Sunday, March 26, 2017

Gosto de Palmadas e Meu Pai Sabe

O meu pai sabe que eu gosto das palmadas que ele me dá. Eu tenho certeza disso. Ele nunca diz que sabe que tenho prazer sentido a mão dele estalando muito forte no meu bumbum e eu também não pergunto. Eu prefiro que fique assim, dá uma aparência de inocência, e eu gosto disso. Mas, no fundo, é só a aparência, porque ele sabe que eu gosto e eu sei que ele sabe. Acho que só entre um pai e uma filha é possível essa combinação de safadeza e inocência.

Não sei direito quando comecei a gostar de palmadas, mas acho que foi quando eu era adolescente. Eu era uma moça como as outras, até mais bonita que a maioria, mas eu não arrumava namorado. Não que eu não desse bola para os moços, mas eles sempre me diziam:

- Você é bonita, gatinha, mas eu não vou te namorar. Seu pai é muito bravo, eu não quero encrenca com ele.

Ah, se eu não ficava muito puta da vida com isso! Minhas amigas todas com alguém e eu não! E por culpa do meu pai e do medo que os garotos tinham dele!

Aí, quando eu ficava em casa e não tinha nada pra fazer, eu ficava sempre emburrada. E quando o meu pai queria puxar conversa comigo, eu era sempre áspera e respondona. E meu pai perguntava:

- O que você têm, filha?

- Nada.

- Quando você quiser conversar, conversamos, tá bom?

- Tá.

Meu pai era assim. Ele era calmo e carinhoso comigo, embora fosse bravo com as outras pessoas. Ele me batia, mas do jeito que me comportava com ele até que ele me batia pouco. Se ele era bravo, eu sempre fui pior do que ele, era ranzinza e respondona, uma adolescente revoltada porque, como toda adolescente, eu era cheia de hormônios, mas as outras tinham namorados que as ajudavam a aliviar a tensão causada pelos hormônios e eu não. E eu amava meu pai, amo até hoje, mas eu culpava ele por não ter namorado quando estava doida para namorar.

Então, era assim: eu era áspera e respondona, meu pai balançava a cabeça e me alisava com carinho. Aí eu ia ficando mais áspera e respondona, porque vivia revoltada, e meu pai então me advertia:

- Filha, você está se comportando mal e você sabe como isso acaba. Eu acho melhor você não abusar assim da minha paciência. Você sabe que eu te amo, filha.

Eu sabia, sim, como ia acabar, ele me dava palmadas às vezes. Mas eu tinha que desabafar de alguma maneira, eu vivia revoltada. Então, eu era cada vez mais respondona e áspera até o meu pai resolver que era demais. Quando isso acontecia, meu pai ia até mim e dizia:

- Filha, eu amo você. E amar significa disciplinar quando é preciso.

Então, ele me agarrava pela cintura e me carregava no ombro até meu quarto. E eu, que já sabia o que isso significava, dizia ao meu pai que eu não era mais uma menininha e ele não tinha mais o direito de me dar palmadas.

E então o papai se sentava na minha cama, me colocava de bruços em seu colo e me dizia:

- Minha filha, se você agir como uma mulher adulta, eu te trato como uma mulher adulta. Mas se você age como uma criança malcriada, eu te trato como uma criança malcriada.

Então, ele me beijava no ombro ou na nuca e começava a me bater. Ele não levantava minha saia, mas mesmo assim suas palmadas eram fortes e, para mim, apanhar no bumbum, mesmo com o bumbum vestido, era muita humilhação, afinal eu já era quase maior de idade.

As surras do meu pai sempre foram bem distribuídas, com as palmadas golpeando igualmente o lado direito e o lado esquerdo do meu bumbum, sempre alternadas. Ele nunca batia no mesmo lugar duas vezes seguidas.

Ele sempre parava quando eu pedia perdão. Mas às vezes eu estava tão brava que ficava quieta, emburrada, enquanto ele batia e batia… então, às vezes demorava para que eu pedisse perdão.

Um dia, em que eu estava realmente muito brava, porque eu tinha ido para um baile e nenhum menino quis dançar comigo só porque não queriam que meu pai achasse que eles estavam dando em cima de mim, meu pai me deu palmadas por uns dez minutos, porque eu me recusava a pedir perdão. Lágrimas rolavam da minha face, mas eu estava resolvido a aguentar calada, com os lábios cerrados. Só que o tempo passava, e minha determinação enfraquecia mais e mais. Enquanto as palmadas estalavam no meu bumbum, o barulho dos tapas enchia a sala e cada palmada deixava meu bumbum mais dolorido. Eu pensei que poderia fazer meu pai se cansar de bater, mas eu acabei entregando os pontos e pedi perdão, entre lágrimas.

Quando pedi perdão, papai parou de me bater. Eu me levantei, com meu rosto molhado e inchado de tanto chorar. Meu pai olhou para minha cara, balançou a cabeça e falou:

- Você é uma moça teimosa, como era sua mãe, filha. Eu te amo, mas não posso aceitar sua malcriação e sua teimosia. Você às vezes se comporta mal demais, filha. Vá para o seu quarto e pense sobre seu comportamento.

Eu obedeci. Depois das palmadas eu sempre ficava obediente, pelo menos por algumas semanas.

Quando entrei no meu quarto, tirei minhas calcinhas e minha saia. Meu bumbum estava bem vermelho, eu até chorei mais um pouquinho quando o vi. Deitei de bruços na cama. Cheguei a me cobrir com um lençol, mas o contato do tecido fez meu bumbum arder e tirei. Fiquei, então, deitada na cama com o bumbum de fora e para cima, e eu podia ver como estava vermelho num espelho.

E eu fiz outra coisa que meu pai mandou fazer, comecei a pensar no meu comportamento. Eu realmente andava sendo muito estourada, e muito teimosa. Outras pessoas além do meu pai reparavam nisso. Nossa vizinha, uma tremenda fofoqueira, dizia que meu problema era falta de namorado. Mas como resolver esse problema se os garotos tinham medo do meu pai? Então era culpa do meu pai, aí eu tinha raiva dele. Mas meu pai não era um homem ruim comigo, pelo contrário, ele era muito calmo e carinhoso… mesmo quando me batia ele era um homem calmo e tranquilo. Se eu tivesse um namorado…

Aí, olhando meu bumbum vermelho no espelho, eu comecei a me tocar, e logo estava me masturbando. Já tinha alguns anos que às vezes as palmadas do meu pai davam esse efeito em mim: depois de uma surra, quando ele me botava de castigo no quarto para pensar no meu comportamento, eu me tocava, me esfregava, me masturbava e logo chegava ao orgasmo. No começo, eu tentava evitar, porque tinha vergonha disso, mas, mesmo assim, eu me masturbava dormindo, durante o sono. Quanto mais eu crescia, no entanto, eu mais sentia necessidade de namorar, e os moços não queriam me namorar, então eu passei a me imaginar nos braços de algum homem bonito, como um galã de cinema ou novela, e depois de uma surra, quando eu ficava de castigo com o bumbum vermelho, eu imaginava como seria bom ter um homem beijando meu bumbum, passando um oleosinho e fazendo massagens no meu bumbum, para refrescá-lo, então eu não resistia e me masturbava e gozava, às vezes gozava duas ou três vezes seguidas, principalmente quando meu bumbum ainda estava dolorido. Naquele dia, quando meu bumbum estava muito dolorido, eu gozei três vezes, me esfregando, olhando no espelho o meu bumbum vermelho por causa das palmadas que papai tinha me dado, e fiquei tão imersa no meu gozo que esqueci a porta do meu quarto aberta.

