Monday, May 06, 2013

O Seminarista


Conto de Bárbara Drummond

Criada no interior de Minas e acostumada aos trabalhos domésticos e a pegar no pesado. Fernanda, 20 anos, apesar de não ser tão vaidosa é muito bonita, olhos verdes, ruiva, cabelos longos. Sempre foi uma garota muito boa com sua família. Criada numa família extremamente religiosa e rígida, seu pai sempre fez questão que todos os anos a sua filha participasse de um encontro de jovens que acontecia em um sitio na região. Apesar de naquele ano, ele estar em dúvida se mandava a filha ou não, afinal...no mesmo fim de semana aconteceria um retiro com jovens seminaristas. Mas por insistência da garota e da mãe, ele acabou cedendo. Ela estava super ansiosa pois gostava muito de participar, lá sempre fazia novas amizades, era muita simpática e comunicativa.

Chegando o tão esperado dia, se despediu do pai que disse:

- Se cuida minha querida, e se comporte lá ou irá apanhar nesse bumbum quando voltar. Eu ficarei sabendo de tudo que acontecer lá, sabe disso, não sabe?

- Sim, papai.

- Sabe também que terão rapazes esse ano e que é uma ORDEM do seu pai não se aproximar deles, não é querida?

- Sim, já sei...

- Então obedeça Fernanda, sabe também que seu pai não pode passar aborrecimentos por estar doente. - Disse a mãe de Fernanda.

- Sim, mamãe, eu sei.

Deu um beijo nos pais e saiu.

No sitio...

O sítio era lindo, branco com janelas e portas azuis, bem tradicional. Haviam bastante pessoas, Fernanda nunca tinha visto aquele sítio tão cheio. Logo fez amigas, e elas, claro, não poderiam deixar de reparar nos lindos e jovens seminaristas. Jorge, era o mais bonito, moreno, olhos castanhos, alto, forte, foi quem lhe chamou mais atenção. Ele tinha um jeito diferente dos outros, era um pouco cabisbaixo, pensativo. Com ajuda das amigas, conseguiu se aproximar, no refeitório, sentou junto a ele na mesa e começou a conversar. Ignorando totalmente a ordem de seu pai.

Ela lhe disse o que tinha achado dele, que o achava distante e ele contou a ela o que acontecia com ele naquele momento. Ele estava com dúvidas em relação a sua vida como sacerdote. Não sabia se aquela era mesmo sua vocação. Fernanda ficou solidária ao problema de Jorge e disse a ele que o pai era muito rígido, não aceitava falhas e que sempre que ela tinha alguma dúvida sobre algo e ficava muito indecisa, ele esquentava o traseiro dela e isso a ajudava a refletir melhor. Ele achou aquilo muito estranho, pediu licença a Fernanda e saiu em direção ao seu quarto, no alojamento.

A noite, todos iriam se reunir, pois teria uma festa de confraternização para todos no sitio. Já era costume, o dono do sitio sempre gostava de oferecer algo assim para os jovens, afinal eles mereciam, eram muito religiosos.

Jorge, que havia pensado muito no que Fernanda disse, resolveu procurá-la.

- Fernanda, eu andei pensando e acho que preciso do que você me disse.

- Uma boa surra? - Ela disse em um tom um pouco irônico.

- Sim, uma surra. Quem sabe isso me ajude a refletir melhor? Poderia me acompanhar até o alojamento? Lá ficaremos a sós. O quarto dos rapazes era bem grande, haviam várias camas, era perfeitamente organizado afinal a disciplina era algo exigido nos seminários.

Quando ela entrou, se surpreendeu pois encima da cama de Jorge já havia um cinto de couro marrom trançado, bem grosso e quando ela se virou para olhar para ele, Jorge estava nu, já havia tirado toda a sua roupa, ele vestia uma calça jeans preta e blusa branca, se debruçando sob um travesseiro que também já estava encima da cama, falou para ela:

- Estou pronto, Fernanda. Pode começar.

Fernanda olhou aquela cena um pouco assustada mas ela sabia muito bem o que fazer, afinal já havia levado boas surras de cinto do seu pai quando criança e até mesmo quando adulta.

Pegou o cinto, dobrou e começou com golpes mais leves. Jorge nunca havia apanhado na vida mas se manteve firme, sem sair da posição.

SLEPT...SLEPT...SLEPT...SLEPT... Jorge estava muito envergonhado e só fazia alguns gemidos baixos, afinal não queria que ninguém mais participasse daquele momento. Fernanda parou de bater após alguns minutos de surra.

No dia seguinte, Jorge saiu cedo pela manhã. Fernanda procurou por ele, queria saber como estava e se a surra teria ajudado ou não, mas não conseguiu encontrá-lo mais. O encontro de jovens continuou durante o dia, mas a noite, Fernanda iria voltar para a casa.

Após o retorno do sitio, Fernanda ficou sabendo que seu pai esteve muito mal nos últimos dias e que estava internado em estado grave. A garota muito chateada por ninguém ter lhe avisado, saiu com muita raiva, se revoltando contra tudo. Horas depois, voltou bêbada para a casa, brigou com sua mãe e agrediu seu irmão mais novo.

Na manhã seguinte, Fernanda acordou muito mal, se sentindo muito culpada e resolveu ir até a igreja, se confessar.

