobre a influência das línguas indígenas nos dialetos caipiras do interior do Brasil. Ela tinha levado uma hora procurando no dicionário termos alemães equivalentes aos termos do português falado no Brasil, e durante toda essa meia hora o Chiquinha sentira seu bumbum ardidinho, uma ardência gostosa, sim, mas, ainda assim, ardência, embora estivesse bem menos dolorido que nas horas imediatamente posteriores às palmadas.


Quando Chiquinha terminou de escrever, ela se levantou. Não pode deixar de imaginar herr von Behring-Karlstein na frente dela, com a mão na boca, como uma donzelinha chocada, tendo acabado de descobrir que Chiquinha ainda levava palmadas, do alto de seus vinte e sete anos, e com tanta cultura e inteligência, mais do que a maioria dos acadêmicos europeus. Chiquinha corou um pouquinho, esfregou um pouco o bumbum, por cima da saia (claro que ela estava vestida), e deu um sorrisinho envergonhado e sentiu seu cabaço de solteirona se umedecer um pouco.


“Agora, vamos à Julinha!”, pensou Chiquinha, que chamou a escrava que lhe servia de empregada.


- Julinha!

- Já vou, dona Chiquinha!


E Julinha veio meio minuto depois. Julinha era uma mulata um pouco menor que dona Chiquinha, da idade de Mariana. O pai de Julinha era um negro forte, alto e bonito, escravo da confiança absoluta do pai do Coronel Ferro Durão, que o tinha nomeado feitor de sua fazenda, função que o pai da Julinha ainda exercia. A mãe de Julinha era uma mulata, bonita também. Diziam que era filha natural do pai do Coronel com uma escrava. A mãe da Julinha crescera mimada e se achando privilegiada entre os escravos. Quando o pai do Coronel mandou ela se casar com o feitor da fazenda, a mãe de Julinha, reclamou, protestou, disse que era boa demais para casar com um negro, mas o pai do Coronel deitou a donzela de bruços em seu colo, levantou sua saia, baixou suas calçolas, e aí, já sabem, né? Encheu seu belo e grande bumbum de mulata de palmadas. E bateu bem forte. A mãe da Julinha costumava apanhar muito mesmo, era uma mulata muito malcriada e as palmadas sempre foram o método de disciplina mais usado para mulheres na fazenda da família Ferro Durão, desde os tempos do avô do bisavô do Coronel. Mas o que deixou a mãe de Julinha particularmente envergonhada foi ter apanhado no bumbum pelado na frente de seu futuro marido, o feitor.


E o pai do Coronel Ferro Durão bateu forte e muito no bumbum de sua filha natural:


PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT!


E a mãe da Julinha chorou, reclamou, protestou, esperneou… as palmadas doíam muito, mas a mãe da Julinha chorava mais de raiva e de vergonha, por ter o bumbum pelado na frente do feitor negro, e ainda por cima apanhando.


De vez em quando, o pai do Coronel perguntava para a mãe da Julinha:


- Agora você vai obedecer e se casar com o feitor?

- NÃO! - respondia, desafiadoramente, a mãe da Julinha.

- Muito bem, você que sabe. - dizia o pai do Coronel.


E as palmadas recomeçavam:


PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT!


O bumbum da mãe da Julinha já estava bem escuro, um vermelho que era quase negro, sem dúvida porque seu bumbum era marrom claro, como são os bumbuns das mulatas, não branco, como os das mulheres da família do Coronel, que ficavam de uma cor vermelha e brilhante. Nas mulheres brancas, o bumbum fica bem vermelho, cor de sangue, com as palmadas. Nas negras, o bumbum fica mais preto, escurecendo ainda mais a pele. Com as mulatas, o bumbum fica vermelho, mas é um vermelho escuro, quase roxo, primeiro, e bem negro, no final, quando apanhavam muito. E era o caso do bumbum da mãe da Julinha, que, teimosa como mais tarde seria Mariana, continuava apanhando, na frente do feitor, que estava meio constrangido, mas, mesmo assim, achava bom ver a donzela mulata apanhando porque desprezava seu futuro marido negro.


PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT!


Afinal, a mãe da Julinha disse, entre lágrimas e gemidos:


- Tá bom, eu caso… por favor, não precisa mais me bater no bumbum, senhor meu pai, eu caso com o feitor! Buaaaaaá… ahaaaa… ahaaaaa…


O pai do Coronel então parou com as palmadas, recompôs sua filha natural, e disse ao feitor:


- Não se preocupe, ela é teimosa mas é uma boa donzela. Será uma boa esposa. E se não for, bem, você já sabe o que fazer quando ela se comportar mal.

- Sim, senhor Coronel, eu acho que saberei como tratá-la. - disse o feitor. E depois, para a mãe da Julinha, que ainda chorava e sentia o bumbum latejando, o feitor disse: - Você não precisa se preocupar, senhorita. Você não apanhará sem motivo e sem merecer. Eu saberei ser justo e tentarei ser um bom marido. Se você também tentar, de coração, ser uma boa esposa, não apanhará muito no bumbum.


O feitor até que foi um bom marido. Pra começar, ele cumpriu sua promessa. A mãe de Julinha, que era teimosa e desobedecia muito ao feitor, frequentemente apanhava no bumbum. Mas as surras sempre eram justas, ela era a primeira a reconhecer que merecia muitas palmadas, e até mais do que o marido lhe dava. E todos os que conheciam o casal concordavam com isso: pelo que a esposa do feitor aprontava, pelo tanto que ela sabia ser desagradável e muito irritante quando queria, pela mania besta de mulata de se achar superior ao marido negro, até que ela apanhava pouco. A mãe da Julinha, mulata bonita, se achava merecedora de um homem livre e até de um branco proprietário de muitas terras, como era o pai dela. Mesmo assim, ela acabou por amar o marido que lhe tinham imposto porque, primeiro, o feitor não era um branco rico, mas era o homem que mandava na fazenda, o que lhe dava prestígio, e, segundo, depois de ter aceitado os carinhos de seu marido e principalmente depois de ter perdido a virgindade na lua de mel, ela passou a gostar cada vez mais de transar com o marido, que sabia como lhe dar prazer. Ela era uma mulher difícil, mas também era muito amorosa. De fato, ela e o marido sempre transavam depois das palmadas, e o sexo depois de uma boa surra no bumbum era maravilhoso para a mãe da Julinha. O feitor não era apenas um negro alto, forte e bonito, ele era um administrador respeitado e competente, e era muito bom de cama, também.


Com o tempo, vieram os filhos. Alguns eram negros como o pai, outros eram mulatos como a mãe, e outros, ainda, eram mulatos escuros, uma cor marrom indefinida, entre as cores do pai e da mãe. A Julinha era mulata como a mãe, e também tinha um temperamento parecido com o da mãe: ela se achava melhor e mais esperta que seus irmãos, só porque tinha a pele mais clara.


Às vezes, o feitor dava umas palmadas na Julinha, como nas irmãs dela (as moças viviam brigando e aprontando), mas quem mais batia na Julinha era a mãe. Provavelmente, porque ela se reconhecia na filha, tão parecida, e queria evitar que a mocinha cometesse os mesmos erros que a mãe tinha cometido.


Naqueles dias, quando a Chiquinha tinha levado palmadas do coronel, a Julinha tinha levado chineladas da mãe. Chiquinha sabia disso (a fofoca corria solta na fazenda do Coronel Ferro Durão), e por isso esperou uns dias antes de resolver suas pendências com a Julinha. “Um intervalo entre duas surras é aconselhável”, pensava Chiquinha.