Então, enquanto me masturbava para gozar uma quarta vez, eu olhei no espelho para ver meu bumbum vermelho e dolorido, e vi que meu pai me observava. Imediatamente eu parei e me cobri com o lençol. Mas quando olhei para a porta do meu quarto, eu não vi ninguém. “Será que não foi eu que imaginei isso?” pensei. Meu pai não teria ficado me olhando, teria se afastado logo, eu pensei. Não vi mais sinal do meu pai, mas fiquei com muita vergonha mesmo assim.

Como sempre, depois de uma surra, eu me comportava bem melhor. Passei uns dias sem responder meu pai e sem criar caso. E desta vez, eu fiquei ainda mais tempo me comportando bem do que nas outras vezes. Não apenas por causa da lembrança das palmadas, mas também porque estava com vergonha, eu pensava: “será que meu pai me viu mesmo, me masturbando olhando meu bumbum vermelho?”. Isso me envergonhava, e a vergonha me fez passar mais tempo me comportando melhor.

Esse bom comportamento, é claro, não poderia durar. Eu ainda não arrumava namorado, e isso quer dizer que meus hormônios ainda me perturbavam. Jovens com os hormônios a mil, sem atividade sexual, ficam nervosos, irritadiços, explodem com qualquer coisinha. Eu levei mais dois meses além do normal para levar outra surra, é verdade, mas ela acabou vindo.

Foi quase a mesma história de sempre: eu estava numa festa, dancei com alguns meninos, quis namorar alguns deles. Eles não quiseram, porque não queriam problemas com meu pai. Eu via todas as minhas amigas com namorado e eu não. O meu pai tinha marcado a duas horas da madrugada para eu voltar, mas eu estava muito irritada. Os garotos não queriam nem uma transa sem compromisso, eu só queria saber como é, mas eles me negaram até isso! Jurei que meu pai nunca ficaria sabendo, mas eles não quiseram. O pior foi as minhas amigas rindo de mim.

Com tudo isso, eu fui para casa muito revoltadinha, pronta para estourar por qualquer coisinha. E quando eu cheguei em casa, meu pai estava na porta me esperando. Claro, ele tinha dito para eu voltar para casa duas da madrugada no máximo, e já eram mais de quatro horas, e ele estava preocupado comigo.

Eu devia apreciar a preocupação dele, afinal isso é sinal de amor, mas ao invés eu pensei: “ele se preocupa comigo como se eu fosse uma menininha, manda em mim como se eu fosse uma menininha, por culpa dele não tenho namorado como uma menininha e ele ainda bate no meu bumbum como se eu fosse uma menininha”.

E isso me deixou super ranzinza, irritadinha mesmo, porque eu não era uma menininha, era uma mulher já maior de idade. Então, eu fui até a porta de cara fechada, para entrar na casa. Quando cheguei perto do meu pai eu pedi licença, mas ele não saiu do lugar, ele só disse:

- Filha, você demorou, eu fiquei preocupado.

- Tá, pai - eu falei com aquela vozinha desagradável de adolescente ranzinza.

- “Tá” não, filha. Quero saber porque você demorou.

- Porque quis, tá bom? Agora me deixa em paz.

- Bem, é mesmo hora de dormir, então conversamos amanhã. Agora, vá dormir.

- E você vá tomar no cu! - respondi ele.

Eu fui para o meu quarto, e sentei na cama. Ouvi os passos do meu pai pela casa, e pensei: “Ah, já sei que ele vai me dar palmadas! Foda-se, então!”

E logo, meu pai entrou no quarto, para me bater no bumbum, como eu já imaginava. Mas daquela vez havia uma diferença: ele trouxe um balde com ele, e eu achei estranho. Se fosse um chinelo ou um galho de árvore, eu entenderia, mas um balde?

- Minha filha – disse meu pai – você se comportou muito mal agora e tem se comportado muito mal nesses dias. Você sabe muito bem que é por isso que eu às vezes tenho que te disciplinar, minha filha. Então, eu farei isso agora. A não ser que você peça desculpas e prometa que vai mudar. Então?

Eu não respondi. Fiquei calada, com cara fechada. Eu pensava, já que vai bater, então bata. Essas cismas bobas de adolescente revoltada. Eu já tinha mais de dezoito e queria ser tratada como mulher adulta, mas não me comportava como uma. Droga, queria namorar e os meninos não me namoravam. Minhas amigas riam de mim e eu culpava meu pai, tinha raiva dele.

E meu pai então disse:

- Minha filha, eu te dei uma chance de consertar as coisas e você não quis aproveitar. Portanto, não me culpe, culpe a si mesma.

Ele se aproximou de mim com o balde, e me agarrou pela cintura, me colocando de bruços em seu colo. Isso já tinha feito muitas vezes antes, eu era uma moça difícil, isso era o que eu já esperava. Mas desta vez ele fez algo diferente: ele levantou minha saia e abaixou minhas calcinhas. Levei o maior susto.

- Não, papai! - disse eu, cobrindo meu bumbum com as mãos. Sentia meu rosto se avermelhar de tanta vergonha.

- Não seja teimosa, filha – disse meu pai. Ele só pegou uma das minhas mãos e sentou em cima dela. A outra, ele segurou contra minhas costas. Eu quis espernear, mas ele colocou uma perna em cima das minhas pernas. E assim, eu fiquei indefesa, com meu bumbum de fora diante dele, sem poder me proteger nem escapar. Ele ainda se aproximou do meu ouvido e falou:

- Melhor não gritar, filha. Você não iria querer que alguém aparecesse e visse você assim, não é?

Não, de jeito nenhum. Por isso, eu não gritei por socorro. Ainda tentei falar com meu pai:

- Papai, por favor, eu peço desculpas, eu peço perdão, eu prometo que vou me comportar agora, mas por favor, não me bata desse jeito.