Chegando lá, procurou por um padre, mas só encontrou uma carola, ajudante na igreja. Que disse para ela:

- Oh querida, não há ninguém aqui hoje, só há um rapaz, chegou hoje cedo...vou conversar com ele e ver o que posso fazer por você. Ele é seminarista mas acho que na ausência de um padre, ele tem a autorização para ouvir você.

- Obrigada. Ficarei aqui esperando.

Alguns minutos depois, quando olhou para o altar e viu Jorge, deu um sorriso aliviado, parece que Fernanda já previa o que iria lhe acontecer.

Ele a conduziu para a casa paroquial que era ao lado da igreja, era uma casa simples, pequena mas lá eles poderiam conversar melhor.

Jorge disse a ela que não poderia ouvi-la em confissão, pois não havia sido ordenado padre ainda. Mas que faria isso como amigo.

E então ela contou tudo que havia feito após receber a noticia sobre seu pai.

Após confissão...

- Sinto muito pelo seu pai, espero que ele se recupere logo. Pelo que acabo de escutar, percebo que ele já está te fazendo muita falta. Sabe o quanto sou grato a você por ter me ajudado no momento mais difícil da minha vida, não sabe? Eu me sinto em dívida com você e acho que sei uma boa forma de lhe retribuir e penso que seu pai iria ficar mais tranquilo também, sei que ele quer sua boa garota de volta e eu sei como trazê-la.

Continuou...Eu estive refletindo e você me ajudou a descobrir qual é a minha verdadeira missão aqui na terra e essa missão é de disciplinar e encaminhar jovens e sei que vou começar por você.

- Você sabe que fez coisas erradas, não é Fernanda? Fico tão decepcionado em ouvir tudo que me disse. Cadê aquela Fernanda centrada que eu conheci? A garota que me ajudou a decidir meu caminho? Não te reconheço, mas não se preocupe, querida. Eu vou te ajudar também. Sei como trazer você de volta.

Calmamente, Jorge puxando para perto de si uma cadeira de madeira que estava bem próxima ele, disse:

- Venha cá, Fernanda. E não demora, pois será pior para você. Vem aqui perto de mim, tire a sandália de couro do meu pé e me entregue na mão, abaixa calça e calcinha e deita no meu colo.

A garota, com medo, pensou em resistir mas se sentia tão culpada que achava mesmo que merecia uma punição. Fez tudo que Jorge mandou, tirou seu shorts, abaixou sua calcinha (Ela usava uma calcinha de renda rosa) e se deitou, deixando seu bumbum nu bem a mostra. Ela era jovem e tinha um bumbum muito bonito, grande, redondo e bem branquinho.

- Isso mesmo, boa menina, agora fique quieta e calada ou terei que ser ainda mais severo.

Jorge nem pensou muito, prendeu as pernas da garota entre as suas e começou logo a surra.

PLAFT...PLAFT...PLAFT...PLAFT...PLAFT...deu logo uma sequência de golpes bem firmes e fortes no bumbum de Fernanda. Alternando entre as nádegas mas não esquecendo também de bater bem no meio delas.

Fernanda chorava muito, esperneava, pedia para parar mas nada adiantava. Cada vez ele batia mais forte, em um ritmo mais intenso.

PLAFT...PLAFT...ai...PLAFT...PLAFT...para PLAFT...PLAFT... por favor PLAFT...PLAFT... está doendo muito PLAFT...PLAFT... eu já aprendi a lição PLAFT...PLAFT...estou arrependida. PLAFT...PLAFT...PLAFT...PLAFT...

Quando ele terminou, olhou para o bumbum de Fernanda que já estava bem quente e vermelho, disse a ela que esses 50 golpes no bumbum ainda eram poucos mas que ele achou suficiente, levando em consideração o problema pelo qual ela estava passando. Mas que ela não escaparia de ficar meia hora ajoelhada no milho e virada para a parede, com o bumbum nu, para poder refletir sobre tudo que havia feito errado.

Meia hora depois, quando veio tirá-la do castigo, Fernanda já estava mais calma. Ele se aproximou e PLAFT...PLAFT...PLAFT...PLAFT...PLAFT...PLAFT...lhe deu mais seis fortes palmadas no bumbum e perguntou:

- Fernanda, você vai voltar a ser aquela boa menina que eu conheci?

- Sim, Jorge, vou sim... - Falou ela ainda choramingando.

Jorge ajudou Fernanda a se vestir e continuou falando:

- Espero que tenha aprendido a lição. Agora vá para a casa, tome um banho, peça desculpas a sua família e vá dormir. E não se esqueça, te espero para mais uma confissão em breve, minha filha. É muito importante se confessar e pagar pelos seus erros, querida.

7 comments:

Saulo Spank said...

conto muito bonito, essa menina está de parabéns, espero que seja só o primeiro.

Alessandra deramos said...

Tenho um conto pra enviar como posso fazer? alessandraderamos@outlook.com

Alessandra deramos said...

por favor me responda Sr João Palmadas.

João Palmadas said...

Oi Alessandra, eu já te mandei um e-mail. Estou esperando resposta. Abraços,
João.

corcovado jatinho said...

Eu queria pegar essa Alessandra mas do meu modo. eu ia dxr. ela peladinha e bater no seu bunbum ate ela cagar pelas pernas

roro said...

Eu amo seus contos
E tenho muita vontade de lever umas palmadas por minhas teimosias
Continue a escrever
Um beijão

Anonimo said...

Morro de vontade de apanhar no bumbum. Queria encontrar alguém que seja meu papai severo e me ensine a ser uma boa menina