Quando Julinha chegou, Chiquinha disse:


- Você sabe, Julinha, que eu surrei o bumbum de Mariana?


Julinha ficou sem jeito, mas respondeu:


- Eu… sei.

- E como você sabe?

- Eu… estava escondida, espiando a aula.

- Não foi uma aula, Julinha, foi uma sessão de castigo.

- Oh… sim, uma sessão de castigo.


Chiquinha sorria do embaraço de sua criada pessoal, emprestada pelo coronel.


- E você acha certo ficar espionando as pessoas, Julinha?

- Eu… sim, quer dizer, não… no meu caso, foi porque o coronel mandou.

- Sim, mandou… mesmo assim, isso é errado, não é, Julinha?

- Mas… o que eu poderia fazer?

- Não sei, Julinha, mas eu sei o que vou fazer: vou te dar uma boa surra de chinelo no seu bumbum, por você ser espiã.

- Mas… não foi minha culpa, eu obedeci.

- Sim, Julinha, mas você obedeceu com prazer. Você achou bom a Mariana ficar com o bumbum todo vermelho e inchado de tanta surra de chicotinho, não achou?


Julinha ficou sem jeito para responder por alguns minutos, então Chiquinha disse:


- Julinha, por me espionar, eu te darei apenas uma surra de chineladas. Minta para mim, e eu vou pegar o chicotinho e te surrar no bumbum e nas coxas até sair sangue. Vou repetir a pergunta: você achou ou não achou bom ver o bumbum da Mariana ficar todo inchado e vermelho de tantas chibatadas?

- Eu… achei. - disse Julinha, encabulada.

- E também achou bom ver meu bumbum ficar todo vermelho, enquanto o Coronel me dava palmadas?

- Eu… - Julinha hesitou, Julinha gaguejou, Julinha tremeu, Julinha ficou muito encabulada, mas Julinha também pensou no que Chiquinha tinha dito: “por me espionar, eu te darei apenas uma surra de chineladas. Minta para mim, e eu vou pegar o chicotinho e te surrar no bumbum e nas coxas até sair sangue.” E, por isso, Julinha respondeu: - Bem… eu tenho que admitir que gostei… a senhora sabe que não foi minha culpa se o Coronel resolveu te dar palmadas, não é, dona Chiquinha? E a senhora, me desculpe a franqueza, tem um belo bumbum, liso, branco, e redondo, não muito grande nem muito pequeno, mas no tamanho ideal para enlouquecer muitos homens… Se a senhora se enfeitasse mais e se vestisse de forma, digamos, um pouco mais ousada, com o perdão da palavra, a senhora facilmente arrumaria um bom marido, é o que eu passei a achar, depois que vi o bumbum da senhora.

- Quer dizer que você admite que me espionou quando eu falei com o Coronel, Julinha? Mesmo sem ordem do Coronel?


Julinha pôs a mão na boca quando percebeu o que tinha feito. A Chiquinha de fato não tinha como saber que a Julinha estava espiando a Chiquinha, durante a surra. A Chiquinha agiu com inteligência e fez a Julinha confessar, sem nem a Julinha perceber (na verdade, a Chiquinha tinha percebido a presença de alguém atrás das cortinas, quando levou palmadas do Coronel, e muito provavelmente devia ser a Julinha espiando de novo, mas a Chiquinha não tinha como provar, até conseguir muito habilmente a confissão da Julinha).


- Devo procurar o Coronel e perguntar se ele te mandou me espiar, Julinha?

- Não, senhora, não – se o Coronel soubesse, ele provavelmente daria uma surra na Julinha, e ainda contaria para os pais dela, e a mãe de Julinha daria chineladas nela, e ainda teria que apanhar da Chiquinha - eu confesso, senhora, eu te espionei, eu fiquei muito curiosa com o que o Coronel ia fazer… Mas eu nunca imaginaria que ele te… que ele faria o que fez.

- Talvez não tenha imaginado todos os detalhes, mas, se você resolveu espionar nós dois, então você sabia que algo interessante iria acontecer.

- Bem… é sim, senhora… Mas por favor, não leve a mal… eu só fiquei muito curiosa.


Chiquinha, que encarava Julinha com um olhar muito severo, disse então:


- Te levar a mal, Julinha? Oh, não! Eu só vou te dar uma surra de chinelo, como tua mãe costuma fazer.


Julinha congelou.


- Senhora…? Mas… isso não é justo, eu te espiei com a Mariana porque o Coronel mandou.

- Isso já seria um bom motivo, na minha opinião, Julinha. Mas depois, você ainda me espiou com o Coronel, e ele não mandou. Então, agora, trate de levantar sua saia e abaixar suas calçolas, mocinha.

- Ai, senhora, por favor, eu prometo que…

- Julinha, se você não me obedecer eu contarei tudo ao Coronel e aos seus pais. E ainda vou pedir para o Coronel me deixar te surrar o bumbum, depois. Você prefere uma surra ou três?


Então, a Julinha, tremendo de vergonha e chorando, obedeceu Chiquinha e levantou sua saia e abaixou suas calçolas…


Então, a Chiquinha conduziu a Julinha até um sofá e ordenou:


- Deite de bruços no sofá, Julinha! Deite com o bumbum pra cima!


Julinha obedeceu. Chiquinha admirou o bumbum da jovem mulata. Era um bumbum grande, como os bumbuns das negras (Chiquinha já tinha visto algumas negras serem disciplinadas no traseiro, quando cometiam alguma falta), mas com a cor marrom claro das mulatas. Era bem liso e redondo, e se destacava ainda mais porque Julinha tinha uma cintura fina. Era um belo corpo de mulata, o da Julinha, com belas curvas nos lugares certos. E Chiquinha não pode deixar de dizer:


- Você acha que eu arrumaria um bom marido se me vestisse com mais ousadia, Julinha? Pois você com certeza deve ter uma legião de candidatos a noivo, ainda mais com um bumbum assim, grande e bonito, que você tem… e que eu vou ter o maior prazer em encher de chineladas.

- Ai, dona Chiquinha… por favor, não fale assim, eu fico com muita vergonha… acho que muito homem olha para mim com desejo, mas todos têm medo do meu pai, e também do Coronel, eles não vão admitir que alguém tome liberdades comigo… só se for pra casar e meus pais mais o Coronel têm que aprovar.

- E eles estão certos em te proteger, Julinha, você é muito bonita de rosto, mais ainda de corpo, e ainda por cima é uma moça sem juízo, que gosta de espionar os outros… Se eles não te protegerem, você pode se perder, e isso seria horrível. Mas não se preocupe, porque além dos seus pais e do Coronel, eu também vou te proteger. E se você não se comportar, um de nós vai te surrar!


Então, Chiquinha foi até o armário, pegou um de seus chinelos, um de couro, que ela só usava em seu quarto, e voltou para ficar ao lado do bumbum da Julinha, que tremia no sofá. A Julinha já tinha levado muitas palmadas e chineladas dos do pai, da mãe e do Coronel Ferro Durão, e até uma vez de seu irmão mais velho, mas ela sempre tremia diante de um chinelo forte, ameaçador. A Chiquinha então disse:


- Você agiu muito mal me espionando com a Mariana, Julinha, e agiu pior ainda, me espionando com o Coronel. Você sabe disso, e você sabe que merece as chineladas. Você é uma boa menina, e eu espero, do fundo do meu coração, que essas chineladas, te corrijam.


Então, Chiquinha desceu o chinelo, com toda força de que era capaz, e o chinelo estalou forte no bumbum da Julinha, produzindo uma grande mancha redonda e vermelha na nádega direita.