- Eu te ofereci a chance de se desculpar e prometer melhorar, e você não quis. Agora é tarde, minha filha, eu vou ter que discipliná-la.

E logo uma forte palmada atingia o lado direito do meu bumbum. O meu pobre bumbum nu e sem nenhuma proteção. Senti muita dor, e mais ainda depois, porque outra forte palmada atingiu o lado esquerdo do meu bumbum. Depois, novamente no lado direito, depois no esquerdo de novo, e mais, e mais… meu pai sempre batia alternadamente, e nisso ele não mudou, e o fato dele bater no meu bumbum pelado dessa vez aumentou a dor, mas mesmo assim minha vergonha era muito maior. Ele batia forte, e devia ter me dado umas vinte palmadas, quando então ele parou. Mas não me soltou. Ao invés, ele disse para mim:

- Filha, você sabe que eu te amo, e se eu te dou essas palmadas é porque eu sei que você precisa delas. Eu sou seu pai e eu te amo.

Mas ele não me soltou. Eu continuei no colo dele, com o bumbum de fora para cima, sentindo muita dor e morrendo de vergonha. Eu, de bruços no colo do papai, sendo castigada e eu sabia que merecia… eu me sentia mais menininha do que nunca, naquele momento.

Então, ele fez outra coisa que nunca tinha feito antes. Ele estendeu a mão para o balde, e a molhou. Depois, passou a mão de leve no meu bumbum, o que me provocou um arrepio por todo o meu corpo: a mão dele estava gelada, o balde tinha água gelada e cubos de gelo. E o arrepio que eu senti no meu corpo foi um arrepio de… prazer! Eu sentia o vento frio da madrugada alisando o meu bumbum que antes estava quente, e agora estava frio… o calor que eu sentia no bumbum agora eu sentia em outra parte do meu corpo, uma parte bem perto do meu bumbum, e que além de quente estava ficando molhadinha… eu nunca me senti tão excitada em minha vida, e isso sem deixar de sentir dor e sem deixar de sentir vergonha. Eu tinha era até mais vergonha naquele momento, por sentir tanto prazer sensual através do meu pai e presa no colo do meu pai, mas a vergonha parecia que aumentava o meu prazer ainda mais. Eu gemia, e tentava dizer para meu pai parar, mas não queria, queria mais. E meu pai entendeu, pois ele disse:

- Minha filha, eu te amo muito, e sei de suas necessidades. Sou seu pai, e o que eu puder fazer para te ajudar eu farei. - e, chegando perto meu ouvido, ele falou - uma de suas necessidades, minha filha, é de disciplina. Você sabe que se comporta mal e você sabe que precisa de palmadas para se comportar bem. E você sabe que te bato porque te amo. E eu sempre vou te amar, por isso sempre vou te bater quando você se comportar mal, minha filha.

E, depois de dizer isso, ele voltou a dar mais palmadas no meu bumbum. E foi mais que da primeira vez, não contei mas devem ter sido mais de trinta palmadas. E para cada palmada eu gemia de prazer com o meu bumbum nu, levando palmadas e ficando vermelho. Meu pai nunca tinha me batido assim antes. Ele me dava uma palmada forte, alisava um pouco meu bumbum, e dava outra palmada forte, na outra nádega.

Meu pai deu uma nova pausa, e voltou a molhar a mão no balde. “Sim, papai”, eu pensava, “sim”. Eu estava ansiosa para que ele me alisasse novamente o meu bumbum vermelho, que estava bem quente de novo, com sua mão gelada.

Ele de fato alisou meu bumbum quente e ardido com sua mão molhada de água gelada. Em meus gemidos, a dor, o prazer e a vergonha se misturavam, e eu ficava cada vez mais excitada. Mas meu pai fez mais do que molhar a mão com água fria, ele tinha pego um cubo de gelo também, e passava aquele cubo no meu bumbum. Depois de um minuto ou dois, ele largou o cubo de gelo entre minhas nádegas doloridas, e o cubo de gelo desceu para a minha vulva, que estava molhadinha, porque eu estava excitada, além de muito quente, e o contato do gelo com minha vulva fez todo o meu corpo estremecer. Quando meu pai viu isso, recomeçou a me dar mais palmadas.

SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK…

Foram muitas palmadas, e o gelo geladíssimo se derretia em minha vulva, como se eu estivesse me masturbando, mas era muito, muitíssimo melhor. Eu logo vi que meu pai devia ver minha vulva além de meu bumbum e comecei a chorar de vergonha, mas meu Deus, eu também gemia de prazer, tudo isso misturado na minha mente, além da dor, e do barulho das palmadas: SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK…

Senti então um orgasmo, forte, intenso, como nunca tinha sentido antes. Eu me masturbava havia alguns anos depois que apanhava do meu pai, e tinha tido muitos orgasmos, mas nunca antes eu tinha gozado com tanta violência, e meu pai, eu tenho certeza que ele percebeu, porque parou e bater por um minuto, enquanto eu me entregava ao gozo infinito. Ele até tinha soltado minhas pernas e minhas mãos, para que eu me entregasse ao gozo que parecia sem fim do primeiro orgasmo que eu tive sem me masturbar, em um longo gemido de prazer que terminou com um suspiro.

Eu achei que meu pai ia me alisar o traseiro novamente, mas não, ele ao invés recomeçou com as palmadas: SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK…

Ele não segurava mais minhas mãos e minhas pernas estavam soltas, mas isso não importava, eu já não me esforçava para sair do colo dele. Prostrada, submissa, entregue ao gozo que me dominava, eu aceitava as palmadas com muito prazer: SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK…

Ele parecia incansável, batendo e batendo, e eu apreciava cada palmada, quanto mais ele batia mais eu queria: SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK…

Depois de três ou quatro minutos, eu tive outro orgasmo, estimulada apenas pelas palmadas. Não foi tão forte quanto o primeiro, mas foi muito bom também. Meu pai continuou batendo no meu bumbum enquanto eu me sacudia e gemia com prazer, e parou quanto meus gemidos diminuíram. Ele viu logo que eu já estava mais do que cansada.

Aí então, ele molhou novamente sua mão na água gelada e passou a mão úmida no meu bumbum, um pouco para me refrescar, um pouco para me consolar. Ele fez isso por uns cinco minutos. E depois disse:

- Minha filha, agora vou te deixar. Está muito tarde e você deve dormir. Quando acordar, você vai ficar de castigo no seu quarto, para pensar no seu comportamento e para pensar nas palmadas que eu te dei. Vamos conversar amanhã, querida. Lembre-se: o que eu fiz hoje, fiz para o seu bem, fiz porque eu senti que é isso que você precisa.

- Sim, papai – eu disse, e ele me tirou do colo e depois me colocou na cama.

É claro que eu não dormi direito. Minha cabeça era um furacão de pensamentos e sensações. Ora eu olhava minhas nádegas vermelhas no espelho e sentia vontade de me esfregar para gozar de novo, ora eu pensava na vergonha de ter meu bumbum a mostra, depois pensava: “Meu Deus, ele é meu próprio pai”, e eu cobria os olhos, quase chorando, pensando “ai, que vergonha”, e aí pensava que meu pai sabia que eu gostava daquilo, ele me bateu porque queria que eu tivesse prazer, e depois pensava: “Mas ele me deu tantas palmadas desta vez…”, aí olhava meu bumbum que de fato estava mais vermelho do que nunca, eu nunca tinha apanhado tanto mas também nunca tinha gozado tanto… aí eu me esfregava novamente e logo gozava novamente… e molhava minha mão no balde, pegava uns pedacinhos de gelo que tinha no balde e passava no bumbum de novo… e isso era bom, como era bom… eu só fui dormir por volta das 10 horas da manhã.

Papai não me chamou para o almoço, ele me deixou dormir até as 5 da tarde. Mas ele me chamou para o lanchinho nosso no final da tarde, que para mim foi como um café da manhã.

Eu tive que usar um travesseiro para poder me sentar, e mesmo assim meu bumbum ardia como se estivesse em brasas.

Meu pai olhava para mim com um olhar cheio de amor. Eu estava com a cabeça baixa, porque estava morta de vergonha. Claro, estava com vergonha por ter levado palmadas sendo maior de idade e também porque meu pai tinha visto meu bumbum quando me bateu, mas também tinha vergonha, e muita, porque eu tinha adorado as palmadas e meu pai sabia disso. Eu desejava muito que meu pai fingisse que não sabia.

- Minha filha – disse meu pai – você pensou no seu mal comportamento, que me fez te dar palmadas na madrugada de hoje?

- Pensei sim, papai. - Disse eu, com voz envergonhada.

- E tem algo a dizer?

Pensei um pouco, aí falei:

- Sim, papai. Peço desculpas por ter sido tão nervosa e desaforada.

Meu pai pegou na minha mão, e fez um carinho nela. Ele me olhava com muito amor. E disse:

- O que eu costumo te dizer quando te dou palmadas, minha filha?

- Que se eu quiser ser tratada como uma mulher adulta, eu devo agir como uma mulher adulta.

Então, meu pai chegou perto de mim e disse:

- Filha, você sabe que eu te bati daquele jeito hoje de madrugada pelo seu bem, porque eu senti que você estava precisando disso. Eu fiz o que eu sabia que seria bom para você e te ajudaria, nessa fase que você passa, de muito stress e nervosismo.

Eu não tive coragem de falar nada além de concordar:

- Sim, papai.

- Bem, filha, eu costumava te dar umas palmadas só depois de você passar muito tempo sendo desaforada e nervosinha. Mas acho que isso foi um erro meu, porque você acumula muitas faltas desse jeito. Por isso, eu agora vou te por de castigo toda vez que você agir como uma menina nervosinha e desaforada. Assim, talvez não chegue ao ponto de eu ter que de dar mais palmadas.

Eu não falei nada. Comi muito, porque não tinha almoçado. Quando terminamos, meu pai me deu um beijo na testa e disse:

- Eu te amo, filhinha. Nunca vou esquecer que sou seu pai.

Então, fui tomar banho. Vi de novo meu bumbum no banheiro do chuveiro. Ele ainda ardia e estava muito vermelho, mesmo depois de doze horas que eu levei as palmadas. Entrei debaixo do chuveiro, senti a água fria caindo, e ela refrescava meu bumbum. O contato suave da água na pele ardida do meu bumbum me deixou tão excitada que me masturbei novamente, e tive mais um orgasmo, debaixo do chuveiro.

Depois, eu me sequei, fui ver televisão e depois dormi. Nada mais aconteceu de importante no resto do dia.

E também nada de especial aconteceu por mais ou menos dois meses. Não dei motivo. Eu me comportei bem depois daquela surra, a primeira que meu pai me deu no bumbum pelado, por dois motivos. Primeiro, porque eu estava com muita vergonha dele ter me visto o bumbum, e mais ainda, eu tinha vergonha por ter gozado na frente dele e enquanto ele me batia. Era óbvio que ele tinha percebido disso, e que sabia que isso me dava prazer.

Mas havia outra razão além da vergonha: os meus orgasmos tiveram um efeito tranquilizador sobre mim. Eu não estava mais tão nervosa e irritada quanto antes, agora eu me sentia tranquila, calma, eu me tornara uma pessoa bem diferente daquela gata selvagem que por qualquer coisinha respondia e ofendia meu pai. A necessidade de desabafar tinha acabado, da mesma forma que a minha revolta e mesmo meu desejo de ter um namorado. Eu já não tinha falta daquilo que eu nem conhecia direito. Então, de um lado eu tinha vergonha de apanhado no bumbum nu, do outro eu não tinha por que me comportar mal.

Como eu disse, isso durou uns dois meses. Depois, o tempo diminui a vergonha, e os hormônios não ficam satisfeitos por muito tempo. Eu estava na idade em que as necessidades hormonais são muito fortes, jovens precisam de sexo. A necessidade insatisfeita me deixava nervosinha, e assim, depois de uns meses me comportando bem, eu me irritei e dei uma resposta dura ao meu pai. E meu pai simplesmente me disse:

- Filha, você tem se comportado muito bem nesses últimos dias, mas eu te avisei que não iria tolerar se você se comportasse mal. Assim, vou te deixar de castigo nesse sábado, você não poderá sair de casa.

Só isso. Ele não me bateu, não me deu sermão, não me fez mais nada além de dizer que eu não poderia sair no sábado. Estava de castigo, só isso. É meio chato uma moça já grande ficar de castigo, mas é bem menos do que eu esperava. Nem seria vergonha, os outros não ficariam sabendo, eu só precisava dizer que estava sem vontade de sair.

Mas eu tinha uma sensação estranha: lá no fundo, eu estava querendo que meu pai me desse palmadas no bumbum de novo. Mas junto com isso vinha a vergonha de ter esse desejo, e eu não queria também que meu pai visse meu bumbum mais uma vez. Então, meu tesão estava voltando, depois de ter sido satisfeito pela surra que meu pai tinha me dado, mas a vergonha ainda era muito forte.

Naqueles dias, eu fiquei pensando no que aconteceria se eu não cumprisse o castigo e desobedecesse meu pai mesmo assim. Senti tentada a fazer isso. Mas acabei obedecendo meu pai e ficando em casa. Não tive coragem de arriscar.

No domingo, eu fui avisar meu pai que ia para a casa de uma amiga, e ele disse:

- Tudo bem, filha.

- Pai, eu não estava de castigo?