SPLETCH!


Julinha deu um gritinho, mas não teve tempo de se lamentar, pois o chinelo voltou a estalar forte na nádega esquerda.


SPLETCH!


Agora, as duas nádegas de Julinha tinham manchas vermelhas. Em cada uma, uma bola quase do tamanho da palma da mão de Chiquinha, um círculo vermelho no centro e com uma estranha mistura de rosa e marrom claro nos lados. Chiquinha passou a mão de leve no bumbum de Julinha e sentiu que já ardia. Olhou para o rosto de Julinha viu que a jovem mulata estava respirando pela boca e de olhos fechados, parecendo mais excitada do que dolorida. Chiquinha também estava excitada, vendo o bumbum de Julinha se avermelhar. Então, recomeçou o castigo com o máximo de força.


SPLETCH! SPLETCH! SPLETCH! SPLETCH! SPLETCH!


O bumbum de Julinha ficava cada vez mais vermelho, e Chiquinha admirava como ele mudava de cor. Cada chinelada na pele vermelha produzia uma mancha clara no começo, mas que logo ficava vermelha de novo, um vermelho cada vez mais escuro.


SPLETCH! SPLETCH! SPLETCH! SPLETCH! SPLETCH!


O som das chineladas enchiam o escritório da preceptora, e eram tão altos e tão frequentes que abafavam os gritinhos de dor e os gemidos de prazer da Julinha. A própria Chiquinha suspirava excitada com cada vez maior intensidade, e depois de alguns minutos de surra as duas donzelas estavam doidas para começarem a se esfregar. Chiquinha se imaginava levando palmadas do Coronel, enquanto que Julinha pensava baixinho: “Meu Deus, por favor, me dê um marido… Um marido com o pinto grande como o do papai, para poder me fazer chorar e sangrar de dor na noite de núpcias… e com uma mão bem dura e um braço forte como o do papai, para poder me dar palmadas bem fortes e me deixar dois ou três dias sem poder sentar direito… e se for branco, melhor ainda.”


Chiquinha ainda deu um último golpe antes de dar a surra por encerrada:


SPLETCH!


E então, ela se ajoelhou ao lado de Julinha, que ainda estava no sofá, e a abraçou.


A Julinha ia mudar de posição, para poder abraçar de volta e chorar no ombro da Chiquinha, mas ela sentiu seu bumbum arder ao contato com o sofá e deu um pequeno gritinho de dor. A Chiquinha, então, disse:


- Julinha, menina, fique quieta nesse sofá, eu já volto. Não saia daí e nem mude de posição, e nem se vista até eu mandar.


Julinha ficou então no sofá, com o bumbum pelado e vermelho para cima, esperando a Chiquinha voltar. A Julinha lutava contra a vontade de se esfregar e gozar, enquanto sentia a brisa alisar de leve seu bumbum vermelho e ardido, quando a Chiquinha voltou. Realmente, a preceptora tinha ido rápido, pegar o creme que a Julinha tinha passado no bumbum de Chiquinha, três dias antes, quando a Chiquinha levou palmadas do Coronel Ferro Durão.


O creme era muito refrescante, um unguento feito para peles doloridas, realmente. Era um creme muito usado em queimaduras, mas muito eficaz para aliviar a pele de um bumbum surrado, vermelho e ardido de tantas palmadas, ou chineladas, no caso da Julinha. Ou chibatadas, no caso da Mariana. E, pensando nas chibatadas que a Mariana levou, a Chiquinha teve uma ideia.


- Agora, você vai ser uma jovem donzela muito comportada e disciplinada, não vai, Julinha? Você sabe que isso é o melhor para todos, principalmente você.

- Sim, senhora, eu sei. - A pobre Julinha mal conseguia falar, sua voz saiu baixinha, como um gemido, e era quase inaudível.

- Então, você vai ser uma boa menina, a partir de hoje?

- Vou sim, senhora, eu prometo.

- Que bom, Julinha! - Disse Chiquinha, e logo depois começou a beijar o rosto, a testa, a ponta do nariz, o pescoço, o belo queixo e até a boca da jovem Julinha, que recebia os beijos humilde e submissa.


Logo depois, a própria Chiquinha ajudou a Julinha a se levantar do sofá, e depois ela se sentou, e pôs a mulata sentada em seu colo. Parecia uma jovem mãe fazendo carinho em seu bebê. E a Chiquinha ainda disse:


- Você gostaria de aprender a ler e a escrever, Julinha? E depois aprender francês, inglês, latim, piano, desenho, e a dançar, como uma boa donzela prendada?

- Oh, dona Chiquinha, sim, eu gostaria muito disso.

- Eu posso te ensinar tudo isso, Julinha, eu posso pedir ao Coronel que me deixe te dar aulas junto com a Mariana.


A Julinha sorria radiante, feliz como poucas vezes em sua vida, entusiasmada pela perspectiva de se tornar uma donzela tão prendada quanto as moças das famílias mais ricas da região.


- Mas isso significa que você vai levar muita surra de chicotinho no bumbum, Julinha, surras iguais aquela que você me viu dar na Mariana. - disse Chiquinha - Você vai aprender melhor se souber que vai levar surra de chicotinho no bumbum quando cometer um erro. Foi assim que eu aprendi e é assim que os melhores colégios ensinam.

- Sim, dona Chiquinha, a senhora tem razão.

- Então, você se submeterá às chibatadas, para aprender melhor, mocinha?

- Sim, dona Chiquinha, se a senhora acha que é o melhor jeito, para mim está bem. Mas eu quero muito aprender todas as ciências que as moças das melhores famílias aprendem.

- Você aprenderá, menina, você aprenderá. - disse Chiquinha, beijando com carinho o rosto da Julinha. - Eu vou dizer ao Coronel que quero que você seja minha aluna, junto com a Mariana, e se o Coronel não concordar eu sairei daqui e darei um jeito de te levar comigo. Mas o Coronel vai concordar, com certeza. Para ele, será só um favorzinho, e desde que aceitei as condições dele, ele está mais do que disposto a me fazer pequenos favores.

Tuesday, December 23, 2025

Mariana e Marieta, irmã branca e irmã negra 3

 

C a p í t u l o  3


 

- Boa tarde, senhor Coronel.

- Boa tarde, Chiquinha. Ou talvez seja melhor dizer boa noite, já é quase noite.


De fato, a tarde estava acabando, o céu estava escurecendo, a lua já estava a vista e o Coronel Ferro Durão olhava para a janela, admirando o pôr do sol.


Chiquinha tremia, porque estava excitada e ao mesmo tempo com medo. Ela não apanhava no bumbum desde o tempo de adolescente, no internato, e lá se iam quase dez anos, talvez mais. Desde então, ninguém mais tinha nem mesmo visto seu bumbum liso, branco e redondo. E agora ia finalmente levar as palmadas com as quais sonhava (porque a solteirona tinha sonhos onde apanhava no bumbum e inclusive, nos últimos dias, ela passou a sonhar que o Coronel era um de seus antigos professores e a obrigava a mostrar o bumbum na frente de todos os funcionários, professores e alunas do internato, para então começar a castigá-la na frente de cinquenta ou sessenta pessoas… o que muito excitava Chiquinha).


- Bem, senhor Coronel - disse Chiquinha - eu acabo de castigar Mariana. E, bem… o senhor deve se lembrar do que combinamos… para cada chibatada, eu levaria sete palmadas, certo?

- Na verdade, combinamos que seriam cinco palmadas, Chiquinha.

- Oh, sim, cinco palmadas… Desculpe, senhor Coronel, eu acho que me confundi.