- Sim, mas foi no sábado. Agora é domingo, já passou.

Então eu sai. Mas fiquei pensando: o meu pai não estava procurando desculpa para me dar palmadas. Ele só me bateria mesmo se eu desse motivo.

E eu não dei. Eu estava confusa. Eu queria as palmadas, e meu pai sabia que eu queria, mas eu tinha vergonha de admitir isso de uma vez. Além disso, ficar de castigo funcionou, em parte: diminuiu minha revolta e minha irritação. Bem, serviu para eu me comportar bem por mais uma semana. Mas depois de uma semana eu voltei a ser aquela moça desaforada nervosinha que era. Eu ainda tinha meus maus momentos, menos que antes da primeira surra que levei com o bumbum de fora, mas ainda assim eu tinha. Então, fui grossa com meu pai e ele me botou de castigo no sábado de novo. Ora essa, uma moça de quase 20 anos que fica de castigo… mas eu tinha que admitir que me comportava como uma moleca malcriada às vezes. Mas desta vez eu resolvi testar meu pai, e disse:

- Papai, eu sei que mereço ficar de castigo, mas é que nesse sábado eu tenho uma festa para ir.

- Bem, filha, vamos fazer o seguinte: você pode ir para festa e fica de castigo no outro sábado.

Foi mais uma surpresa. Eu tinha imaginado que ele provavelmente diria que se eu desobedecesse e fugisse do castigo ele me castigaria com mais rigor. Realmente, ele não estava mesmo querendo forçar a barra para me dar palmadas. E eu me sentia envergonhada por querer apanhar.

Então, veio a outra semana, quando eu deveria ficar de castigo no sábado. Só que antes, tivemos uma pequena discussão e eu falei um palavrão. Juro que falei sem pensar, foi espontâneo. Mas eu já estava de castigo no sábado, então meu pai disse:

- Filha, palavras assim não são palavras de uma moça bem-educada, e você já está de castigo no sábado. Então, você agora vai ficar de castigo no domingo também.

Dois dias, um fim de semana inteiro? Isso me fez pensar… o papai não parecia está querendo me dar palmadas, mas eu queria apanhar, eu gostava… mas eu tinha vergonha de admitir, afinal eu já era maior de idade… então, o que fazer?

Na verdade, eu queria apanhar, mas também queria que fosse ideia dele, porque eu tinha vergonha de gostar de apanhar e principalmente tinha vergonha que meu pai soubesse disso… nossa, isso era muito confuso mesmo, então pensei, e pensei, e resolvi falar com meu pai na sexta-feira, antes do sábado.

- Papai, tenho um problema.

- O que, querida?

- É que você me botou de castigo no fim de semana, tudo bem, eu sei que mereço, mas eu tinha uma festa para ir no sábado e outra no domingo.

- Bom, você quer que eu deixe o castigo para o próximo fim de semana? Eu deixo, filha.

- Eu acho melhor não, papai, sabe, eu posso acabar sendo mal educada mais uma vez, desculpe, papai, eu sei que é errado, mas é que às vezes fico muito nervosa sem motivo, eu sei que estou errada quando isso acontece, mas eu sou assim, e… bom, aí eu ficaria três dias sem poder sair, de castigo, e é muito, né papai?

- Realmente, filha, você é uma fera às vezes… por isso tenho que te por de castigo, né? Bom, se você acha que vai acabar ficando três dias de castigo e acha que é muito, então o que você sugere?

- Papai, eu acho que quero trocar os dois dias de castigo por umas palmadas…

- Quer mesmo, filha? Olha, eu posso concordar, mas se concordar não vou dar só uns tapinhas, vou bater pra valer.

- Eu sei, papai, eu acho justo, fui mesmo malcriada com você.

- Você não quer um tempo para pensar primeiro, filha?

Então, eu dei um suspiro e disse:

- Eu já pensei, papai, prefiro umas palmadas do que ficar de castigo um fim de semana.

- Muito bem, me espere no seu quarto, então.

Eu fui para o meu quarto, e fiquei lá, tremendo como uma menininha. Será que ele vai mesmo me dar uma surra como aquela que me deu antes, será que será tão boa quanto? Será que, tendo certeza que eu gosto das palmadas (eu não cheguei a admitir isso, mas agora era óbvio, né?), ele iria me bater de leve, só para me excitar, ou iria me bater forte, para me castigar? Mas será que ele sabia que as palmadas que eu gostava eram das fortes, não das palmadinhas?

Depois de uns cinco minutos, meu pai entrou com um balde cheio de água e cubos de gelo. Quando eu vi o balde, me arrepiei e estremeci e minha xoxota ficou molhadinha de tesão. Apenas vendo o balde.

Meu pai colocou o balde no chão, perto da cama, e se sentou ao meu lado. Então, ele me puxou, levantou minha saia e e começou a abaixar minhas calcinhas, para me deixar novamente com o bumbum pelado.

Eu tinha me esquecido que agora ele me batia sem saia e sem calcinhas, e isso me deixou com vergonha. Eu tentei segurar minhas calcinhas, mas meu pai disse:

- Filha, ainda tem tempo para escolher: o que você prefere, ficar de castigo no fim de semana ou levar umas palmadas agora?

Fiquei alguns segundos calada, então pensei: “lá no fundo eu quero mesmo apanhar no bumbum pelado, a vergonha só me excita mais”. Aí eu disse:

- Prefiro as palmadas, papai - e parei de segurar minhas calcinhas, deixando ele despir meu bumbum. Eu estava morta de vergonha e ao mesmo tempo doida de tesão. Ai, era tão humilhante, meu pai vendo meu bumbum para me dar umas palmadas porque eu, moçona com quase 20 anos, merecia levar umas palmadas como uma molequinha malcriada… a imagem me envergonhava, mas também me excitava, e muito.

Meu pai deu uma palmada forte na nádega esquerda, e outra forte na nádega direita. Depois continuou com palmadas mais fracas, mas também mais rápidas. Acho que o que ele pretendia não era machucar, mas esquentar. Isso me deixou muito excitada.

Depois, quando meu bumbum já estava ardendo um pouco, ele molhou a mão na água gelada, e depois pingou um pouco da água do balde no meu bumbum. Cada gota que caia me arrepiava e me fazia estremecer. Não estava com o bumbum muito dolorido, mas já estava cheia de tesão. Eu me contorcia no colo dele, de um jeito bem sensual. Era evidente o prazer que meu pai provocava em mim. É claro que ele percebia isso.

Eu ainda estava me contorcendo quando meu pai me acariciou o bumbum com a mão gelada. Seu toque na pele ardida do meu bumbum me provocava tantas sensações… era refrescante, era excitante, e também era humilhante… e eu tinha vontade de apanhar mais, e tinha vergonha de ter vontade de apanhar mais, e isso aumentou a sensação de humilhação, o que aumentou minha excitação. No meu caso, não apenas as palmadas me dão prazer, a humilhação, ou pelo menos a sensação de humilhação, também me dá prazer.

Meu pai acariciou meu bumbum com sua mão gelada até perceber que eu estava quase tendo um orgasmo, e quando ele percebeu isso ele voltou a me dar palmadas, só que desta vez as palmadas foram bem mais fortes.

Eu logo gozei, dando um longo gemido que terminou num suspiro, e meu pai não parou de bater. Ele continuou me dando palmadas fortes, rápidas, que me levaram às lágrimas, mas também me deram ainda mais prazer, tanto que logo eu estava sentindo outro orgasmo, tão intenso quanto o primeiro.

E foi então que meu pai parou de bater no meu bumbum. Ele molhou novamente a mão com a água gelada do balde e não mais me bateu, só me acariciou, como se sentisse que eu precisava descansar dos orgasmos que tive.

Seus carinhos com a mão gelada duraram uns cinco minutos. Depois, ele me tirou do colo, me colocou de pé, pegou minhas calcinhas e minha saia e disse:

- Vá para o banheiro, filha. Tome um banho. E se comporte, senão vai apanhar de novo no bumbum, e eu não vou perguntar se você é ou não maior de idade.

- Sim, papai. - Eu disse, e fui para o banheiro daquele jeito, com o bumbum vermelho de fora. O banheiro ficava do outro lado da casa, eu atravessei a sala para ir até lá, e as janelas estavam abertas. Não tive coragem de olhar para as janelas, eu morreria de vergonha se alguém me visse andando daquele jeito pela casa. Acho que ninguém viu. Se tivessem visto, eu saberia logo, é claro que minha vizinhança cheia de fofoqueiros não ia deixar de espalhar que eu ainda apanho no bumbum.

No banheiro, tomei um banho e me esfreguei embaixo do chuveiro. Foi um banho de água fria, eu queria refrescar ainda mais meu bumbum enquanto alisava, esfregava e brincava com outra parte do meu corpo, uma parte bem quente e úmida, e que era sempre muito gostosa de tocar… E eu pensava, “meu Deus, sou mesmo uma menininha num corpo de mulher, minhas amigas têm razão, sou imatura demais para namorar… ai, nossa que vergonha, e se elas soubessem que apanho no bumbum aqui em casa, e no bumbum pelado… e se elas soubessem que apanho e ainda por cima gosto? Nossa, ia ser a maior humilhação…” e gozei, pela terceira vez, embaixo do chuveiro, e adorei, isso foi bom, isso foi ótimo…

Isso aconteceu há quatro ou cinco anos, e desde esse dia, eu já perdi a conta das surras que levei e dos orgasmos que eu já tive, orgasmos provocados pelas palmadas, diretamente, ou por minha própria masturbação, indiretamente.

E, durante esse tempo, eu tenho me comportado muito melhor. Meus hormônios já não são mais uma fonte de pertubação. Antes, são uma fonte de prazer, pois me deixam excitada e essa excitação me leva ao orgasmo, no colo do meu pai, com o bumbum nu, como uma menininha malcriada que precisa de castigo.

Mas eu dizia que estou me comportando muito melhor, porque meu pai entendeu que preciso mesmo desses castigos. Preciso dos orgasmos provocados por esses castigos, para me tranquilizar, me acalmar, me relaxar… há muito que deixei aqueles ataques de mau humor, minhas respostas desaforadas, minhas explosões de desaforos, que eram tão frequentes antes que meu pai passasse a me bater para eu ter orgasmos…

Claro, de vez em quando ainda dou uma resposta malcriada para ele de vez em quando. Às vezes, faço de propósito, para ele ter um motivo para me castigar, outras vezes, eu estou com falta de uma boa surra e minhas carências me fazem ser desaforada. Nos dois casos, o que acontece é sempre a mesma coisa: meu pai decreta que vou ficar um dia de castigo, eu peço para não ficar porque quero sair para me divertir com alguma amiga minha, aí ele me deixa sair e passa o castigo para outro dia. Se não estou muito a fim de apanhar, aceito isso. Mas quando estou querendo umas palmadas, eu digo para meu pai que quero trocar o castigo por umas boas palmadas, e então ele me manda esperar no meu quarto. Aí, ele aparece no meu quarto com um balde de água com gelo, para me dar a surra de que eu preciso.

Então, meu pai levanta minha saia e abaixa minhas calcinhas, para me bater no bumbum. Sempre é no bumbum pelado, e é impossível para mim não ter, mesmo depois de dezenas de surras, um pouco de vergonha e uma sensação de humilhação, afinal é ridículo além de doloroso uma moça da minha idade apanhar com o bumbum de fora. Mas a vergonha que eu sinto, no fundo, só aumenta minha excitação, e a excitação só aumenta a quantidade de orgasmos que tenho levando palmadas.

Se eu nunca imaginei estranho o meu comportamento e o do meu pai? Se eu nunca imaginei que talvez eu tenha algum tipo de doença por gostar tanto assim das palmadas? Sim, já pensei nisso. Então, eu fui ter uma conversa sobre isso com meu pai.

- Papai, eu queria conversar um pouco.

- Pode falar, minha filha.

- Papai, é que eu sou um jovem mulher adulta. Você não acha errado uma moça da minha idade levar palmadas no bumbum como se fosse uma menininha? Isso é muito constrangedor, além de ridículo, papai.

- Filha, venha cá.

Eu fui até ele, meu pai estava sentado num sofá.

- Sente aqui no meu colo, filha, eu vou te explicar.

Eu me sentei no colo dele, e ele passou a mão nos meus cabelos e me beijou na testa, como quando eu era pequena. Aí ele disse:

- Minha filha, eu já te expliquei: se você agir como uma moça adulta, eu te trato como uma moça adulta. E se você agir como uma menininha desaforada e desobediente, eu te trato como uma menininha desaforada e desobediente. E como se deve tratar uma menininha desaforada e desobediente?

Fiquei um pouco envergonhada, mas falei:

- Bom, papai, admito que às vezes eu me comporto mesmo como uma molequinha quando estou nervosa… Mas mesmo assim, não é um castigo pesado demais, dar palmadas numa moça adulta por causa de uma resposta áspera quando ela está nervosa?

- Sim, por isso que eu não te dou palmadas quando você respondona e malcriada. Eu sei que você é assim porque está nervosa e te coloco de castigo, para pensar no seu comportamento e se acalmar. Se você leva palmadas, é por que não quer ficar de castigo e pede para apanhar no bumbum, ao invés.