- Então, cinco palmadas, para cada chibatada. E foram quantas chibatadas, Chiquinha?

- Acho que… foram cinquenta, senhor Coronel.


O Coronel olhou para Chiquinha por alguns segundos. Então disse:


- Pois eu acho que foram trinta, Chiquinha.

- Trinta, Coronel? Mas como…


Chiquinha se calou, arrependida de ter começado a perguntar. O Coronel então disse:


- Como eu sei disso? Bem, eu mandei a Julinha espionar você e a Mariana durante o castigo, Chiquinha.

- Oh…

- Bem, então serão cento e cinquenta palmadas… Mais algumas por mentir. Quantas seriam, então?

- Eu não menti… quer dizer… menti, sim, mas… é que me enganei, senhor Coronel.


O Coronel olhou muito sério para dona Chiquinha, que ficou vermelha e tremeu ainda mais do que antes.


- Então, - disse o Coronel - vá lá, se enganou. Nesse caso, vinte palmadas seriam apropriadas? Se tivesse mentido de propósito, seriam cinquenta, mas talvez vinte seja mais apropriadas para quem só se enganou…

- Desculpe, senhor Coronel, mas eu menti. - disse Chiquinha - É que eu pensei bem, e acho que cinco palmadas para cada chibatada é muito pouco, não seria justo. Então, pensei em aumentar o número… por uma questão de justiça.

- Oh, sim, por uma questão de justiça…


O Coronel ficou olhando Chiquinha, com muita seriedade. A Chiquinha, coitada, tremia, ficou vermelha e sorriu sem jeito. “Meu Deus!”, pensou Chiquinha, “Ele não pode saber que estou doida pelas palmadas!”

- Os professores, eu acho, - disse Chiquinha - devem ser justos com seus alunos e com os pais deles, também. Ainda mais uma preceptora, que vive e trabalha na casa da família de seus alunos.

- Sim, talvez você tenha razão, Chiquinha. Nesse caso, serão mais cinquenta palmadas. E, depois de hoje, serão dez palmadas para cada chibatada. Isso parece justo para você?

- Bem… - disse Chiquinha - acho que dez é um exagero, mas é melhor do que apenas cinco…

- Certo, serão cinco por chibatada hoje, e dez nas próximas vezes. E como hoje foram trinta chibatadas, o que dão cento e cinquenta palmadas, mais cinquenta por mentir, então serão duzentas palmadas.

- Oh, duzentas… sim, senhor Coronel, realmente, acho que por hoje são duzentas…

- Como nós combinamos, Chiquinha.

- Sim, senhor Coronel, como nós combinamos.


O Coronel, então, se levantou e levou para o meio da sala a cadeira onde estava sentado. E depois disse:


- Venha cá, Chiquinha.


Chiquinha veio. E quando ficou ao lado do Coronel, ela pensou: “agora, ele vai me deitar no colo com o bumbum pra cima, e começar a dar as palmadas”. Ela estava ansiosa. Principalmente desde que vira Mariana com o bumbum vermelho das chibatadas, e se esfregando. Já havia dias que ela sonhava com isso. Uma coisa é apanhar no bumbum por uma travessura feita logo antes das palmadas, outra coisa é ser posta no colo de um homem (ou mulher) muito mais forte e ter o traseiro despido a força e rapidamente, sem poder reagir, e ainda uma outra coisa é combinar as palmadas com dias de antecedência, e esperar o dia certo, minuto a minuto, sabendo muito que vai apanhar naquele dia, naquela hora, que a surra está esperando o bumbum, e só resta imaginar até isso realmente acontecer… Bem, a Chiquinha poderia ter evitado isso, deixando de surrar o bumbum da Mariana. Poderia ter dito para sua jovem aluna que mudasse seu comportamento e que daquela vez ela seria clemente, mas na próxima, se não melhorasse, levaria as chibatadas. A Mariana provavelmente não melhoraria em nada, mas, pelo menos, haveria uma chance da mocinha não levar chibatadas e, por extensão, da Chiquinha não levar palmadas.


A verdade é que a Chiquinha não queria evitar as palmadas do Coronel. Além do fato da Chiquinha também ter gostado de castigar o bumbum da Mariana, ela também tinha vontade de ser castigada depois, por sua vez. Pensar em si mesma deitada no colo do Coronel, indefesa e desprotegida, sendo castigada no bumbum como se fosse uma moleca travessa, ela que era uma preceptora de grande talento, formada em um internato rigoroso, e uma donzela cheia de cultura, cultura essa adquirida em mais de vinte anos de estudos, ela que já tinha lido mais livros do que o Coronel Ferro Durão e do que todos os latifundiários daquelas bandas juntos, ela que era talvez a pessoa mais culta do lugar, ser surrada no bumbum era, para Chiquinha, muito mais humilhante e embaraçoso do que para uma escrava negra, como a Julinha, ou para uma moça insolente e atrevida, como Mariana, mas, estranhamente, a humilhação, o embaraço, a submissão e a vergonha a excitavam, ainda mais do que a assustavam, e a assustavam muito.


A ordem seguinte do Coronel surpreendeu Chiquinha. Ela esperava que ele a puxasse para seu colo e levantasse sua saia, mas em vez disso o Coronel disse:


- Levante a saia, Chiquinha, e depois abaixe suas calçolas.

- O que, senhor Coronel? Eu que… quer dizer… pensei que o senhor é que iria…

- Que eu iria levantar a sua saia, Chiquinha? Bem, eu acho que foi um erro meu não ter explicado antes, admito, mas explico agora: Você deve levantar sua saia e abaixar suas calçolas, e depois deitar de bruços no meu colo, para eu poder espancar seu bumbum com minha mão.


Chiquinha, coitada, tremia tanto que parecia que ia tropeçar sem nem mesmo andar. E como ficou vermelha, ela nunca corou tanto na vida. Seus olhos começaram a lacrimejar, não apenas de medo, mas também de vergonha, imensa vergonha. Mas o olhar do Coronel, implacável, severo, o olhar de quem não admitiria nenhuma discussão, nenhuma desobediência, era mais forte do que os pudores da Chiquinha - e aumentavam a excitação da Chiquinha. Sua respiração era pesada, ela sentia sua barriga gelar e sua pele se arrepiar. Seu coração batia tão forte que parecia que ia saltar do peito. Ela só podia fazer duas coisas: obedecer e se submeter. Assim, Chiquinha levantou sua saia, abaixou suas calçolas e, com o bumbum de fora e lágrimas de vergonha, deitou de bruços no colo do Coronel.


O Coronel Ferro Durão admirou por algum tempo o belo bumbum da Chiquinha. Olhou bem a pele branca das duas esferas lisas, as duas nádegas. Olhou para a cintura fina de Chiquinha, e para suas coxas rijas e bem-feitas. E o Coronel ficou indignado, por Chiquinha ter tanta beleza oculta. “Ela é bonita demais da cintura para baixo”, pensou o Coronel, “uma moça assim não tem direito de ser solteirona. Agora eu acho mesmo que ela merece umas palmadas.”


- E ainda, Chiquinha, um aviso: nem pense em pôr sua mão na frente de seu bumbum, para se proteger das palmadas. Se você fizer isso, eu vou recomeçar a contagem.


Então, determinado a castigá-la, o Coronel deu a primeira das duzentas palmadas.


PLAFT!


O Coronel bateu forte, na nádega direita. Uma mancha rosada, com mais ou menos os contornos da mão do Coronel, surgiu onde ele tinha batido. Chiquinha sacudiu-se toda. Começou a mexer os braços e as pernas, como se quisesse nadar, e sentiu vontade de enfiar a mão direita na xoxotinha, e se esfregar… O Coronel percebeu isso e deu outra palmada.