Fiquei pensando que isso era verdade, eu só apanhava mesmo quando queria. Mas eu não me dei por vencida, e continuei conversando com meu pai:

- Verdade que às vezes prefiro umas palmadas do que ficar de castigo… mas papai, você não precisa me bater com o bumbum de fora. Se nem sempre me comporto como uma mulher adulta, pelo menos tenho o corpo de uma mulher adulta. E é muito vergonhoso para mim quando você vê o meu bumbum. Você é meu pai, mas também é um homem e não é muito decoroso que eu deixe que um homem olhe meu bumbum, papai. Eu tenho muita vergonha.

- Mas essa é a ideia, filha. Você tem que ter vergonha. Isso faz parte do castigo: a moça tem que ficar muito envergonhada, para refletir sobre seu comportamento e passar a agir como uma mulher adulta.

- Papai, mesmo que seja para eu ter vergonha, você não se sente incomodado vendo o meu bumbum? Afinal, eu sou sua filha.

- Sim, filhinha. Você é minha filha e eu não esqueço isso. E por isso não me incomoda ver o seu bumbum quando eu vou te castigar – ele me fez um carinho no rosto e nos cabelos, e continuou – eu não vou mentir, é claro que acho o seu bumbum muito bonito, porque ele é mesmo muito bonito. Mas quando eu te coloco deitada no meu colo, levanto sua saia e abaixo suas calcinhas para te dar palmadas, eu sempre penso: “sou o pai dela, não sou um homem qualquer com uma mulher qualquer, mas sim um pai com sua filha, por isso eu posso dar palmadas, mas não posso fazer coisas que um homem poderia fazer com uma mulher se não houvesse laços de sangue entre eles”. Eu nunca esqueço disso. Eu sei que não podemos ter uma relação como a que existe entre um homem e uma mulher, e não quero isso. O que eu posso e vou fazer é te dar palmadas no bumbum, minha filha, porque eu sei que isso te faz bem e é para o seu próprio bem. Se eu não soubesse que as palmadas te fazem bem e você se sente melhor graças às palmadas, eu não te bateria no bumbum. Mas eu vejo que isso é bom para você, e fazer uma coisa boa para minha filha não me deixa incomodado.

Eu fiquei tão comovida que abracei e beijei meu pai, três vezes, nos dois lados do rosto e na testa.

Hoje, quando ele me despe o bumbum para me castigar, eu fecho os olhos e penso: “é meu papai, sou a filhinha do papai, ele não está olhando o bumbum de uma mulher qualquer mas sim o bumbum de uma menina que precisa ser castigada”. E eu adoro isso. Um pouco de vergonha, eu ainda tenho. Muito tesão, e orgasmos intensos enquanto eu apanho, também. Mas o que eu gosto mesmo é de saber que meu pai não me vê como uma mulher, mas como a filhinha dele, e não vai agir como um homem e sim como um pai, severo mas dedicado e carinhoso. Eu me sinto tão inocente, quando estou no colo dele, com o bumbum de fora, esperando as palmadas…

Essa sensação de inocência, eu sei que não terei com outros homens, só com meu pai. Não é uma questão de me sentir segura, eu acho que há homens que também me dariam apenas palmadas, mas esses homens nunca deixariam de olhar meu bumbum com um desejo cínico, como é normal entre homens e mulheres que não são parentes próximos. O meu pai olha o meu bumbum como o bumbum de uma menininha que ele tem que castigar para ela ser feliz. Outro homem, por maior que seja sua boa vontade, nunca olharia assim para o meu bumbum. Por isso, eu evito os outros homens.

Mas há ainda outra razão para eu evitar outros homens: eles foram covardes e me deixaram na mão quando precisei deles. Sabem, eu ando muito bonita nesses dias, muito mais bonita do que quando eu era adolescente e procurava, sem encontrar, um namorado corajoso o bastante para enfrentar meu pai. Como meu pai me faz feliz, é carinhoso e é dedicado, e me dá palmadas que me deixam calma e relaxada, eu me sinto muito bem vivendo com ele e acho que isso me faz mais bonita, dizem que a felicidade embeleza as pessoas. O fato é que hoje eu sou muito mais bonita que alguns anos atrás. Além disso, meu pai também está muito mais calmo estes dias do que quando eu era uma adolescente irritadinha e atrevida, acho que até porque eu o irrito muito menos e estamos felizes juntos, então ele tem menos necessidade de brigar com outras pessoas. Assim, eu estou mais bonita e meu pai está menos bravo, o resultado é que os moços agora estão com mais vontade de me namorar e menos medo do meu pai.

Então, imagina se eles não tentam me seduzir! Volta e meia, ouço uma cantada aqui, um galanteio ali, na faculdade (estudo direito), nas festas das minhas amigas, em qualquer acontecimento social onde eu vou, nunca deixo de notar dois ou três ou até mais homens interessados em mim.

Como eu os trato? Com frieza. Eles podem estar interessados em mim, mas eu não estou interessada neles. Eu tenho meu pai, e tenho orgasmos graças ao meu pai. Claro que um namorado poderia me dar palmadas. Mas a verdade é que um namorado não me deixaria tão à vontade nem me faria sentir tão inocente como quando estou apanhando do papai no bumbum.

Além do mais, eu tenho raiva deles. Ora, quando eu precisei, eles em ignoraram. Eu queria namorar, eu tinha os meus hormônios me perturbando e precisava de sexo e orgasmos para aliviar as pertubações hormonais, e eles não me ajudaram, me ignoraram porque tinham medo do meu pai. Quer dizer, eles não brigam por mim. Mas meu pai sim, ele briga por mim, ele enfrenta qualquer homem atrevido que se meter comigo sem eu querer e se precisar ir ao inferno por mim, ele vai. Ele me ama de verdade, e ele luta pelo seu amor. Os candidatos a namorado que me aparecem, não. Só aparecem agora porque meu pai agora está mais manso e eu estou mais bonita. Mas estou mais bonita porque estou feliz com meu pai, ou seja, não preciso deles.

Então, de um lado meu pai me dá o que eu preciso para ser feliz, me dá disciplina e me dá orgasmos. Do outro lado, esses homens não lutam por mim e não me amam o bastante para enfrentar meu pai, quer dizer, o fato é que meu pai me ama muito mais do que eles. Então, eles não são bons maridos. Pelo menos, não seriam para mim.

Olhando friamente, alguns deles podem até serem bons amigos. Nenhum deles seria um bom marido. Nenhum deles poderia me fazer feliz como meu pai me faz feliz.

Todas as surras que meu pai me dá, ele me dá porque eu quero. Todas as vezes que levo palmadas no bumbum, eu levo porque eu resolvi ser melhor assim. Eu sempre posso aceitar um castigo ou convencer meu pai a deixar o castigo para um outro dia, e às vezes faço isso. Mas outras vezes eu preferi realmente que meu pai me desse umas palmadas, e ele então acabei ficando com o bumbum vermelho. Quando apanho, é pra valer e é só no bumbum. E eu sempre fico mais ou menos dois dias precisando de uma almofadinha para poder sentar. É um tanto embaraçoso quando sinto que alguma amiga minha acha estranho eu usar uma almofada para sentar, mas é bom, eu penso nisso quando me toco depois de uma surra e isso me ajuda a ter um orgasmo mais rápido, ao me masturbar.

Outro dia, eu fui a uma festa, e fiquei lá até o dia amanhecer, quando uma amiga me deixou em casa. Eu tinha dito para o meu pai que voltaria às três da madrugada, mas voltei às seis da manhã. Essa amiga que me deixou em casa, ela mora perto da minha casa, então não foi um problema para ela. Eu já sabia que ela me deixaria em casa as seis da manhã quando combinei com meu pai que chegaria em casa as três horas. Poderia ter dito logo ao meu pai que chegaria às seis da manhã, mas eu quis que meu pai tivesse um motivo para me castigar.

Além disso, quando cheguei em casa eu estava meio bêbada. Não podia dirigir, no máximo caminhar. Até aí, tudo bem, minha amiga é que iria dirigindo. Mas isso seria mais um motivo de irritação para meu pai.

Então, minha amiga me deixou na porta de casa e foi para a casa dela. Eu fiquei pensando nas palmadas que iria receber, e isso me deixava excitada. Fiquei pensando na cara que minha amiga iria fazer se soubesse que meu bumbum iria pagar por minha irresponsabilidade e por ter feito meu pai de bobo, e pensar nisso me fez dar uma risadinha meio safada e meio envergonhada, como só as meninas sapecas podem dar.

Meu pai não me decepcionou. Quando cheguei em casa, ele estava me esperando preocupado, ele me abraçou e me beijou. Aí, sentiu o cheiro de bebida e viu que eu estava de fogo. Isso o fez fechar a cara.

- Filha, você dirigiu bêbada para cá?

- E se dirigi, qual é o problema?

- Ora, é contra a lei, você pode ir presa, mas mesmo que não fosse, você poderia se machucar e machucar outras pessoas.

- Pois dirigi sim, e daí? - disse, pondo a mão na cintura e desafiando o papai.

Ele só balançou a cabeça, e disse:

- Onde está seu carro, filha? Ele não está na garagem.

- Ah, eu não sei… deixei na rua.

- E a chave dele? Está com você?

- Ah, não está não… acho que deixei nele.

- Então vamos procurar o carro, ele não pode ficar na rua com a chave nele, vai ser roubado.

Aí, eu vi que o papai ia sair, eu disse para ele:

- Não papai, não precisa, o carro está na festa. Foi uma amiga minha que me deixou aqui.

- E porque você não disse isso logo? Porque mentiu para mim?

- Ora… você fica me fazendo perguntas como se eu tivesse que te dar satisfação. Eu resolvi te mostrar que não tenho que te dar satisfação.

- Acontece que você tem mesmo que me dar satisfação. Eu sou seu pai e eu te amo.
E você chegou aqui muito depois do horário que combinamos.

Fiquei calada, esperando o ele falar mais. É claro que a essa altura ele já sabia que o que eu queria era levar palmadas e estava só fazendo teatro.

- Muito bem, menina. Como vai pegar seu carro amanhã?

- Eu pego um táxi, vou até lá, e pego o carro.

- Não, você vai a pé até lá. Não é tão longe assim, é só uma quadra, e amanhã e domingo.

- Mas papai, você não vai me dar o dinheiro para o táxi?

- Não, será esse seu castigo. Por chegar muito tarde em casa, por chegar bêbada e por mentir para mim.

Eu abaixei a cabeça, e disse ao meu pai:

- Papai, desculpa, eu não queria te deixar bravo, só fiquei irritada por você me cobrar satisfação.

- Mesmo se não fosse isso, você ainda merece castigo, filha.

- Ah, papai, então, me dê outro castigo. Eu vou acordar com ressaca amanhã, eu não quero ter que andar ainda por cima.

- Bem, só há um outro castigo, e você sabe qual é.

- Sim, papai, eu sei.

Depois de um minuto de silêncio, ele olhando para mim com aquela expressão severa, eu olhando para ele com uma expressão envergonhada, ele afinal disse:

- Então, filha, me espere no seu quarto. Eu já sei o que você precisa.

E eu fui ao meu quarto, esperar pelas palmadas. Meu pai sabe, eu preciso disso. Preciso das palmadas dele, que me fazem gozar, que me provocam orgasmos, que expulsam de mim toda tensão, todo nervosismo, toda carência.

Pouco depois, meu pai chegou, com o nosso velho amigo, o balde de gelo, que me dá tanto tesão só de olhar na mão dele. Meu pai se sentou ao meu lado, e me puxou para o colo dele, me deitando de bruços. Ele levantou minha saia e abaixou minhas calcinhas. E eu pensei: “agora eu fui muito malcriada, muito sapeca e muito atrevida… e eu nem precisava do dinheiro do táxi, meu pai tem razão, é perto e dá para ir a pé. Mas prefiro essas palmadas… elas me fazem gozar, e desta vez eu fiz por merecer… sou mesmo uma molequinha malcriada às vezes, e molequinhas malcriadas precisam apanhar no bumbum”.

E logo, eu senti a primeira palmada, que espalhou uma onda de dor em meu corpo, enquanto o barulho dela chegava aos meus ouvidos. Logo, uma segunda, depois uma terceira, e uma quarta… o meu pai, naquele dia, preferiu me dar vinte palmadas fortes, e logo depois várias palmadas de leve… assim, a dor veio logo, enquanto as palmadas leves mantinham meu bumbum ardendo e me excitavam… quando meu pai passou a água gelada no meu bumbum, eu tive o primeiro orgasmo daquela madrugada. E ele continuou, voltou a me bater quando percebeu meu gozo, nem muito forte, nem muito fraco, mas o suficiente para aquecer meu traseiro e me levar a outro orgasmo, e ele sabia que, me batendo muito forte quando chega o orgasmo, isso me deixa pronto para mais um e me dá vontade de apanhar mais… sim, quanto mais ele me batia no bumbum, mais eu queria apanhar no bumbum…

Surras assim, e orgasmos assim, eu tenho duas ou três vezes por mês, o que muito me faz bem e muito me agrada.

Não, tenho meu pai, não vou querer um marido. Pelo menos, não agora. Será que meu pai teria ciúmes se eu arrumasse um namorado? Eu sei que eu teria muito ciúme se ele arrumasse uma namorada. Juro que seria muito mais brava do que ele jamais foi. Eu nem gosto de pensar nisso. Só peço a Deus que eu e meu pai continuemos assim por muito tempo.

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