PLAFT!


Essa segunda palmada estalou forte na nádega esquerda. Outra mancha rosada surgiu no bumbum de Chiquinha. Uma onda de dor, mas também de prazer, invadia o corpo da preceptora. O Coronel esperou um pouco, para que Chiquinha pudesse apreciar suas novas sensações, as mudanças que a dor, a vergonha, o prazer, a excitação, e, de certo modo, também a indignação por apanhar no bumbum como uma criancinha, aos vinte e sete anos. E também o absurdo de sua situação, ela devia ser a única preceptora em todo Império que nessa idade ainda apanhava no bumbum, ao menos como castigo. Outras mulheres, até muito mais velhas, também levavam palmadas, Chiquinha não duvidava, mas por prazer e diversão, não como castigo. E Chiquinha tinha ainda um sentimento estranho, ela sentia raiva, não do Coronel, muito menos de Mariana, mas dela mesma, Chiquinha. Ela tinha raiva de si mesma por se submeter àquela humilhação. Tinha raiva de si mesma por não ter coragem de deixar a casa do Coronel, em vez de ter aceitado a proposta muito mais do que indecente do Coronel. Tinha raiva de si mesma por ter obedecido quando o Coronel a mandou ficar com o bumbum pelado e deitar no colo dele, para levar palmadas. Chiquinha se odiava por ter sido tão submissa. Mas principalmente, ela tinha raiva de si mesma por estar gostando, por sentir prazer, por querer mais palmadas, e por querer se beijada, abraçada, acarinhada, e também por querer se esfregar naquela parte do corpo onde Chiquinha ainda era pura e imaculada, e por querer que depois da surra o Coronel a levasse para o quarto e a deflorasse, mesmo sem casamento.


E, por desejar isso, Chiquinha pensou: “Nossa, como eu estou ficando safada e sem-vergonha! Eu tenho que me guardar até o casamento, e se não casar, tenho que me guardar para Deus e morrer intacta e imaculada. Mas eu não quero isso, eu quero ser… possuída… meu Deus, eu quero… pecar! Eu tenho mesmo que apanhar, meu Deus, vou achar que essas palmadas são um castigo por eu querer me perder, deixar de ser uma moça séria e querer virar uma pecadora! Oh, Coronel, bate forte, muito forte, porque eu sou muito safada e mereço muitas palmadas, para não me perder!”


O Coronel parecia ter lido os pensamentos de Chiquinha, porque a terceira palmada foi mais forte ainda que as duas primeiras. E também a quarta, a quinta, a sexta, a sétima…


PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT!


Chiquinha se contorcia, sentia seu cabaço se umedecer, a vontade de se esfregar e gozar aumentava mais e mais… Oh, como doía, como ardia, como era embaraçoso, como era humilhante… e como era bom! Tantas emoções conflitantes despertavam seus hormônios adormecidos por uma vida de privações, estudos, negação de si mesma e de seus desejos íntimos e falta de carinho, e faziam girar a cabeça de Chiquinha, que via a sala girar, e girar… A preceptora carente, tão carente, se sentia dominada, possuída, e talvez, o que era mais terrível, amada. Sim, Chiquinha se sentia amada. Como uma menina que provoca os pais até apanhar, e assim ter certeza que os pais se importam com ela. Sim, o Coronel se importava com ela. Era absurdo pensar assim e acreditar nisso, mas Chiquinha não estava racional. Ela sentia que o Coronel sabia que ela estava gostando e que o Coronel queria dar prazer a ela. E as palmadas continuavam, sem cessar, duras, fortes, rápidas, implacáveis…


PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT!


Ora na nádega direita, ora na esquerda, o Coronel alternava sua mão, e examinava todo bumbum de Chiquinha, para ter certeza que nenhuma parte de tão belo traseiro escaparia de ficar todo vermelho.


PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT!


E Chiquinha se submetia as palmadas, embora elas parecessem ficar cada vez mais fortes. Seus gemidos de dor foram, aos poucos, se transformando em gemidos de prazer. A vontade de gozar aumentava cada vez mais. E Chiquinha pensou: “Nossa, como eu sou safada… para o povo, sou a mulher mais séria do mundo, que não se entrega a deboches, e só pensa em estudar e trabalhar… Mas isso é apenas uma aparência falsa, um disfarce, uma mentira… lá no fundo eu sou tão safada quanto a pior das mulheres perdidas… Oh, Deus, eu tenho que ser castigada mesmo, por ser tão falsa, hipócrita e safada… eu ainda fico com raiva da Mariana por ela querer se esfregar, mas a Mariana pelo menos não é uma falsa fingida como eu… Não, duzentas palmadas são pouco, eu mereço mais, por que sou uma falsa que finge ser santa, mas que no fundo está doida para pecar e gozar…!”


Então, Chiquinha cobriu seu bumbum com a mão direita, para protegê-lo das palmadas do Coronel. E o Coronel interrompeu a surra para dizer:


- Chiquinha! Eu te disse que, se você colocasse a mão na frente de seu bumbum, eu iria recomeçar a contagem das palmadas, não disse?

- Oh, Coronel… sim, o senhor disse, mas eu não aguento maaiiiiisss… Perdoe, Coronel, por favor, foi por reflexo, eu juro, eu não queria pôr minha mão aí.


“Mentira”, pensou Chiquinha, “além de falsa e hipócrita, eu também sou mentirosa… Eu aguento muito mais, mas eu quero mais também… eu cobri meu bumbum com a mão de propósito, para o Coronel recomeçar a contar, essa é que é a verdade…”


- Muito bem - disse o Coronel - vamos recomeçar a contagem, como já tínhamos combinado. Que pena, Chiquinha, estávamos quase terminando, mas agora vamos começar tudo de novo.


E o Coronel recomeçou a surrar o bumbum de Chiquinha:


PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT!


“Oh, meu Deus”, pensava Chiquinha, “que surra no bumbum eu estou levando… é muito dolorosa, é muito humilhante e é muito prazerosa… e é muito merecida… para eu largar de ser falsa e assumir que o que mais quero é um homem que faça de mim uma mulher, uma puta na cama… e o Coronel bate de dez em dez agora… deve ser por que ele quer ter certeza de que não vai perder a conta…”


De fato, agora o Coronel dava dez palmadas no lado direito do bumbum da Chiquinha, para depois dar dez palmadas no lado esquerdo. Então, dava uma pausa, e pensava: “Com essas, foram vinte, agora mais vinte”. E recomeçava com as palmadas, batendo forte.


PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT!


E assim, o Coronel, depois de recomeçar a contagem, deu vinte palmadas, depois quarenta, depois sessenta, depois oitenta… O bumbum da Chiquinha estava já todo vermelho, e começava a ficar roxo e cheio de hematomas… ela nunca apanhou desse jeito, nem mesmo quando apanhava de chicotinho no internato. Então, o Coronel chegou a cento e oitenta palmadas. “Agora, as últimas vinte”. E o Coronel respirou fundo, olhou muito sério para o bumbum já roxo da preceptora, e deu as últimas vinte palmadas, botando toda força do braço:


PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT!


O Coronel parou, respirou fundo, e ficou olhando para o bumbum todo surrado da Chiquinha. Não tinha ficado uma parte dele que não estivesse vermelho, e algumas partes estavam roxas. Até a parte de cima das coxas da Chiquinha estava vermelha.


Por sorte, só o bumbum da Chiquinha estava de fora. Seu longo e grosso vestido, bem como suas calçolas e suas meias, cobriam quase todo o corpo dela. O Coronel, então, não se sujou com a umidade que escapava da parte mais íntima da Chiquinha, que molhava toda parte da frente da roupa de baixo da preceptora, mostrando o quanto ela havia gozado enquanto levava essa humilhante surra no bumbum. Nunca Chiquinha tinha tido tanto prazer, nem quando era adolescente no internato e se masturbava depois das palmadas.


O Coronel deixou de olhar o bumbum surrado e passou a olhar para a cabeça da Chiquinha. Ela gemia e suspirava, não de dor ou de vergonha, embora a dor e a vergonha fossem muito grandes, mas de prazer. O Coronel sabia quando uma moça tinha prazer. E ele viu que Chiquinha tinha acabado de gozar e estava pronta para gozar de novo.


“Vou deixá-la ir se esfregar no quarto. Ainda vamos nos divertir muito, Chiquinha!”, pensou o Coronel, com um sorriso.


O Coronel ajudou a Chiquinha a se levantar. Chiquinha se recompôs, vestiu novamente as calçolas e se arrumou. Tinha lágrimas nos olhos, estava descabelada e seu bumbum estava latejando, ardendo como brasa ao contado com o tecido. Essa ardência a deixou mais excitada ainda. O Coronel então disse:


- Vou mandar a Julinha passar um creme no teu bumbum, Chiquinha.

- Obrigada, senhor Coronel.


“Tenho mesmo que ter uma conversinha com a Julinha”, pensou Chiquinha.


A Julinha mesmo estava escondida atrás de uma cortina, espiando a surra que o Coronel deu na Chiquinha. E estava muito excitada também, embora nem um décimo da Chiquinha.


“Nossa, que expressão de gozo a dona Chiquinha fez, enquanto apanhava”, pensava Julinha. E Julinha adorou quando ouviu o Coronel dizer que ele ia mandá-la cuidar do bumbum dolorido da Chiquinha. “Essa é uma ordem que vou obedecer com prazer.”

Tuesday, December 16, 2025

Mariana e Marieta, irmã branca e irmã negra 2

 

Capítulo 2



Dona Chiquinha era uma senhora de belos e lisos cabelos negros, corpo muito bem feito, como alguns observadores bem atentos poderia reparar, apesar dela sempre usar roupas longas e discretas que cobriam todo o corpo, menos o rosto, e tinha, na época em que Marieta foi adotada, trinta anos de idade. Seu rosto não era dos mais bonitos, ainda mais porque ela era uma moça muito séria e raramente sorria. Se ao menos ela tivesse um dote, então era poderia conseguir um marido. Mas Chiquinha era uma moça pobre, que só tinha seus conhecimentos, e por isso tinha que se conformar em ser preceptora para as moças de famílias ricas. Ela já tinha três anos de serviço na casa do Coronel Ferro Durão como preceptora de Mariana.


E a dona Chiquinha já tinha dado muitas chibatadas no bumbum da Mariana. Na verdade, ainda dava. Mariana sempre foi uma aluna teimosa e rebelde. Desde a primeira semana de aula, quando dona Chiquinha tinha vinte e sete anos e Mariana ainda era adolescente, Chiquinha percebeu que Mariana era muito esperta e aprendia rápido, quando queria, mas era também muito teimosa, sem-vergonha e atrevida (o coronel estava longe de ser a única pessoa a achar isso…), então disse ao coronel:

  • - Senhor Coronel, com todo o respeito, tua filha não me respeita. E, como professora, eu preciso ser respeitada.

    - Você tem razão, dona Chiquinha. A minha filha só respeita a mim, e assim mesmo depois de algumas palmadas no bumbum dela. Bem, você tem alguma ideia para resolver isso?

    - Tenho sim, senhor Coronel. Os melhores colégios do Império castigam seus alunos mais rebeldes com surras de chicotinho, o que os ingleses, que têm a melhor educação do mundo, chamam de “caning” e os franceses de “flagellation”. Eu também fui uma aluna rebelde quando eu era adolescente e por isso levei muitas surras de chicotinho no bumbum. Isso, eu penso, me fez muito bem, e acho que fará muito bem à Mariana se eu lhe der umas chicotadas no bumbum de vez em quando.


O Coronel olhou para Chiquinha por alguns segundos, então disse:


  • - Você deve saber que sou o único que pode encostar no bumbum da minha filha.

    - Ou outra pessoa, com autorização do senhor, senhor Coronel. E eu também não encostarei no bumbum de tua filha. O chicotinho de equitação que eu uso, sim. Os ingleses chamam esse chicotinho de “riding crop” e os franceses de “martinet”. Na região onde eu nasci e onde minha família morava, antes de nos mudarmos para cá, chamávamos esse chicotinho de “tala” ou “rebenque”.

    - E por aqui nós chamamos de “pingualim” ou “pingalim”. Mas tenha o nome que tiver, por que você acha que eu autorizaria você a usar um chicotinho assim para chicotear o bumbum da minha filha?

    - Porque eu sou professora dela e tenho que ter autoridade sobre ela, porque tua filha é uma mocinha muito rebelde e precisa ser disciplinada e porque qualquer preceptor que o senhor contratar será da mesma opinião. O senhor sabe como tua filha é, já que o senhor mesmo dá muitas palmadas nela.


O coronel Ferro Durão olhou dona Chiquinha com mais atenção. A preceptora não era lá muito bonita de rosto, talvez por que fosse emburrada e muito séria. Com alguma maquiagem e se ela relaxasse um pouco, e tentasse ser mais encantadora, a preceptora poderia ser mais atraente. Mas isso não era o mais importante. Embora estivesse com um vestido longo e pesado, o coronel, com a experiência de homem que já tinha dado palmadas em vários bumbuns femininos, já podia imaginar como dona Chiquinha era de corpo.


“Duvido que essa solteirona (naquele tempo, moça de vinte e sete anos sem marido já era solteirona) tão sisuda tenha mostrado um pedacinho que seja de suas partes íntimas para alguém”, pensou o coronel, “mas eu apostaria 10 contos de reis que nossa dona Chiquinha tem um belo bumbum”. Então, o coronel tomou sua decisão.


- Dona Chiquinha - disse o coronel -, eu posso te autorizar a chibatar o bumbum de Mariana, mas nesse caso teremos um dilema.


- Um dilema, coronel? - Perguntou dona Chiquinha.


- Sim, um dilema. Porque se alguém bate no bumbum de uma filha minha, esse alguém atenta contra a honra de minha família, e nesse caso eu terei que vingar a honra de minha casa. Se fosse um homem, eu daria um tiro no atrevido. Mas, sendo a senhora uma mulher, e ainda por cima com minha autorização, eu terei que exigir um outro tipo de reparação para a honra de nossa família.


A dona Chiquinha sentiu seu cabaço de solteirona se umedecer e seu branco e virginal traseiro se arrepiar. Com vinte e sete anos, o que imaginava que o coronel pretendia parecia um absurdo. Então, ela pensou: “Não, não pode ser isso, imagine só, uma mulher da minha idade! Já é um pouco ridículo numa adolescente como Mariana, e já era ridículo quando eu apanhava no bumbum no internato, ainda mais agora! Então, não, o coronel deve estar falando de outra coisa.”


É preciso dizer que a dona Chiquinha, quando era adolescente no internato, reagia de forma estranha às chibatadas. Frequentemente, depois de um castigo, ela se esfregava e atingia o orgasmo rapidamente. Ela, no entanto, relutava em admitir que sentia prazer com os castigos físicos. Preferia estudar e se comportar, de forma a reduzir ao mínimo as surras que levava. A jovem Chiquinha era uma das alunas que menos apanhava, embora ela gostasse de se imaginar no colo de um professor mais charmoso que os outros, com as saias levantadas e as calçolas arriadas, levando fortes palmadas no bumbum nu, e depois ser pedida em casamento pelo mesmo professor que tinha lhe deixado com o bumbum todo vermelho… mas, infelizmente, isso nunca aconteceu. E Chiquinha tinha outro motivo para preferir estudar com afinco e se comportar bem: ela era uma moça de família pobre, sem dote, e sua única esperança de ter algum sucesso na vida era aprender todas as matérias e se tornar preceptora numa casa de família rica, como era o caso da casa do coronel Ferro Durão. E, agora que estava lá, ela estava determinada a lá permanecer. Mas, para bem executar suas funções, algumas coisas eram necessárias, entre elas poder disciplinar Mariana quando isso fosse necessário - ou seja, muito frequentemente.


- Bem, senhor coronel, - disse Chiquinha - que tipo de “reparação” o senhor acha que seria mais apropriado?


- Acho que você já deve imaginar qual é, dona Chiquinha.


- Na verdade, coronel, - disse Chiquinha, começando a tremer, porque ela realmente imaginava - eu não tenho muita experiência com essas coisas, já que minha família não é uma família rica e muito menos importante. Por outro lado, eu acho que não sou muito boa para entender algumas explicações, o que é um defeito meu. Se o senhor pudesse explicar de outra maneira o que o senhor pretende…


- Falando com clareza, dona Chiquinha, eu te autorizo a dar chibatadas no bumbum de minha filha Mariana, mas isso significa que você estará em dívida com minha casa, e nesse caso a senhora deverá ser castigada, para reparar tua dívida. Assim, ficaria castigo por castigo. Se você concordar, você castigará minha filha com um chicotinho, e, para compensar, eu depois te castigarei com palmadas. Eu usarei minha mão, dona Chiquinha. Eu não gosto de usar instrumentos.


- Oh, senhor coronel, - disse Chiquinha, ficando vermelha - o senhor pretende, então… que eu seja… “estapeada”, como dizem algumas pessoas…? Como se… eu fosse uma menina pequena? Seria isso? Espero que… eu tenha entendido errado.


Chiquinha estava vermelha como um tomate, torcia as mãos, sentia sua vagina úmida, ansiando para ser penetrada pela primeira vez, sentia seu traseiro formigar, lutava contra a vontade de cobrir o bumbum com ambas as mãos, e tremia como uma vara fina sacudida por um vento forte.


O coronel estava com a cara muito séria, mas lutava contra a vontade de cair na gargalhada. Ele reconhecia todos os sinais que o corpo de Chiquinha emitia, a revelia da preceptora, por já ter vistos esses sinais em várias outras mulheres. “Essa aí entendeu muito bem o que eu quero dizer, mas não quer admitir que está doida para ir pra cama com o bumbum vermelho e ardido e se esfregar até gozar. Essa aí adoraria levar palmadas regularmente. Ótimo!”, pensava o coronel.


- Creio que você entendeu o que eu quero dizer, dona Chiquinha, mas, para deixar ainda mais claro, eu direi: a senhora pode usar o chicotinho no bumbum de minha filha, sempre que achar que ela precisa apanhar. Depois, eu perguntarei quantas chibatadas você deu no bumbum de Mariana, e te darei depois palmadas no teu bumbum, como reparação pela ofensa à uma pessoa da minha família. Cinco palmadas por cada chibatada, isso me parece razoável.


- Oh, senhor coronel… Mas… digamos… - como tremia a dona Chiquinha! - e se o senhor procurasse o meu pai e dissesse a ele para me castigar? É que eu sou uma mulher muito tímida… eu acho que não seria certo um homem que não é meu pai nem meu marido, nem mesmo meu irmão ou meu tio…


- Nesse caso, para compensar as chibatadas que você dará no bumbum da minha filha, você levaria palmadas do teu pai? Sim, poderia ser uma boa ideia, se eu não conhecesse teu pai… ele é um homem velho, e não te daria palmadas com muita força, sabemos disso. Por outro lado, eu acho que, mesmo que ele fosse um homem jovem e forte, ele não te surraria com a força necessária, então, para ter certeza que as palmadas serão bem dadas, é melhor eu mesmo dá-las.


- Oh, senhor coronel… Mas se eu batesse com um chicotinho o bumbum de Mariana, a tua filha não seria envergonhada por um homem olhar para o bumbum pelado dela… Eu, sim, ficaria muito envergonhada… Claro, eu sei que o senhor é um homem de respeito, senhor coronel… mas mesmo assim eu teria muita vergonha…


- Minha filha não fica envergonhada com nada, nós conhecemos ela, dona Chiquinha - disse o coronel - mas se você fica tão envergonhada assim, e não quer abrir mão de poder dar chibatadas no bumbum da minha filha, então, eu lamento muito, mas nesse caso procurarei outra preceptora.


A Chiquinha pensou: “Ora, mas eu aceito levar palmadas! Mas não quero parecer que estou cedendo fácil demais, ora essa, sou uma moça séria e de respeito… E mais importante, eu preciso desse emprego, meu pai, minha mãe, e minha tia cega que mora com a gente, todos eles precisam do meu salário, eles contam comigo para pagar nossas contas, bem, vamos tentar negociar com o coronel… mas eu já resolvi que vou aceitar a proposta dele”.


Então ela disse:


- Oh, não, senhor coronel, eu não quero deixar de servir nessa casa, mas… Bem, o senhor sabe, eu ganho trinta mil reis por mês, como combinamos… mas agora, novas condições exigem um novo acerto, o senhor sabe…


- É justo, dona Chiquinha. A senhora passará a ganhar quarenta mil reis por mês.


Para termos uma noção do valor do dinheiro, naquele tempo um promotor público na cidade de São Paulo ganhava seis contos de reis por ano, o que significa meio conto de reis por mês, o que significa quinhentos mil reis por mês. Aparentemente, a pobre Chiquinha ganhava pouco, mas ela tinha casa, comida, roupa lavada e uma criada, a Julinha (falaremos da Julinha mais tarde), para cuidar de seu quarto e de suas necessidades, tudo por conta do coronel. O aluguel de uma casa grande, numa área nobre e bem localizada em São Paulo ou no Rio de Janeiro, que, é claro, eram bem diferentes da cidadezinha jeca que funcionava como sede do município onde ficava a fazenda do coronel Ferro Durão, custava vinte mil reis por mês. O coronel Ferro Durão não tinha problema em pagar quarenta mil reis à preceptora de sua filha, ele era um homem rico. Se a dona Chiquinha aceitava apanhar no bumbum sempre que surrasse o bumbum de Mariana, para o coronel estaria muito bem.


Naquela mesma semana, na sexta-feira, dona Chiquinha disse à Mariana:


- Senhorita Mariana, a senhorita deve saber que teu pai me autorizou a te castigar fisicamente, por causa de tua conduta como minha aluna, não?


- Oh, sim, Chiquinha, o pai me disse na quarta-feira. - Disse Mariana, com uma cara meio irônica, meio emburrada.


- Eu acho que já disse à senhorita que você deve me chamar de Dona Chiquinha.


- E eu acho que você vai preferir ser chamada de Chiquinha do que outros nomes que eu estou pensando.


Chiquinha olhou para cima e suspirou.


- Bem, essa tua resposta será mais um item na lista que eu fiz sobre tua conduta.


- Ah, então você fez uma lista só para mim? Nossa, que chique!


- Sim, Mariana, uma lista de motivos para te castigar. Durante toda a semana eu anotarei as tuas faltas e na sexta-feira veremos o quanto você merece ser castigada.


- Ai, que meda! - disse Mariana, com ironia.


E a Chiquinha disse os itens da lista:


- Três respostas erradas na prova de inglês, duas respostas erradas na prova de francês, seis respostas erradas na prova de latim… falta de atenção durante as aulas… falta de empenho na aula de desenho… falta de respeito ao falar com a preceptora, dez vezes, incluindo a de hoje… não fez o dever de casa nenhuma vez na semana… Uma lista longa, mocinha!


- Eu também te mostrei a língua quatro vezes quando você estava de costas, Chiquinha.


- Ah, eu não vi isso, obrigada por ter me avisado… então, são quatorze vezes que você me faltou com o respeito… Bem, tudo isso dá trinta chibatadas.


- Não precisa me dizer que serão no bumbum, Chiquinha, o pai já me disse.


- Então, você está disposta a colaborar? - disse Chiquinha, não sem um pouco de ironia.


- Estou, meu pai disse que, se eu não aceitar a surra de ti, ele me dará uma surra por dia até eu aceitar.


- Bem, - disse Chiquinha - isso facilita as coisas.


Chiquinha, então, pegou uma cadeira, e uma almofada. A surra já seria dolorosa, pensava Chiquinha, não havia necessidade de acrescentar o desconforto à dor. Chiquinha instruiu então Mariana a levantar a saia, abaixar as calçolas, e se ajoelhar na cadeira, com o bumbum pelado voltado para a preceptora.


Mariana obedeceu. Era melhor terminar logo com isso. Ela levantou seu longo vestido, abaixou suas calçolas, que era como chamavam as calcinhas longas que naquele tempo iam até os joelhos, e assim ficou com seu belo e branco bumbum pelado, e se ajoelhou na cadeira, com o bumbum voltado para dona Chiquinha.


Dona Chiquinha achou lindo o bumbum de Mariana. Até suspirou. Mas logo se lembrou para que estava lá, então disse:


- Você tem que entender, mocinha, que seu pai me paga para você aprender, eu te dou aulas para você aprender, o que eu quero te ensinar são coisas que te farão bem no futuro. Você pode não acreditar agora, que é jovem e não tem muita experiência de vida, mas o fato é que, se você se apresentar na sociedade como uma moça muito prendada, você terá o mundo aos seus pés. E poderá fazer um casamento dos sonhos, com um excelente marido. Você é rica e bonita, precisa só ser prendada e bem educada. Não terei pena de te castigar com muitas chibatadas se for preciso. Afinal de contas, quem mais ganha com isso é você.


E, tendo dito isso, dona Chiquinha ergueu bem alto o chicotinho e desceu forte no bumbum de Mariana.


ZAPT!


O chicotinho, uma vara de tamanho médio enrolada num coro fino, desceu forte e deixou nas belas nádegas de Mariana uma lista longa, horizontal. Mariana deu um gritinho. Ela sabia que seria pior que as palmadas do pai, mas não imaginava que doeria assim. Mas logo Chiquinha desceu de novo o chicotinho.


ZAPT!


E o bumbum de Mariana já mostrava duas listas, uma na parte de cima do bumbum, outra na parte de baixo. Se as palmadas costumavam estalar numa nádega e depois na outra, alternando entre esquerda e direita, as chibatadas atingiam as duas nádegas ao mesmo tempo, espalhando a dor em proporções iguais.


Mariana fazia caretas de dor, mas não gemia, não queria que sua preceptora soubesse que estava doendo muito. Mas isso não fazia diferença para dona Chiquinha, que novamente ergueu o chicotinho e bateu de novo no bumbum de Mariana.


ZAPT!


E de novo:


ZAPT!


E mais uma vez:


ZAPT!


Chiquinha então fez uma pausa para admirar o bumbum de Mariana. Cinco listas rosadas atravessavam o bumbum branco de leste a oeste, como se fossem linhas numa folha de papel. Chiquinha olhou para a cara de Mariana. Ela estava firme, olhando para frente, com uma expressão que não era muito séria nem muito divertida. A adolescente rebelde estava com a boca um pouco aberta, o bastante para dar pequenos suspiros e gemidos. Não parecia sentir dor nem vergonha. Chiquinha se lembrou de seus tempos de adolescente no internato, nas raras vezes em que teve seu bumbum castigado, e entendeu que aquela mocinha sem vergonha estava gostando das chibatadas. Por isso, deu as outras vinte e cinco chibatadas rápido e com toda fúria de que era capaz.


ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT! ZAPT!


E Chiquinha finalmente parou. Seu braço estava com cãibras, de tão rápido e forte ela bateu. Chiquinha respirava fundo, e suspirava, e olhava para o bumbum de Mariana. Esse estava todo vermelho. As listas rosas tinham se espalhado por toda carne, e quase não se via listas naquela vermelhidão, exceto por algumas roxas. Parecia também está inchado. Era muito bonito, e Chiquinha tinha vontade de beijar, lamber e chupar o bumbum de Mariana.


Depois, Chiquinha olhou para a cara de Mariana. Ela chorava, duas grandes lágrimas escorriam pelo belo rosto da adolescente rebelde. Mas também gemia e suspirava, com uma expressão que era mais de prazer do que de dor. E, o que mais horrorizava Chiquinha, a mão de Mariana estava dentro da saia, se esfregando, e Chiquinha adivinhou a parte do corpo que Mariana esfregava, na frente dela, gozando com a surra que tinha acabado de levar.


“Mas que sem-vergonha!”, pensou dona Chiquinha.


Chiquinha pensou em dar mais chibatadas no bumbum da Mariana, mas isso só serviria para Mariana gozar ainda mais intensamente, Chiquinha sabia. Além do mais, uma parte de Chiquinha entendia Mariana, ela também se excitava com a surra que tinha dado na aluna e com a perspectiva da surra que esperava levar do Coronel. Então, ela disse à Mariana:


- Espero que você tenha aprendido a lição, mocinha. Sugiro que pense no seu comportamento e nas lições que você ainda tem que aprender. Sugiro que estude no seu tempo livre e que trate os mais velhos com respeito, principalmente aqueles que querem honestamente te ensinar alguma coisa. Muita coisa que eu posso te ensinar te será útil em sua vida adulta, embora isso não pareça pra você. E principalmente, considere que é fácil evitar outra surra no bumbum, com a de hoje. É só se comportar melhor e tentar realmente aprender.


- Oh… sim, dona Chiquinha… ah…


Chiquinha se surpreendeu por ter sido chamada de dona Chiquinha sem ironia. Certamente, porque Mariana não estava pensando no que estava dizendo naquela hora. Um longo suspiro se seguiu às palavras de Mariana, que tirou a mão de dentro da saia e a colocou no bumbum, esfregando com cuidado seu traseiro tão vermelho e inchado, e Chiquinha entendeu que ela tinha tido um orgasmo.


“Não, não dá, ela é muito sem-vergonha. Enfim, vamos ver como ela se comportará daqui pra frente.”


Dona Chiquinha, então, arrumou suas coisas e voltou aos seus aposentos. Mariana ficou ainda na sala onde tinha apanhado, esfregando o bumbum. Provavelmente, pensava dona Chiquinha, ela iria se masturbar de novo. Mas ela que se esfregasse e que gozasse também, se isso a fazia feliz. Afinal, isso não era problema da Chiquinha. Problema da Chiquinha era procurar o Coronel, para prestar contas do castigo da Mariana.